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quarta-feira, 29 de maio de 2024

Flexibilidade, ambiente positivo e propósito contribuem com a retenção de talentos

 

Assunto será debatido no II Encontro do Fórum Empresarial da JValério. É uma oportunidade para gestores, empreendedores e executivos se prepararem para os desafios da liderança

Para lidar com a alta rotatividade da equipe, os líderes devem ter um foco no que é mais importante: satisfação e retenção de talentos. Se os funcionários de alto desempenho se sentirem sobrecarregados e subestimados – e se não forem apoiados o suficiente para encontrar harmonia entre trabalho e vida pessoal – podem ficar desanimados e desconectados de seu trabalho, colegas e empregadores e, fatalmente, desistir.


As pessoas tendem a ser mais produtivas em um ambiente positivo com colegas de trabalho com quem gostam de estar junto. Além disso, uma cultura de escritório amigável fará com que os funcionários se sintam confortáveis o suficiente para abordar a gerência quando houver problemas. É por isso que é tão importante que as empresas que buscam crescer se concentrem em criar um ambiente agradável para os colaboradores. 

Clodoaldo Oliveira, diretor geral da JValério Gestão e Desenvolvimento, enfatiza que pandemia despertou novas necessidades que devem ser avaliadas para reter talentos. “Entre elas a implementação do trabalho em home office, que caiu no gosto dos trabalhadores: o que era apenas uma tendência se transformou numa alternativa viável para as empresas. O novo modelo impacta tanto na satisfação dos funcionários quanto na redução de custos com infraestrutura. Hoje, o regime híbrido, parte do tempo na empresa e a outra em casa, se tornou bastante comum”, avalia.

Segundo levantamento da Consultoria Mercer, o “Estudo Global de Tendências de Talentos”, 43% dos brasileiros buscam mais flexibilidade no trabalho, pensando principalmente em modelos de trabalho remoto e híbrido, quando há uma combinação do home office com o trabalho presencial. O Brasil está abaixo da média global: 60% dos entrevistados responderam que desejam ter mais flexibilidade.

Manter acesa a chama do propósito é mais uma forma de reter talentos. Cabe aos responsáveis por postos de comando motivar equipes a se engajar em causas comuns e ampliar a valorização da marca da organização. Ao assumir posições-chave nas companhias ou comandar projetos estratégicos, líderes têm um dos principais desafios na carreira: atrair pessoas em torno de uma causa comum, chamada de propósito de um negócio.

Pesquisa feita pela Harvard Business Review Analytic Services e do EY Beacon Institute só reforça essa percepção. No levantamento realizado em 2015 com 500 executivos, 80% dos entrevistados responderam que uma organização com propósitos claros e que são de conhecimento dos stakeholder vai alcançar mais sucesso “na satisfação dos colaboradores e fidelização dos clientes”.

Quando os funcionários constatam que suas chefias trabalham com um propósito moral, de acordo com outro estudo promovido pela britânica a CIPD – Chartered Institute of Personnel and Development, as chances de talentos deixarem a empresa são menores. Isso demonstra que as equipes fazem questão de mergulhar ainda mais nos projetos que lhes são encaminhados.

Retenção de talento em pauta

De olho nas tendências de mercado, a retenção de talentos é o tema do II Encontro do Fórum Empresarial da JValério, que será no dia 26 de junho. Na ocasião, os professores da Fundação Dom Cabral, Paulo Almeida e Alexandre Peres, abordarão essa temática. O objetivo dos encontros é proporcionar o desenvolvimento pessoal de cada integrante em relação à realidade da empresa. “É uma oportunidade para gestores, empreendedores e executivos se prepararem para os desafios atuais da liderança e da gestão de negócios, bem como se munir de novos artifícios que permitam o crescimento e a perpetuidade das organizações”, relata Oliveira.

O Fórum Empresarial possui módulos temáticos, presenciais, com duração de 5 horas. A solução promove o contato de professores renomados e troca de experiências entre os participantes, que contribuem com a construção de insights no playbook pessoal. Dessa forma, o crescimento e o aprimoramento das habilidades ocorrem de forma prática e compartilhada.

Para saber mais sobre o Fórum Empresarial, acesse: O desafio de reter e atrair talentos de uma força de trabalho em transformação - JValério (jvalerio.com.br).

 Foto: Freepik.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

Quais as principais tendências na área da gestão empresarial para 2024?

  

Tanto gestores como conselheiros irão precisar, mais do que nunca, de conhecimentos contábeis, financeiros e digitais para administrar negócios no próximo ano



As mudanças no sistema tributário, bem como certas inovações tecnológicas previstas para o mercado em 2024, causarão impactos que serão sentidos por todo o empresariado brasileiro. Sendo assim, nos próximos 365 dias, será crucial que os conselheiros atualizem seus conhecimentos para que possam contribuir com questões relacionadas às análises de demonstrações financeiras.

 

Para Clodoaldo Oliveira, diretor geral da JValério Gestão e Desenvolvimento, no novo cenário, as organizações precisarão contar com profissionais com formação em contabilidade ou áreas relacionadas às finanças e aptos a lidar com a transformação digital. “Estar conectado às principais tendências e inovações do mercado financeiro é uma prerrogativa na carreira de todo executivo que almeja o sucesso no próximo ano. E isso vale para todos, conselheiros e executivos”, opina.

 

Inclusive, o diretor geral da JValério preparou uma lista com os principais pontos de atenção para os gestores no próximo ano. Leia a seguir.

 

1. Reforma tributária

 

Certamente, após a aprovação da Reforma Tributária as empresas terão um longo período de adaptação pela frente. Após a série de transformações que entrarão em vigor no sistema tributário nacional após a aprovação da PEC 45/2019, uma ampla gama de oportunidades irá surgir aos escritórios de contabilidade. Não por acaso, caberá aos contadores e especialistas tributários a missão de reorganizar as exigências legais das empresas dentro dos prazos a serem estipulados pela lei. Afinal, a adequação será obrigatória e dificilmente gestores e conselheiros irão dar conta das demandas sozinhos, salvo aqueles que tiverem a expertise adequada. 

 

 2. Concorrência financeira

 

Os consumidores, entre os quais também estão as organizações, podem esperar mais funcionalidades oferecidas pelo sistema financeiro brasileiro. A exemplo do que já ocorre desde a criação do PIX, método de pagamento instantâneo; a Drex, moeda digital do Banco Central; e, finalmente, o Open Finance, voltado ao compartilhamento de dados, produtos e serviços entre instituições financeiras, farão parte da rotina no departamento financeiro das organizações.

 

3. Tokenização

 

A tokenização, tecnologia que transforma um ativo ou direito em uma representação digital, vai acelerar o passo com que vem ocupando espaços nos mercados financeiro e de capitais no Brasil. Para especialistas, a definição do marco regulatório é um passo fundamental para que a tokenização possa cumprir o papel de democratizar o acesso de mais pessoas e empresas aos mercados de investimentos, reduzindo camadas de processos e de intermediários nos negócios.

 

A tecnologia vai permitir que as transações financeiras sejam realizadas de forma mais rápida e segura no país.

 

4. Segurança cibernética

 

Tudo indica que o avanço acelerado da economia digital sobre o setor financeiro vai demandar um contínuo incremento dos investimentos em segurança cibernética. Sem falar na formação de profissionais para que o segmento consiga manter os padrões ante as ameaças igualmente crescentes. Em função disso, os grupos financeiros que operam por aqui devem ampliar o volume anual, atualmente em R$ 3 bilhões, dos investimentos em TI com esse foco.

 

Segundo dados do FortiGuard Labs, controlado pela empresa global de segurança cibernética Fortinet, o Brasil já é o segundo país da América Latina que mais sofre ataques cibernéticos, tendo registrado 103,2 bilhões de tentativas em 2022. Segundo o Banco Central, fraudes por meios digitais causaram perdas de R$ 2,5 bilhões no mesmo ano.

 

5. Cada vez mais tecnologia

 

Os investimentos crescentes por parte das empresas e definição de marcos regulatórios, vão manter o Brasil entre os países que lideram os rankings globais de adoção do blockchain - a tecnologia que agrupa um conjunto de informações que são conectadas por meio de criptografia. Inclusive, a economia brasileira já ocupa a nona posição entre as que apresentam as maiores taxas de penetração dessa tecnologia no dia a dia das pessoas, citando a última edição do Índice Global de Adoção de Criptomoedas, da plataforma de dados Chain Analysis.

 

Caracterizada pela descentralização e transparência, a blockchain tem o potencial de revolucionar o setor financeiro. Ela oferece a possibilidade de transações mais eficientes, seguras e transparentes, além de permitir a criação de novos modelos de negócios.

 

6. ESG

 

Negócios que priorizam políticas e programas de caráter ESG (do Inglês, ambiental, social e governança corporativa) estão no radar tanto dos consumidores quanto dos investidores. Por causa da maior demanda por investimentos e projetos que sigam essas pautas, a governança corporativa deverá caminhar lado a lado com práticas sociais e sustentáveis em 2024.

 

Capacitação

 

A JValério oferece para membros de empresa familiar, acionista, executivo ou profissional experiente uma solução para quem quer fazer parte do conselho de administração. Trata-se do Programa de Desenvolvimento de Conselheiros (PDC), realizado em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC).

O conteúdo do programa abrange diversas frentes justamente para atender as intensas transformações do ambiente de negócios e que impactam tanto novatos como veteranos. Diversidade, inovação, gerenciamento de riscos e ESG (ambiental, social e governança) pautam a nova agenda do órgão.

 

O PDC é uma forma dos profissionais se conectarem com as melhores práticas nos campos da governança e da gestão. Mais que promover debates sobre as responsabilidades do cargo, o programa visa a reflexão profunda e o desenvolvimento de uma base sólida de fundamentos sem deixar a articulação de lado. Em resumo, o participante poderá sentir na pele o que é viver cada etapa de uma reunião do colegiado com a metodologia board case.

 

Foto:  Rafael Agostinho.

quinta-feira, 19 de outubro de 2023

JValério oferece programa de Governança Corporativa

 

 

Capacitação apresenta como alcançar estabilidade e sucesso empresarial com as boas práticas deste reconhecido sistema de gerenciamento e será realizada em novembro




Para que todos os níveis de uma organização trabalhem em favor do desempenho sustentável, focados em múltiplos interesses e no alcance dos objetivos, a administração empresarial conta com a governança corporativa.

 

Ela é importante porque enfatiza as boas práticas na gestão considerando as incertezas do mercado, as legislações vigentes, o propósito organizacional (missão, visão e valores), as tomadas de decisões e a gestão de riscos. Empresas que levam a governança corporativa a sério conseguem estruturar os processos de direção e controle, estabelecendo como os gestores (agentes), os proprietários (shareholders) e as partes interessadas (stakeholders) vão interagir.

 

Na visão de Clodoaldo Oliveira, diretor da JValério Gestão e Desenvolvimento, obter reconhecimento por ser uma empresa sólida, com modelo de negócios inspirador e visado pela concorrência, é um ideal a ser conquistado no universo corporativo. “Com a crescente conscientização dos consumidores e a democratização do acesso à informação, produtos e serviços são avaliados de perto e a todo momento. E esse é um caminho sem volta. Portanto, hoje em dia não há espaço para meio termo entre o que se fala e o que se faz. Ou seja, as boas práticas não devem se ater ao mero campo das ideias ou ao discurso. Elas devem fazer, de fato, alguma diferença no meio social no qual estão inseridas”, aponta.

 

Contudo, essa dinâmica depende de meios para alcançar as metas e instrumentos para controlar as ações: são os quatro princípios da governança corporativa, um caminho promissor a ser seguido por quem deseja gerar impactos positivos de curto, médio e longo prazo dentro do seu campo de atuação. A JValério lista quais são esses princípios.

 

1. Transparência

 

A transparência está diretamente relacionada com a troca de informações entre empresas e seus stakeholders. É um dos princípios da governança corporativa mais importantes, pois dita o quão clara uma organização precisa ser para alcançar a convicção do mercado.

 

Por sua vez, isso envolve divulgar dados acerca dos negócios, acordos comerciais, políticas internas, contratos, infraestrutura, entre outros. A empresa também deve ser transparente em relação aos seus resultados, decisões e estratégias, permitindo que os stakeholders avaliem sua performance.

 

Além disso, não deve restringir-se ao campo econômico-financeiro, contemplando também os demais detalhes (inclusive intangíveis) que norteiam a ação gerencial e que conduzem à preservação e à otimização do valor da organização.

 

2. Prestação de contas (accountability)

 

Elencando o tópico anterior, a prestação de contas é um pilar que caminha lado a lado com a transparência. Caracteriza-se pelo tratamento justo e isonômico de todos os sócios e demais partes interessadas (stakeholders), levando em consideração seus direitos, deveres, necessidades, interesses e expectativas.

 

De maneira geral, propõe-se a assegurar os deveres perante o mercado, em prol de performances claras e concisas que respeitem todos os fluxos internos e externos, assim como o cumprimento de medidas éticas e claras.

 

 3. Equidade

 

Os agentes de governança devem prestar contas de sua atuação de modo claro, conciso, compreensível e tempestivo, assumindo integralmente as consequências de seus atos e omissões. Isto é, devem atuar com zelo na execução dos seus papéis.

 

Em suma, o princípio da equidade estabelece que a empresa deve tratar todos os seus acionistas e stakeholders de forma justa e igualitária. Na prática, isso significa que as decisões tomadas pela empresa devem levar em consideração o impacto em todas as partes interessadas.

 

Um ponto importante é a noção de privilégios. A organização deve adotar meios para evitar privilegiar um determinado grupo em detrimento de outro.

 

 4. Responsabilidade corporativa

 

A responsabilidade corporativa diz respeito ao papel da empresa frente à sociedade e aos impactos das suas atividades. Em outras palavras, estimula as organizações a manter posturas socioambientais comprometidas, tais como as pautadas em ESG.

 

Para viabilizar esse princípio, os empresários precisam compreender quais são os impactos sociais, ambientais e econômicos que provocam. E é necessário que a organização se responsabilize pelos efeitos deles.

 

Ademais, os agentes de governança devem zelar pela viabilidade econômico-financeira das organizações, reduzir as externalidades negativas de seus negócios e suas operações e aumentar as positivas, considerando os diversos capitais: financeiro, manufaturado, intelectual, humano, social, ambiental, reputacional, etc.

 

 

O Programa Governança Corporativa para Empresas Familiares visa justamente promover discussões sobre diretrizes e estratégias alinhadas com o que há de mais moderno, bem como oferece capacitação e identificação de oportunidades tanto para o planejamento dos próximos passos como para alavancar o negócio familiar.

 

O Programa será realizado nos dias 7 e 8 de novembro de 2023, na sede da JValério, em Curitiba (PR), será realizada uma jornada de aprendizado repleta de conteúdos que possibilitam a adoção da governança corporativa. E o melhor, com o equilíbrio perfeito entre exercícios teóricos e práticos. Para saber mais, acesse o link: https://jvalerio.com.br/programas-para-executivos/governanca-corporativa-em-empresas-familiares/.

 

Foto: Rafael Agostinho.