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terça-feira, 21 de junho de 2022

ENEM 2022 - Dicas de como se preparar para a redação

 


Missão Enem do SAE Digital vai disponibilizar, durante o ano, super aulões ao vivo com a participação de especialistas que devem responder às principais dúvidas sobre o Enem. No primeiro encontro, a redação foi o tema central da conversa e trouxe pontos importantes para desenvolver um bom texto no Enem 2022

Parece cedo, mas a corrida para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2022 começou e, para quem quer ter um bom resultado, há muita coisa a ser feita até novembro, mês em que as provas são realizadas. Estudantes que se antecipam e começam a maratona de estudos extras têm mais chances de desenvolver uma redação nota mil.

Além das provas objetivas, a redação traz uma preocupação a mais, porque nesse momento os estudantes também precisam ser objetivos, seja na construção do texto, no tema proposto, na exposição das ideias, ou na finalização do conteúdo. Não há como prever o tema, mas é possível se preparar para se posicionar.

Cleuza Cecato, professora de língua portuguesa e especialista em redações do ENEM, traz dicas importantes para um bom desempenho no texto que é dissertativo-argumentativo. A regra para lidar com a opinião não é observar apenas certo e errado, mas saber justificar o que se afirma.

A professora lembra que não é possível desenvolver um bom texto sem estar bem informado. Além disso, ela aconselha os estudantes a consultarem as orientações da cartilha do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), que revela muito sobre o que será exigido em todas as provas do Enem. Cleuza ainda faz um alerta.

“É importante estar atento às notícias, para poder ter argumentos atuais para exemplificar os temas, mas é imprescindível utilizar referências de portais de notícias com credibilidade. A internet é nossa aliada quando temos informações que nos fazem pensar. Fiquem atentos às fake news e procurem fontes de informações seguras. Com relação à cartilha do Inep, é essencial ler e entender. Vai auxiliar não somente nas redações, mas em todas as áreas do conhecimento”, comenta.

Continuando com as dicas, a professora diz que a introdução do texto chama a atenção dos examinadores, mas se não houver uma finalização que faça sentido, percebe-se que o projeto de texto não foi elaborado de maneira estratégica. De acordo com Cleuza, a soma da vivência que o estudante tem durante esse período de preparação para todas as provas do Enem pode ajudar muito no desenvolvimento do tema.

“A fórmula para uma boa redação é cuidar que tenha início, meio e fim com o mesmo peso. Para isso, é necessário ler muito a fim de aumentar o vocabulário, definir seu estilo de texto, procurar palavras chaves do enunciado, procurar citar teóricos que ajudem a explicar o problema discutido. Lembre-se: solidariedade, cooperação e vida em sociedade humanizam o texto e completam a receita para uma redação de excelência”, conclui.

Os super aulões do Missão Enem ficarão disponíveis no canal da instituição no YouTube: https://youtube.com/c/SaeDigital

Sobre o SAE Digital

O SAE Digital é um sistema de ensino que conta com soluções educacionais completas para escolas particulares desde a Educação Infantil ao Ensino Médio e Pré-vestibular, que incluem materiais didáticos atualizados, assessoria pedagógica efetiva, tecnologia educacional relevante e avaliações formativas. Os produtos e soluções do SAE Digital atendem às necessidades educacionais de gestores, professores e estudantes em todas as regiões do país. Mais que um sonho, transformar a educação move o SAE Digital todos os dias.

 

sábado, 23 de abril de 2022

O que é o Projeto de Vida proposto pelo Novo Ensino Médio e como está sendo implantado?

 


Escolas têm autonomia para escolher os itinerários e disciplinas eletivas que irão ofertar aos estudantes, mas o Projeto de Vida é uma eletiva obrigatória para as três séries do Novo Ensino Médio.

 

As mudanças propostas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Novo Ensino Médio continuam levantando dúvidas na comunidade escolar, responsáveis e estudantes. E não é para menos, afinal de contas, com todas as mudanças de carga horária e forma de organização, a preocupação é como as escolas vão se adaptar ao novo modelo e ofertar as disciplinas eletivas, em especial o Projeto de Vida, eletiva obrigatória para os estudantes.

 

Caren Adur de Souza, executiva pedagógica do SAE Digital, explica que a grande novidade para os estudantes é a autonomia para escolher quais itinerários eles querem participar. Segundo ela, cada escola tem autonomia para definir quais itinerários irá oferecer aos estudantes e quais professores poderão atuar nas disciplinas eletivas. Ainda segundo Caren, pais e responsáveis têm receio com a nova proposta pela mudança em relação ao modelo que vinha sendo oferecido e pela preocupação com a aprovação em vestibulares.

 

“A nova proposta veio para que os estudantes possam exercer mais o protagonismo, ter mais autonomia. O foco não é só a preparação para o vestibular ou a formação para o mercado de trabalho. A ideia é mostrar para os estudantes que eles também têm o papel de se colocar nesse lugar da busca, da troca, da experiência, da capacidade de argumentação. Alguns pais ainda estão nos questionando se seus filhos têm maturidade de escolher os itinerários, mas eles podem ficar tranquilos, porque o estudante poderá passar por diversos itinerários até o final do Ensino Médio, identificando as áreas de interesse. É importante lembrar que depois de ter escolhido as eletivas que quer estudar, o estudante precisa concluí-las, até porque há um planejamento da escola para ser seguido”, explica.

 

Projeto de Vida


O Projeto de Vida é a única eletiva obrigatória para as três séries do Ensino Médio. Tem como objetivos promover o autoconhecimento (quais atividades o estudante tem interesse) e o planejamento para o futuro. Como o nome sugere, esse é o início de uma longa jornada, o projeto pretende despertar no aluno o pensar sobre si mesmo, sobre a sociedade e sobre ele na sociedade.

 

Para a executiva pedagógica, o Projeto de Vida já era discutido em muitas escolas, mas de forma isolada, quando um estudante trazia esse tema para o professor ou quando a escola desenvolvia um projeto nesta direção. O novo modelo vai desafiar os estudantes a se reconhecerem na sociedade. Serão muitas discussões e questionamentos como: Quem eu sou? Quais são meus valores? Onde eu quero chegar e com quem eu quero chegar? Como farei isso?

 

“As escolas têm autonomia para definir quais eletivas vão oferecer, porém, o Projeto de Vida é obrigatório em todas as escolas e vai acompanhar os estudantes durante todo o Ensino Médio. Se um estudante que mora em Curitiba, mudar para outra cidade, deverá continuar a cursar essa eletiva na nova escola. Sobre essa eletiva, o que a BNCC orienta é que os estudantes se aproximem da realidade, facilitando as suas escolhas, através do autoconhecimento, levando-os a saberem mais sobre a sua identidade e seu lugar no mundo”, diz.

 

Mas como os alunos serão avaliados? Terão provas específicas?

 

Os itinerários não “valem nota”, mas o projeto prevê avaliações contínuas que identificam as aprendizagens dos assuntos abordados durante as aulas. No caso do Projeto de Vida, as avaliações terão que contar com índices de: cooperação, comunicação, ações direcionadas ao compartilhamento, atitudes, escuta, interação, participação, a própria definição do projeto de vida de cada estudante e demais critérios implícitos nos assuntos trabalhados.

 

Ainda dentro das orientações da BNCC, a eletiva obrigatória terá que ser abordada em três dimensões diferentes:

1. Pessoal: autoconhecimento, valores objetivos de vida e habilidades pessoais.

2. Social: relações interpessoais, o reconhecimento como cidadão e seu papel na sociedade.

3. Profissional: desenvolvimento teórico e prático, desenvolvendo competências e habilidades para o mercado de trabalho.

 

Formação do professor


Outra dúvida que ronda a comunidade escolar é sobre como os professores serão orientados para trabalhar esse e outros itinerários. De acordo com a executiva pedagógica, essa orientação só é possível se for cuidadosamente trabalhada na formação continuada dos professores. Por isso é importante que as escolas busquem parceiros que assessorem e atuem na formação continuada, para que os profissionais estejam preparados para atuar com as eletivas.

 

“A assessoria efetiva é um pilar do SAE Digital. A equipe vai até as escolas e realiza a formação dos professores de forma presencial e remota. Durante a pandemia, as escolas aprenderam que não se consegue fazer educação sozinha. A gestão de parcerias é necessária, porque a formação inicial do professor de hoje tem suas limitações. A escola sozinha não consegue dar conta de todas essas lacunas e de tudo que a BNCC propõe para o Ensino Médio. Temos conteúdo para o professor entender o objetivo de cada uma das eletivas que disponibilizamos às nossas escolas conveniadas e se preparar para atuar na mediação de cada uma delas. Se não houver um planejamento criterioso e muita pesquisa, as escolas terão dificuldade em ofertar uma diversidade de disciplinas eletivas”, finaliza.

 

Sobre o SAE Digital


O SAE Digital é um sistema de ensino que conta com soluções educacionais completas para escolas conveniadas desde a Educação Infantil ao Ensino Médio e Pré-vestibular, que incluem materiais didáticos atualizados, assessoria pedagógica efetiva, tecnologia educacional relevante e avaliações formativas. Os produtos e soluções do SAE Digital atendem às necessidades educacionais de gestores, professores e estudantes em todas as regiões do país. Mais que um sonho, transformar a educação move o SAE Digital todos os dias.

 

sexta-feira, 25 de março de 2022

SAE Digital participa da GEduc 2022 em São Paulo

 

O SAE Digital será um dos expositores da GEDuc 2022, que acontece entre os dias 30/03 a 01/04, em São Paulo/SP. Durante os três dias de evento estão programadas diversas conferências e fóruns, com vários temas ligados à educação e tecnologias. 






O congresso de gestão educacional completa 20 anos e os organizadores e participantes comemoram a volta do evento de forma presencial. A edição 2022 encerra a trilogia futurista da GEduc, que nas duas últimas edições teve como tema central, o futuro, baseado nos pilares, educação, pessoas e tecnologia.

 

Para o Diretor de Consultoria Educacional do SAE Digital, Guilhermo Mathias dos Santos, participar da feira é essencial para que sejam discutidos o futuro da educação no país. Isso porque esse é um dos principais congressos de gestão educacional do país.  


“É um momento importante que promove uma série de debates sobre o futuro da educação no Brasil, com palestrantes que vão abordar temas atuais e valiosos para o momento da retomada do ensino presencial e da economia das escolas brasileiras. Com a temática central “Enxergando Futuros” o evento promove também debates para  áreas, como marketing, liderança educacional, ensino híbrido, inovação acadêmica, gestão de pessoas, edtechs e habilidades socieoemocionais. 


Estamos muito felizes em fazer parte do Congresso, levando nossa marca e apresentando nossas soluções didáticas e produtos que promovem o desenvolvimento educacional de gestores, professores e estudantes – da Educação Infantil ao Pré-Vestibular. A cobertura do evento também será replicada para as redes sociais da instituição, para que todos possam acompanhar os principais destaques da GEduc”, conclui.

 

Serviço:


Data: 30 de março a 1 de abril

Local: Centro de Convenções Rebouças

Endereço: Av. Rebouças, 600 – Pinheiros – São Paulo (SP)

Site: https://www.geduc2022.com.br/

 

Sobre o SAE Digital


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quarta-feira, 16 de março de 2022

Quais os desafios para a comunidade escolar com a implantação do Novo Ensino Médio?

 

Recuperar o aprendizado, resgatar os alunos que abandonaram os estudos durante a pandemia e evitar novas evasões em meio a implantação do Novo Ensino Médio, são os desafios das instituições, professores, pais e estudantes




O retorno às aulas presenciais é uma vitória que merece muita comemoração. Depois de dois anos de incertezas somente com aulas on-line, a volta às aulas presenciais trazem o convívio sócio educacional, mas também desafios para toda a comunidade escolar: familiares, estudantes, professores e equipe pedagógica. 

Recuperar a aprendizagem é um dos principais objetivos, porém, com a entrada do Novo Ensino Médio e as dúvidas que envolvem essa nova proposta, o desafio é ainda maior. A própria relação entre pais e instituições deve ser cada vez mais próxima, para que o déficit de aprendizado ocasionado pela pandemia de estudantes durante esse período crítico com as aulas somente remotas seja reduzido.

O Novo Ensino Médio vem com a missão de preparar melhor os estudantes em relação a profissão que mais se adequa ao seu perfil. São práticas ligadas às emoções no ambiente escolar, que até então não eram ensinadas no Ensino Médio. Para isso, a nova proposta do Ensino Médio será dividida entre a Formação Geral Básica e a parte flexível do currículo (ou carga horária semanal de aulas), possibilitando o trabalho com o projeto de vida dos estudantes.

A formação geral básica envolve as quatro áreas do conhecimento: Linguagens e suas tecnologias, Matemática e suas tecnologias, Ciências da Natureza e suas tecnologias, Ciências Humanas e sociais aplicadas, mais a Formação técnica profissional. O novo sistema do Ensino Médio tem previsão de ser implantado gradativamente até 2024. Em 2022, somente o primeiro ano precisa estar aderente à nova proposta. Em 2023, o segundo ano e em 2024, o terceiro ano do Ensino Médio completa o ciclo de adaptação.

Para o coordenador editorial do SAE Digital, Ednei Leite de Araújo, o momento é de planejamento, empatia e acolhimento socioemocional. Estratégias para engajar os alunos no processo de ensino e aprendizagem, aliadas a atividades que envolvam mais a família nas relações escolares são essenciais para recuperar as aprendizagens e retomar a rotina de estudos. Essas ações vão ajudar no desenvolvimento de habilidades em um novo cenário.

 “A volta às aulas presenciais em 2022 se configura como um momento de adaptação e readaptação, o que requer empatia e paciênciade toda a comunidade escolar. É importante construir uma relação de confiança, a partir do exercício da empatia, entre professores e estudantes por meio de ações diárias para possibilitar o eficaz desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e emocionais.”, diz.

“Os professores precisam considerar esses pontos em suas propostas de trabalho, uma vez que muitos perderam entes queridos, passaram por dificuldades financeiras, mudaram de rotina e estilo de vida, entre outras coisas. Nesse cenário, a principal atitude de acolhimento é a escuta, propondo um espaço para que os alunos dialoguem, expressem suas emoções e possam tirar dúvidas e pedir ajuda para lidar com as dificuldades”, conclui.

Sobre o SAE Digital

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