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quinta-feira, 19 de outubro de 2023

"Cai no Enem": série de vídeos de revisão é oferecida de graça nas redes sociais

 

Os vídeos trazem detalhes sobre o que estudar em cada uma das disciplinas, além de dicas para a redação e atualidades. Tudo para que o estudante alcance bons resultados



O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 tem nada menos que 13 componentes curriculares, fora a redação. Conteúdos de Física, Língua Portuguesa, História, Arte e de todos os demais componentes podem ser cobrados isoladamente ou combinados em questões interdisciplinares. Saber o que estudar, então, é fundamental para que os estudantes alcancem bons resultados. Por isso, o Sistema Positivo de Ensino oferece gratuitamente, nas redes sociais, uma série de vídeos com dicas sobre os assuntos que mais caem na prova de cada um dos componentes curriculares do Enem.

Para o coordenador do Ensino Médio do Sistema Positivo de Ensino, Danilo Capelari, “é importante saber como cada um dos componentes costuma aparecer na prova. O Enem costuma seguir sempre uma estrutura muito parecida e, por isso, os candidatos podem aumentar muito a própria nota simplesmente por saberem o que normalmente é cobrado em cada uma das áreas do conhecimento”. Algumas características particulares das disciplinas são bastante frequentes na prova, como lembra a assessora de Biologia da marca, Samantha Fechio. “É muito frequente, por exemplo, cair ecologia nas questões de Biologia. O Enem sempre traz questões sobre os impactos da ação humana sobre o meio ambiente. Então uma boa dica é relacionar conteúdos de evolução, botânica e genética com conceitos e aspectos da ecologia”, ressalta.

Conduzidos pelos especialistas do Sistema Positivo de Ensino, que é hoje o maior sistema de ensino privado do país em número de alunos, os vídeos trazem detalhes sobre cada uma das disciplinas. Além da série Cai no Enem, a marca também oferece outras séries de conteúdo, focadas em dicas para redação e atualidades, por exemplo.

Os vídeos estão disponíveis nas redes sociais do Sistema Positivo de Ensino. Para acessar, basta clicar aqui.

Sobre o Sistema Positivo de Ensino

É o maior sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversos componentes, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltadas à educação.

 

quinta-feira, 5 de outubro de 2023

Seis possíveis temas para a redação do Enem 2023

 

Garantir uma boa nota na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode ser o diferencial para conquistar uma vaga na universidade. E, para isso, não basta dominar as técnicas da escrita formal e aplicar corretamente as regras de estruturação do texto exigidas pelo exame. 

Escrever um bom texto depende de um bom conhecimento sobre o tema cobrado e de um amplo repertório cultural.De acordo com o assessor de Redação do Sistema Positivo de Ensino, Fábio Gusmão,  "fugir do tema ou abordá-lo de forma superficial e parcial, deixando em segundo plano a discussão objetiva proposta, pode demonstrar que o estudante não entendeu ou não tem domínio sobre o assunto. Isso certamente vai afetar de forma negativa a nota final do candidato", explica. 



E o desafio é ainda maior porque os estudantes só têm acesso ao tema escolhido no momento da prova. Mesmo assim, é possível fazer apostas e se preparar com base em exames de anos anteriores, por exemplo.

"Normalmente a escolha passa por perspectivas políticas, sociais e culturais brasileiras ou globais. É importante, portanto, estar atento e bem informado sobre o que acontece em nossa sociedade e no mundo, considerando as polêmicas e problemas que ainda aguardam por uma solução", ressalta. O especialista lista alguns assuntos que, por sua relevância, são boas apostas para quem quer se preparar para a redação do exame este ano. 

Erradicação da pobreza

A erradicação da pobreza corresponde ao primeiro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) criados pela Organização das Nações Unidas (ONU). A meta é, até 2030, reduzir pelo menos à metade a proporção de homens, mulheres e crianças que vivem na pobreza em todo o mundo. "A discussão em torno do assunto requer uma análise ampla e contextualizada, uma vez que existem cenários bastante distintos no âmbito global e no brasileiro", destaca Gusmão. No Brasil, um enorme contingente de pessoas já teve acesso a políticas de transferência de renda, por meio de programas como o Bolsa Família, por exemplo, que chegou a ser copiado por outros países.

Igualdade de gênero 

Além de ser um dos grandes temas de debate na sociedade contemporânea, a igualdade entre os gêneros é um direito humano básico e uma das condições indispensáveis para a construção de uma sociedade justa e livre de distorções, lembra o especialista. "Lutar pela igualdade de gênero é uma questão de cidadania porque a desigualdade entre homens e mulheres traz impactos negativos para toda a sociedade. Uma maior participação das mulheres em cargos de liderança no mercado de trabalho e também na política está entre os aspectos que podem ser levantados dentro desse tema", defende.

Cidades e comunidades sustentáveis

O termo cidade sustentável vai muito além de um espaço urbano que se preocupa com coleta seletiva de lixo. Uma comunidade sustentável é aquela que oferece a seus moradores boas condições de vida, incluindo nesse pacote soluções inteligentes de mobilidade urbana, educação e serviços públicos de qualidade, tudo isso conciliando o desenvolvimento urbano com a proteção do meio ambiente. "Também prevista entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, essa é uma questão urgente porque precisamos, com rapidez, repensar o funcionamento dos centros urbanos, a fim de melhorar a vida das pessoas sem esgotar ou comprometer ainda mais nossos recursos naturais e condições ambientais", afirma.

Educação inclusiva

Promover uma educação para todos, a chamada educação inclusiva, é um tema que tem ganhado cada vez mais atenção e espaço a fim de promover e garantir a igualdade de oportunidades em respeito à diversidade humana. "O número de alunos com deficiência, altas habilidades, superdotação ou que estão dentro do espectro autista aumentou consideravelmente no Brasil. O cenário exige que governo, escolas e toda a comunidade trabalhem em prol de uma educação que realmente acolha todos os alunos, sem exceção, oferecendo suporte distinto e personalizado para aqueles que necessitam", completa.

Racismo estrutural

Mesmo com a lei garantindo igualdade entre as pessoas, o racismo ainda encontra-se enraizado na sociedade. O termo “racismo estrutural” é usado para defender a ideia de que as sociedades ainda estão estruturadas a partir de comportamentos discriminatórios que privilegiam uns em detrimento de outros. Dois pontos que podem ser usados nesse tema são a desigualdade salarial entre pretos e brancos no Brasil e a violência policial, que mata mais pessoas pretas que pessoas brancas.

Segurança nas escolas

De acordo com levantamento realizado pelo Instituto Sou da Paz, 2023 já é o ano com mais registros de ataques a escolas da história do país. O mapeamento revelou que os massacres aumentaram em número e letalidade. "A gravidade do cenário mostra que é necessário envolver na discussão todas as partes, preparando educadores e familiares para identificar precocemente possíveis sinais e comportamentos de risco a fim de agir com eficácia na prevenção dessas ocorrências", finaliza Gusmão.

terça-feira, 24 de maio de 2022

Escolas também precisam se responsabilizar por cyberbullying, diz especialista

 

Foto: Freepik.

Consultor jurídico afirma que instituições não podem se omitir ao tomar conhecimento de episódios ocorridos entre estudantes

A escola pode ser um ambiente assustador para uma criança que entra nela pela primeira vez. Muitas pessoas desconhecidas, espaços que transitam entre o convidativo e o diferente, novas experiências que se acumulam dia após dia, longe dos pais e familiares mais próximos. Ao longo dos anos escolares, uma criança se depara muitas vezes com essas mesmas inseguranças. E é por isso que o bullying e o cyberbullying são tão devastadores: eles entram em um cenário que já é, muitas vezes, desconfortável. As implicações jurídicas desses problemas se estendem para lá da sala de aula e podem ter consequências tanto para os estudantes quanto para seus responsáveis.

O assessor jurídico para as escolas do Sistema Positivo de Ensino, Luis Cesar Esmanhoto, explica que a arena virtual ampliou o problema. “Atualmente, as redes sociais e outras ferramentas da internet podem dar a sensação de anonimato. Por isso, as pessoas se sentem à vontade para cometer bullying usando esses espaços. Mas isso não é verdade, há legislação para punir essas atitudes.” Para ele, também é importante que as escolas entendam que também têm, sim, responsabilidade quando um episódio de bullying acontece, ainda que seja em um ambiente virtual.

De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Ipsos, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking de países com maior número de casos de cyberbullying contra crianças e adolescentes. Caracterizado por agressões repetitivas na internet, o problema pode causar traumas e outros prejuízos emocionais às vítimas. Por isso, a depender do nível das agressões e da gravidade de suas consequências, o agressor pode ser responsabilizado civil ou criminalmente.

E as vítimas não são apenas estudantes. Muitos professores também têm sido alvo de agressões tanto no ambiente escolar quanto na internet. São muitos os casos de cyberbullying que utilizam, inclusive, montagens com o rosto de professores em situações vexatórias.

Família e escola são responsáveis

Esmanhoto destaca que, quando a escola toma conhecimento de um episódio de bullying ou cyberbullying, ela não pode se omitir. “Não cabe às escolas controlar as redes, é claro. Mas faz parte do processo educacional e da obrigação da escola ter atitudes preventivas, mostrando às crianças o quanto isso faz mal a quem é vítima. E, quando a escola recebe uma reclamação ou denúncia, ela precisa intervir junto às famílias e, dependendo da gravidade, até mesmo levar ao conhecimento das autoridades públicas.”

Segundo o especialista, os pais ou responsáveis pela criança que pratica o bullying ou o cyberbullying podem, sim, ter que responder no âmbito civil pelas atitudes dos filhos menores de idade. “A família precisa reconhecer que a atitude está errada e assumir a responsabilidade. No caso da responsabilização civil, a lei entende que não se pode cobrar indenização por exemplo, dos menores, então quem recebe essa cobrança são os pais”, detalha. Quando a responsabilização é criminal, no entanto, quem responde pelos possíveis atos infracionais é a própria criança, de acordo com as regras estabelecidas por lei.

O bullying e o cyberbullying foram tema de um painel conduzido por Esmanhoto no estande do Sistema Positivo de Ensino durante a Bett Brasil 2022. O especialista também dá mais informações sobre o assunto no episódio #3 da primeira temporada do Mar Laranja, podcast do Sistema Positivo de Ensino. Ouça em https://open.spotify.com/show/4Qw5JcKLMufjiVWvdIi8WY?si=c1020e56d6384fec

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Sobre o Sistema Positivo de Ensino 

É o maior sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversos componentes, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltadas à educação.