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terça-feira, 9 de julho de 2024

Fritura pode ser saudável? Entenda os benefícios do óleo de algodão

 

Óleo utilizado pela XBLOOM é a melhor alternativa para grandes volumes de fritura.

 

O lançamento de um “fast food saudável” em Curitiba tem gerado polêmica: “Como pode ser saudável se também tem fritura?”, perguntam os mais céticos. A XBLOOM, rede de lanches que abriu recentemente sua primeira unidade da capital no Shopping Palladium, aposta em lanches saborosos, porém nutritivos, como alternativa aos tradicionais sanduíches e combos oferecidos nas praças de alimentação país afora.

 

No menu da rede, estão sanduíches de proteína vegetal saborizada, bebidas funcionais adoçadas e coloridas 100% naturalmente, sorvetes proteicos e zero açúcar, empanados e snacks – esses últimos fritos em óleo de algodão.



 

Mas afinal: fritura pode ser considerada saudável?

 

A fritura pode fazer parte de uma dieta balanceada. Para garantir a qualidade e os benefícios à saúde de seus produtos, a XBLOOM utiliza em sua cozinha óleo de algodão que, segundo o médico Eduardo Fontes, é a melhor alternativa para grandes volumes de fritura e uso recorrente em relação aos óleos de soja, milho ou canola.

 

“O óleo de algodão é rico em nutrientes como a vitamina E, um importante antioxidante. Além disso, ele também é estável em altas temperaturas”, explica Fontes.

 

A estabilidade em altas temperaturas é crucial para que a fritura não atinja o temido “ponto de fumaça” – o que, no caso do óleo de algodão, só ocorre após 227 °C. É o momento em que o óleo esquenta demais e começa a fumegar, causando sabor e odor de queimado, devido à sua carbonização. Segundo o médico, é a partir dessa temperatura que o glicerol - ou glicerina - se quebra e forma a acroleína, uma substância irritante para a garganta e os olhos – e considerada cancerígena.

 

“A pior parte do óleo chegar ao ponto de fumaça é que ele acaba oferecendo inúmeros malefícios para o organismo, pois são formados produtos tóxicos ou cancerígenos, tais como acroleína e peróxidos”, explica Fontes. E continua: “Além disso, as alterações físicas e químicas dos óleos de fritura podem levar à produção de aldeídos, cetonas, radicais livres e ácidos graxos trans que são incorporados aos alimentos fritos e também são prejudiciais à saúde. Esses compostos podem causar doenças cardiovasculares, câncer, artrite e envelhecimento precoce”.

 

Para evitar tais alterações, a XBLOOM conta com um rigoroso controle de qualidade e de temperatura em suas operações, com trocas regulares do óleo de fritura e termostatos, para garantir que a temperatura nunca chegue ao ponto de fumaça.

 

Sobre a XBLOOM: A rede de “fast good”, que tem Xuxa como sócia e embaixadora, oferece lanches, bebidas e sobremesas funcionais, com produtos 100% vegetais, fortificados e com zero caloria vazia, sem abrir mão do sabor. A XBLOOM foca na saúde do consumidor, sem esquecer do meio-ambiente: as embalagens são 100% biodegradáveis; a operação é totalmente elétrica e o combustível fóssil e o plástico utilizados por fornecedores são compensados pela compra de créditos de carbono.

 

SERVIÇO:

XBLOOM Fast Good

Shopping Palladium | Praça de Alimentação – piso L3

Horário:

Segunda a sexta – 11h às 23h;

Sábados – 10h às 23h;

Domingos – 11h às 22h.

Redes sociais: https://www.instagram.com/xbloom_palladiumcuritiba/

Foto: Divulgação.

segunda-feira, 10 de junho de 2024

Saiba os benefícios de adicionar o agachamento búlgaro ao seu treino

 

Este exercício oferece uma série de benefícios para o desenvolvimento muscular e estabilidade do core, além de exigir concentração e técnica.

O agachamento búlgaro, também conhecido como agachamento unilateral ou agachamento split, oferece uma gama impressionante de benefícios para o desenvolvimento muscular e a funcionalidade do corpo. Ao realizar este exercício, múltiplos grupos musculares são recrutados de forma sinérgica, resultando em um treinamento completo e eficaz para as pernas.

O agachamento búlgaro é especialmente eficaz para fortalecer os músculos das pernas. Os glúteos são fortemente ativados durante o movimento, contribuindo para um bumbum mais firme e tonificado. Os quadríceps, localizados na parte da frente da coxa, são responsáveis pela extensão do joelho e são igualmente desafiados durante o exercício e os isquiotibiais, localizados na parte de trás da coxa, e as panturrilhas também são recrutados para estabilizar o corpo e controlar o movimento descendente e ascendente.

“Enquanto o agachamento búlgaro é executado unilateralmente, ele exige uma ativação significativa dos músculos do core para manter a estabilidade do tronco e evitar inclinações laterais. Isso não só fortalece os músculos abdominais, lombares e oblíquos, mas também melhora a consciência corporal e a postura. A natureza unilateral do agachamento búlgaro desafia o equilíbrio e a coordenação, uma vez que requer uma distribuição de peso cuidadosa e controle motor preciso. Este aspecto do exercício não apenas aprimora a habilidade de manter o equilíbrio em uma perna, mas também melhora a coordenação entre os membros inferiores”, explica Monica Marques, sócia e diretora técnica da Cia Athletica. 

Como fazer o agachamento búlgaro

O exercício se concentra principalmente em um membro de cada vez. Ele envolve estender uma perna para trás e colocá-la sobre uma superfície elevada, como um banco ou step, enquanto o outro pé permanece firmemente no chão. O movimento principal consiste em abaixar o corpo em direção ao chão, dobrando o joelho da perna que está à frente, até que a coxa fique paralela ao solo, e então retornar à posição inicial. 

Para ajudar na execução do exercício, separamos algumas dicas para executar o movimento com perfeição: 

Progressão gradual | Ao iniciar o agachamento búlgaro, é crucial começar com moderação. Utilize o peso corporal ou halteres mais leves para se acostumar com o movimento e aprimorar a técnica. A progressão gradual permite que você desenvolva força de forma segura e evite lesões decorrentes de excesso de carga, além de aprender o movimento sem saturar os músculos. 

Estabilidade é a chave | Durante todo o exercício, concentre-se em manter a estabilidade e o equilíbrio. Ative os músculos do core para estabilizar o corpo, garantindo uma postura adequada e reduzindo o risco de compensações que possam levar a lesões. Mantenha o foco na conexão com seu próprio corpo para otimizar os resultados.

Amplitude total de movimento | Não comprometa a amplitude de movimento em busca de levantar mais peso. Desça até que a coxa da perna à frente esteja paralela ao chão, garantindo um alongamento completo dos músculos e um recrutamento máximo das fibras musculares, promovendo um desenvolvimento muscular mais eficaz, ajudando a prevenir lesões e melhorar a flexibilidade. Lembre-se que agachamento bulgaro com halteres pode ser mais difícil e não estamos buscando aqui apenas o desafio. 

Sincronize a respiração | Mantenha uma respiração controlada e sincronizada com o movimento. Inspire ao descer e expire ao subir, mantendo um ritmo constante e fluido. A respiração adequada não só fornece oxigênio suficiente para os músculos, mas também ajuda a manter a estabilidade do core e a concentração durante o exercício

Experimente diferentes alturas | Nem todos os bancos ou steps são adequados para todos os praticantes. Experimente diferentes alturas de superfícies elevadas para encontrar aquela que melhor se adapta à sua mobilidade e conforto. Uma altura inadequada pode comprometer a forma e eficácia do exercício, portanto, faça ajustes conforme necessário para otimizar sua experiência e resultados.

Foto: Freepik.

quarta-feira, 26 de abril de 2023

Quando é cedo demais para a criança ir à escola?

 

Especialista dá dicas para pais e responsáveis que precisam decidir qual é o melhor momento para começar a adaptação escolar


Quem já passou em frente a uma escolinha infantil na hora da chegada dos alunos, principalmente nos primeiros dias de aula, provavelmente observou  uma cena comum: crianças muito pequenas que choram ao se separar dos pais para encontrar, dentro dos portões, professores, coleguinhas e um mundo totalmente diferente do que conheciam até então. Começar a frequentar o ambiente escolar nem sempre é uma experiência fácil, mas, quanto mais cedo essa introdução for feita, melhor para o desenvolvimento infantil, garantem especialistas.


Moldado a partir de estímulos e do afeto, o cérebro infantil muitas vezes está tão habituado à vida e convivência familiar que é difícil enfrentar o novo universo representado pela escola. Esses espaços, no entanto, trazem muitos benefícios para os pequenos. Para a psicopedagoga e consultora pedagógica da Conquista Solução Educacional, Alene Bastos, “são esses espaços que oferecem um direcionamento para o brincar e o explorar o mundo de forma geral, com a mediação de profissionais altamente preparados para apresentar esse mundo às crianças”.


Ela explica que, de modo geral, as crianças estão sempre abertas a aprender. “É claro que existe uma fase de adaptação a novos espaços e novas pessoas, que funciona de modo diferente para cada criança. Por isso, é preciso ter paciência e atenção, bem como acompanhar de perto esse período”, orienta.


Quando começar?


Mas, afinal, qual a melhor idade para iniciar esse processo? De acordo com a legislação brasileira, todo pai ou responsável é obrigado a matricular seus filhos em uma instituição de ensino quando eles completam quatro anos.  É importante lembrar que essa não é a idade mínima, mas a máxima.


No Brasil, a realidade de muitas famílias impõe a necessidade de que as crianças já estejam em creches ou escolinhas bem antes dessa faixa etária. São pais que precisam voltar ao trabalho e não têm com quem deixar os pequenos. Alene destaca que isso não é um problema, do ponto de vista do desenvolvimento infantil. “No meu caso, assim que meu filho teve autonomia para caminhar, quando tinha pouco mais de um ano, já começamos a levá-lo à escolinha”, relata. Para a especialista, em média, a partir dos dois anos de idade já é recomendável que essa introdução seja feita.


Quais são os benefícios?


Assim que nasce e durante um bom tempo, a criança conhece bem pouquíssimos ambientes, como a própria casa e a casa de familiares, como tios ou avós. Também é comum que ela só conviva com um número limitado de pessoas, o que restringe a construção de suas relações sociais. Nesse sentido, a escola representa um salto em seu desenvolvimento.


O time formado por professores, equipe pedagógica e demais funcionários é bem preparado para auxiliar na interação dos pequenos com o mundo que os rodeia. Essa interação de qualidade permite que eles comecem a ter mais autocontrole e empatia, além de regular as próprias emoções. Até o choro ao se separar da mãe na porta da escola faz parte desse processo. Já dentro da escola, o convívio com outras crianças favorece a construção de um círculo de amizades, importante ao longo de toda a vida.


Além disso, as rotinas estabelecidas pela escola são fundamentais. “Ali, as crianças têm tempo e espaço adequadamente organizados para vivenciar novas experiências, como brincar livre, conhecer, ouvir histórias, alimentar-se com qualidade e até a hora do descanso ou soninho”, afirma a psicopedagoga. Outra vantagem é o desapego do ambiente exclusivamente familiar, o que permite melhorar fatores como autoestima, autonomia e autoconfiança.


Por fim, não é raro que os responsáveis relatem mudanças positivas até mesmo na alimentação das crianças depois que elas começam a frequentar a escola. “Em grupo, o espelhamento permite que elas experimentem determinadas frutas, legumes e verduras que, sozinhas, não aceitariam. Muitos pais trazem esse feedback para as equipes”, conta.


Há desvantagens?


Ao decidir se já é hora de começar a ir à escola, é fundamental colocar todos os fatores na balança. “Uma das desvantagens é a exposição a diversas doenças de contato, já que o sistema imunológico das crianças ainda está em formação. Esse deve ser um ponto de atenção logo nos primeiros meses e os pais devem dar a devida importância a quadros recorrrentes”, aconselha Alene. Esse cenário pode ser minimizado com o acompanhamento de um pediatra. Outro ponto a ser observado é o comportamento. Para muitas crianças, a convivência com outros indivíduos é uma oportunidade de construção e socialização. Para outras, o contato muito cedo pode gerar problemas como a agressividade.


Nesse caso, as mudanças repentinas de comportamento são as principais formas de perceber que algo não vai bem. “Por se tratar de crianças bem pequenas, a maioria dos sinais não é verbal, de modo que os pais devem ficar atentos a pesadelos ou sono agitado, choro excessivo, irritação e falta de apetite, por exemplo”, ressalta. Quando isso acontecer, não é hora para desespero. O ideal é que os responsáveis procurem a coordenação da escola para que, juntos, possam encontrar as melhores soluções.

sexta-feira, 8 de julho de 2022

Dia da Pizza: confira receitas saudáveis para "mangiar" e celebrar a data sem excessos

 


Pizzas integrais e Minipizza com Biscoito de Arroz com ingredientes saudáveis substituem composição tradicional da receita, trazendo benefícios para a saúde

Segundo estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 90% dos brasileiros têm uma alimentação pouco nutritiva e altalmente calórica. A pesquisa aponta que menos de 10% consomem 400 gramas diárias de frutas, legumes e verduras. Em contrapartida, uma pesquisa realizada pelo Bake and Cake Gourmet, plataforma de receitas e cardápios saudáveis, revela que mais de 60% dos brasileiros buscam reduzir os carboidratos, açúcares e gorduras das refeições.

Celebrado no mês de julho, o Dia da Pizza reforça a atenção para o alto consumo do prato que, apesar de popular, pode ser prejudicial à saúde. Como dizem que "no Brasil, tudo acaba em pizza", uma Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) confirmou que o país é o segundo colocado no ranking de maiores consumidores de pizza do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. “É possível consumir o prato dentro de um plano alimentar balanceado, porém substituindo ingredientes para deixar mais equilibrado”, explica a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Carpi. Pensando nisso, a marca criou quatro opções de pizzas feitas com ingredientes e produtos da marca, que são referências no segmento de alimentação saudável.

 

Massa Integral de Pizza:

Ingredientes para uma pizza (6 pedaços)

  • 2 xícaras (chá) de Farinha de Trigo Integral Jasmine
  • 1 colher (sopa) de margarina light
  • 1 colher (sopa) de Chia em Grãos Jasmine
  • 1 colher (sopa) de Linhaça Marrom Jasmine
  • 1 xícara (chá) de água morna
  • 15 g de fermento biológico seco
  • Sal Marinho Atlantis Jasmine a gosto

Modo de preparo:

  1. Misture a água morna com o sal e dilua bem o fermento.
  2. Em seguida, junte com os outros ingredientes e sove a massa até ficar bem macia.
  3. Abra a massa em uma forma de pizza e faça furos com um garfo. Leve para assar em um forno preaquecido a 200ºC por 10 minutos.
  4. Retire do forno e deixe esfriar. Em seguida, acrescente o recheio à sua escolha e coloque novamente no forno na temperatura de 180ºC por 10 minutos.

Benefícios: farinhas de chia e linhaça agregam alto valor nutritivo de gorduras monoinsaturadas, ômega-3 vegetal e fibras prebióticas à receita. Dessa forma, é possível reduzir o teor de carboidratos, como é comum na pizza tradicional. 

Sugestão de recheio

  • Molho de Tomate Orgânico com Manjericão Jasmine
  • Queijo vegano ou queijo de búfala 
  • Tomate-cereja
  • Folhas de manjericão fresco


Minipizza com Biscoito de Arroz Sem Glúten

Ingredientes:

  • 10 unidades de Biscoito de Arroz Multigrãos Jasmine
  • 4 colheres (sopa) de molho de tomate 
  • 50 g de tomates-cerejas
  • Azeitonas picadas
  • 100 g de queijo vegano (castanhas, tofu, etc.)
  • Recheios de sua preferência
  • Orégano 
  • Sal Marinho Atlantis Jasmine a gosto

Modo de Preparo:

  1. Use os biscoitos de arroz como base para sua mini pizza.
  2. Passe o molho de tomate sobre os biscoitos, seguido do queijo e demais recheios.
  3. Leve a uma assadeira e deixe no forno por 5 minutos a 180ºC. Pronto!

Pizza Integral de Cogumelos

Ingredientes

  • 2 xícaras (chá) de Farinha Integral Jasmine
  • ½ xícara (chá) de Linchia (Linhaça + Chia) Jasmine
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 1 colher (sopa) de fermento químico
  • 2 ovos
  • 1 xícara (chá) de água
  • Sal a gosto

Modo de preparo: 

  1. Bata os ovos, junte o azeite e, aos poucos, acrescente a farinha integral e a linchia.
  2. Adicione a água e misture bem.
  3. Coloque o fermento e mexa. 
  4. Tempere com sal e coloque em um prato untado com azeite. 
  5. Deixe descansar por 20 minutos.
  6. Coloque no forno por aproximadamente 30 minutos para assar bem a massa integral. 
  7. Cubra com o recheio e asse por mais 15 minutos. 
  8. Decore com as folhas de rúcula e sirva.

Sugestão de recheio

  • Passata orgânica 
  • Queijo muçarela
  • Cogumelo shitake picado (pode ser substituído por Shimeji ou Porto Belo)
  • Folhas de rúcula

Benefícios: a receita de pizza com farinha de trigo integral traz um sabor semelhante à pizza tradicional, contudo, apresenta maior teor de fibras solúveis, ajudando na absorção controlada do carboidrato da própria massa. O recheio de cogumelos fornece alto índice de vitaminas e minerais.

Pizza de Escarola Sem Glúten

Ingredientes

  • 2 xícaras (chá) de Aveia Flocos Finos Sem Glúten Jasmine
  • 1 colher (café) de sal
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 9 colheres (sopa) de água

Modo de preparo: 

  1. Misture a aveia em flocos finos com os ingredientes e jogue aos poucos a água.
  2. Sove com a mão e deixe descansando por 10 minutos em um recipiente untado com azeite. 
  3. Abra a massa em forma de pizza e leve para assar por 25 minutos. 
  4. Coloque o recheio e asse mais 15 minutos.

Sugestão de recheio

  • Molho de tomate orgânico
  • Muçarela de búfala
  • Folhas de escarola
  • Palmito em tiras
  • Azeitonas cortadas

Benefícios: a aveia é uma fonte de fibras betaglucanas que possui propriedades significativas na modulação do intestino. O recheio oferece mais fibras e um equilíbrio de vitaminas e minerais. 

 

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos verdadeiramente saudáveis, práticos e saborosos. A operação da Jasmine começou de forma artesanal há 30 anos, no Paraná. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. A marca pertence ao grupo brasileiro M. Dias Branco, um dos maiores grupos varejistas do país. Mais informações: www.jasminealimentos.com


Foto: Divulgação Jasmine Alimentos