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quarta-feira, 18 de março de 2026

Evento de adoção no Shopping Mueller busca novos lares para cães e gatos resgatados

 

                    Ação aproxima animais resgatados de novos tutores e apoia ONGs protetoras


No próximo sábado, 21 de março, o Shopping Mueller realiza mais uma edição do Evento de Adoção, no Piso L1. A iniciativa reúne cães e gatos resgatados que buscam um novo lar, além da venda de produtos voltados para pets, com renda revertida para ONGs protetoras que utilizam os recursos para a compra de ração e medicamentos.

 

Realizado mensalmente, o evento aproxima o público de uma causa que transforma a realidade de animais vítimas de abandono e maus-tratos. A cada edição, um grupo de protetoras independentes tem a oportunidade de encontrar novos lares para os animais resgatados. Todos os pets disponíveis para adoção são castrados, vacinados e microchipados, garantindo mais segurança e bem-estar para os novos tutores.

 

Durante a ação, o público também pode colaborar com a causa ao adquirir itens da cooperativa La Xica, formada por mulheres engajadas na proteção animal. A renda obtida com a venda dos produtos contribui diretamente para a manutenção e o cuidado de animais resgatados.

 

A iniciativa integra o M. Social, programa do Shopping Mueller que conecta o público a projetos e instituições que promovem impacto positivo na comunidade.

 

Além dos eventos presenciais de adoção, o shopping também apoia iniciativas permanentes de incentivo à causa animal. Desde o final do ano passado, o Mueller conta com um totem interativo do projeto CHC Pet Lar, instalado no piso L3. O shopping foi o primeiro de Curitiba a receber o equipamento, que utiliza tecnologia para aproximar a população de cães e gatos disponíveis para adoção.

 

Por meio da plataforma, os visitantes podem conhecer animais acolhidos pelo CRAR – Centro de Referência para Animais em Risco, acessar informações sobre perfil e histórico dos pets e realizar um pré-cadastro para adoção responsável.

 

Serviço

Evento de Adoção Shopping Mueller

Local: Piso L1 | Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Centro Cívico, Curitiba/PR)

Data: 21 de março (sábado)

Horário: das 11h30 às 18h

Informações: www.shoppingmueller.com.br

Foto: Divulgação/ Shopping Mueller.

quinta-feira, 8 de agosto de 2024

4 mitos e verdades sobre os hábitos alimentares dos gatos

 

O paladar exigente é apenas uma das peculiaridades dos felinos, que já correspondem a mais de 30 milhões dos pets brasileiros

Com hábitos alimentares próprios e paladares um tanto sofisticados, os gatos ganham fama e incontáveis memes na internet. Quem nunca viu uma publicação de um gato reclamando que está passando fome em frente ao comedouro cheio, por exemplo? Embora seja divertido rir desses comportamentos, compreender as peculiaridades da espécie facilita a vida do tutor e colabora com a qualidade de vida dos bichanos.

A médica-veterinária e consultora da DrogaVET, Farah de Andrade, revela alguns mitos e verdades sobre os felinos.

Os felinos são carnívoros – VERDADE

Assim como os felinos de grande porte (tigres, onças, entre outros), os gatos domésticos também são carnívoros obrigatórios, o que significa que sua dieta natural é composta principalmente de carne. Na natureza, a ingestão de folhas, grãos e vegetais é feita em menor proporção e por meio dos alimentos contidos no estômago das presas. Por isso, a alimentação natural e as rações incluem também legumes, verduras e até mesmo carboidratos, em menor proporção.

Algumas características do organismo dos gatos são exclusivas de carnívoros, como ter menos dentes molares e pré-molares, se comparados aos cães, e dentes caninos maiores para perfurar e rasgar a carne das presas. O sistema digestório é mais simples, pois há baixa ingestão de fibras e carboidratos, tendo o estômago menor e o intestino mais curto que outras espécies. Além disso, o gato não possui a enzima que dá início à digestão dos carboidratos na boca, a amilase salivar.

Os gatos não sentem o sabor doce - VERDADE

Outra característica curiosa é não conseguirem detectar o sabor doce devido à ausência de um  receptor específico e ao número de papilas gustativas reduzidas, cerca de 500, enquanto os humanos possuem mais de 9 mil. No entanto, os sabores amargo, salgado e ácido são percebidos pelos felinos.

Embora o paladar não seja como o nosso, o olfato é o sentido mais utilizado: os gatos têm três vezes mais células olfativas do que os humanos. Por isso, a alimentação deve ser bem cheirosa e a interferência de outros odores junto aos comedouros deve ser evitada, como o uso de produtos de limpeza e essências para o ambiente.

Os bichanos são seletivos para comer porque são mimados – MITO

O que parece frescura, na verdade é o instinto de proteção dos felinos. A ração que fica exposta por muito tempo perde o frescor, o odor e pode até proliferar microrganismos, o que é interpretado pelo gato como um alerta de perigo. Além disso, eles não gostam de encostar os bigodes nos potes e podem se recusar a comer os grãos de ração que ficam nos cantos. A veterinária lembra também que o ideal é disponibilizar a alimentação mais vezes ao dia e na quantidade necessária para o período. Os gatos preferem fazer várias pequenas refeições, em vez de consumir grandes quantidades de uma só vez, assim como seus ancestrais selvagens, que capturavam pequenas presas diversas vezes ao dia.

Considerando ainda a ancestralidade, a preferência por alimentos úmidos e suaves vem da semelhança com carne fresca. “Esse fator também pode ser considerado quando o gato precisa de um tratamento. Eles não costumam aceitar a ingestão de comprimidos, mas podem se adaptar facilmente com medicamentos manipulados em formas úmidas, como molhos e pastas orais, e se sentirem atraídos pelos flavorizantes de peixe, frango, carne e queijo, por exemplo”, ressalta a veterinária. A DrogaVET é pioneira em manipulação veterinária, oferecendo cerca de 20 formas farmacêuticas e 30 flavorizantes que facilitam a adesão ao tratamento de diversas espécies.

Os hábitos alimentares adquiridos nos primeiros 6 meses de vida também influenciam as escolhas quando adultos. Se experimentarem texturas e sabores variados quando filhotes, se adaptarão mais facilmente a dietas diversificadas.

Os gatos preferem o sabor de peixe - MITO

A clássica cena dos desenhos animados com gatos enfeitiçados pelo sabor de peixe não é tão verdadeira. Na natureza, os felinos caçam mais aves e roedores. Por isso, rações e alimentação natural com carne bovina, de cordeiro e, especialmente, frango costumam fazer muito sucesso. “Devemos observar o apetite do pet com a ração ou alimentação. Se ele não parecer tão motivado ao se alimentar é importante testar um novo sabor, lembrando que a troca de ração deve ser gradativa para não afetar o sistema digestório do animal. Além disso, gatos não devem ficar longos períodos sem se alimentar. Então, nada de experimentar deixar o gato sem comer na tentativa de que ele aceite o sabor disponível”, alerta Farah.

A veterinária também revela que na rotina da farmácia o sabor frango é o mais pedido, seguido por salmão e atum. “Conhecer o paladar e o que estimula o olfato do pet é crucial, não somente para a dieta do animal, mas também para quando ele precisa de um tratamento”.

Além das peculiaridades alimentares dos bichanos, é importante considerar os cuidados com a higiene para garantir a aceitação dos alimentos e a saúde do pet. É recomendável manter um local fixo para os comedouros, sempre longe da caixa de areia, e lavá-los após a alimentação para evitar a proliferação de microrganismos.

Sobre a DrogaVET

A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 100 unidades no Brasil, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários. Mais informações no site www.drogavet.com.br.

Foto: Vitor Zanfagnini.

quinta-feira, 9 de março de 2023

Conheça a empresária curitibana Maríana N´aito, idealizadora da Patê du Gato

 

O pulo da gata


Maríana N´aito: empreendedora curitibana lança Patê du Gato, marca de comida natural para pets via iFood

Cansada de gastar quase R$ 100 por dia em sachês industrializados para seus gatos, a advogada e empresária Maríana N´aito começou a fazer as próprias porções para seus bichanos como forma de diminuir os gastos. O resultado foi uma alimentação mais saudável, barata e de alto valor nutritivo. Ela percebeu, então, que a ideia poderia sair das portas da sua casa e criou a Patê Du Gato.


A marca foi concebida depois de testes com vizinhos, conhecidos e alguns lares de gatos. Maríana percebeu que Curitiba seria um ótimo mercado e desenhou o negócio com foco na entrega via delivery.

  Assim, a Patê Du Gato tornou-se a primeira empresa a oferecer comida saudável e 100% natural para gatos pelo iFood. São quatro opções de patês, incluindo um vegetariano, além de duas opções do Elixir, um caldo hidratante usado na recuperação de pets com problemas de saúde. A produção é semanal e totalmente artesanal, rendendo aproximadamente 300 porções de patês e 50 garrafas de elixir.

Desde o lançamento, no início deste ano, a Patê du Gato já cresceu mais de 400%. O lucro está em 135% e o objetivo de Maríana é expandir e consolidar a marca como a principal opção de comida natural para os pets. Cada unidade dos produtos custa menos de R$ 6 e a meta de Mariana é encerrar 2023 com um faturamento mensal de R$ 10 mil.

 

SERVIÇO:

Patê du Gato

www.patedugato.com.br

@patedugato

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Seu pet tem medo de fogos de artifício, trovões e tempestades? Saiba como acalmá-lo

 

Como a utilização de Florais de Bach prescrita por um profissional pode dar tranquilidade para o animalzinho que tem medo dos fogos



A Copa do Mundo e as festas de fim de ano passaram e, como em todas, é comum que soltem fogos de artifício em comemoração. Justamente nessas situações e quando ocorrem fortes chuvas, é que vemos o medo de muitos bichinhos, especialmente cachorros, por conta do barulho estrondoso. O que muitos não sabem é que é possível tratar esse medo que persegue nossos pets ano após ano.

Esse foi o caso do cachorrinho Klink, que tremia de medo e fugia, sem saber onde se esconder, quando ouvia barulhos de trovões e fogos. Entretanto, passou a ficar tranquilo, sem temer os barulhos quando foi tratado com Florais de Bach, o qual atua diretamente no emocional, pela Dra. Rika Yamane, veterinária especialista em acupuntura e neste tipo de tratamento.

“É preciso formular o floral certinho, de acordo com o motivo do medo e suas reações em relação a isso, para atuar no que o paciente precisa. Não se trata de simplesmente comprar e dar um ‘floral para medo’. Por isso é super importante passar por uma consulta com médico veterinário com experiência em Florais de Bach”, explica a especialista.

As festas não precisam mais ser estressantes, nem para o seu cão, gato (ou outro animalzinho) e nem para você. Basta deixar que a expertise do profissional veterinário especialista ajude seu pet, assim como o Klink foi ajudado.

Serviço: Rika Yamane
Acupuntura em cães e gatos
@dra.rikayamane
(41) 99511-7677
www.drarika.com.br
Rua Pedro Nolasko Pizzato, 315 – Mercês, Curitiba – PR