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terça-feira, 11 de novembro de 2025

Oficina de Cenografia gratuita chega a Curitiba

 


Até o dia 21 de novembro, a capital dos paranaenses recebe o projeto dos Núcleos Paranaenses de Cenografia que viaja pelo Paraná com a missão de expandir a formação nas áreas técnicas para as artes da cena.





 

Um percurso com o potencial de formar mais de 300 profissionais ligados a uma parte primordial de criação artística no palco, seja ela para o teatro, música, dança ou eventos culturais. Depois de passar por Londrina, Maringá, Cascavel, Francisco Beltrão, Ponta Grossa e Guarapuava, o projeto Núcleos Paranaenses de Cenografia chega a Curitiba para duas semanas de imersão a partir de hoje, 10 de novembro. As aulas gratuitas acontecem até o dia 21 de novembro no Laboratório de Teatro de Animação e Visualidades da Cena (LATA), na Sede Artes da Cena (SEARC) da Faculdade de Artes do Paraná, - Campus de Curitiba II da Unespar, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h. As vagas já estão esgotadas.

Aprovado no Edital Qualifica Paraná, da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura do Ministério da Cultura – Governo Federal e apoio da Faculdade de Artes do Paraná /Unespar e Teatro Guaíra, o projeto tem como objetivo expandir a formação nas áreas técnicas das artes da cena, algo ainda pouco oferecido no Brasil em termos de profissionalização. Com foco na arte da cenografia, as Oficinas propõem o compartilhamento de conhecimentos conceituais, teóricos, historiográficos, estéticos, criativos e práticos desse universo conhecido muito bem por Gelson Amaral, que comanda as atividades em cada uma das cidades-núcleos contempladas pelo projeto.

Mantendo a perspectiva de experimentação prática, a metodologia tem como norte a aproximação de cada participante com esses conceitos, teorias e referências enquanto experimentam o exercício do pensar criativamente e esteticamente a artesania da construção de cenários. O cronograma envolve, ainda, visitas técnicas guiadas em espaços teatrais e o exercício de criação de projetos cenográficos por meio da construção das maquetes de espaços dedicados ao teatro em cada uma das cidades-núcleo. Em Curitiba, a visita técnica acontece no complexo do Teatro Guaíra, às nove da manhã da quinta-feira (13) e será muito especial. Além dos participantes da Oficina, o Núcleos Paranaense de Cenografia convida uma turma de mais de 30 alunos do 8º ano do Colégio Estadual José Pioli, da cidade de Itaperuçu, para descobrir todos os segredos dos bastidores de um teatro.

Formado em Arquitetura pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Amaral também passou pelo curso de Cenografia e Indumentária do CPT (Centro de Pesquisa Teatral) dirigido por Antunes Filho, sob coordenação do cenógrafo e também arquiteto José Carlos Serroni, um dos maiores nomes da cenografia nacional e que também inspira a metodologia das Oficinas com o conceito do seu Espaço Cenográfico, em São Paulo. Em meio a inúmeras produções, impossível não mencionar o Prêmio Shell de Melhor Cenografia, recebido em 2002 por Gelson Amaral pelo cenário do espetáculo teatral “Da Arte de Subir em Telhados”, da renomada Armazém Companhia de Teatro.

“Os ofícios de profissionais das áreas técnicas do teatro são aprendizados adquiridos muitas vezes na prática. É um aprender que se faz constante”, analisa Amaral. Por outro lado, continua o cenógrafo, é uma formação ainda pouco presente em cursos de graduação da área, tampouco em cursos livres e a escassez de profissionais habilitados, com formação na área técnica para as Artes da Cena, também se verifica no Paraná. “Nossa ideia é criar, em cada cidade, um espaço de experimentação que dê a possibilidade aos participantes de vivenciarem na prática os estudos da linguagem cenográfica, com a projeção de cenários, experimentos com maquetes, manipulação de materiais e a confecção de projetos de cenários e/ou elementos cênicos”, justifica.

O projeto Núcleos Paranaenses de Cenografia surgiu para ampliar os conhecimentos de profissionais que já atuam na área, mas também se direciona a quem quer iniciar nesta arte, com foco em promover novas possibilidades de trabalho para outros agentes culturais. Além de Amaral, participam da proposta a pesquisadora e doutora em Artes Cênicas Carin Louro e o ator e diretor Marcos Martins, ambos com longa trajetória nas artes do espetáculo. À frente da produção executiva, o também ator e pesquisador Álvaro Canholi, da PÁ! Artística, proponente do projeto.

Além de resgatar e celebrar a história da cenografia no Brasil e no Paraná, o desejo é revelar novos talentos pelo Estado, fazendo surgir uma categoria forte e qualificada de técnicos e artistas da cena nas cidades abarcadas pelo projeto ao provocar reconhecimento, reflexão e difusão do fazer cenográfico. Para Álvaro Canholi, o processo de qualificação de artistas e técnicos deve contribuir para a cena cultural do estado e para a profissionalização das áreas técnicas das Artes da Cena, oferecendo outras possibilidades de trabalho para muitas pessoas que estarão aptas a atender as demandas do mercado artístico paranaense. Os materiais para as aulas também são fornecidos gratuitamente aos alunos. “Este projeto possui caráter formativo e, por si só, já cumpre com o importante papel de atuação social, comunitária e democratizadora que toda proposta cultural deve assumir”, diz.

Depois de Curitiba, o projeto segue para Paranaguá, de 01 a 12 de dezembro. Em cada uma das cidades-núcleo foram disponibilizadas 40 vagas para pessoas maiores de 18 anos. As aulas, assim como todas as atividades da Oficina na capital, contam com recursos de acessibilidade, em especial a tradução em LIBRAS. Além das aulas presenciais, os alunos da Oficina de Cenografia, em todas as cidades, contam com vídeos didáticos com tradução em LIBRAS e cada espaço escolhido para a realização das aulas garantem a acessibilidade a todo participante, com segurança e autonomia, total ou assistida. Outro ponto diz respeito às visitas técnicas, parte importante na metodologia da Oficina, quem sempre acontecem em espaços teatrais com acessibilidade arquitetônica. Mais informações pelo e-mail nucleosartesdacena@gmail.com e nas redes sociais do projeto: @nucleos_pr_cenografia

Serviço:

Núcleos Paranaenses de Cenografia | Oficinas de Cenografia

Projeto aprovado no Edital Qualifica Paraná, pela Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura do Ministério da Cultura – Governo Federal.

 

Em Curitiba

De 10 a 21 de novembro

Local: Laboratório de Teatro de Animação e Visualidades da Cena (LATA), na Sede Artes da Cena (SEARC) da Faculdade de Artes do Paraná/Unespar, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h. Vagas já esgotadas.

Foto: Roberto Dziura Jr.

segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Oryai - Oficina de Brincadeiras dos Povos Originários

 

O projeto cultural Oryai - Oficina de Brincadeiras dos Povos Originários, coordenado por Thiery Maciel, chega a Curitiba nos dias 02, 03 e 04 de setembro para oferecer uma experiência imersiva na memória e no universo lúdico de dois povos indígenas do Brasil.

 

A iniciativa, que é um importante exercício de valorização cultural, convida educadores, estudantes e artistas a participarem de uma jornada de aprendizado e diversão, desmistificando visões equivocadas sobre a cultura nativa.

Coordenada por Thiery Maciel, artista indígena do território de Tenondé Porã, a oficina prática e teórica apresentará um rico repertório cultural. Os participantes irão aprender e praticar jogos-brincadeiras tradicionais como o jogo da onçaxondaroarranca mandiocapetecagaviãocorrida do sacifiguras de barbante e o famoso huka-huka.

A oficina integra o Projeto Brincadeiras Tradicionais - O Repertório Lúdico Brasileiro, uma realização do Ponto de Cultura Teatro Cultura - ACTC. O projeto celebra 22 anos de pesquisa, resgate e perpetuação das brincadeiras brasileiras e é aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura - Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura - Governo Federal.

Os participantes da oficina receberão material de apoio, incluindo um e-book e conteúdo audiovisual acessível por QR code. Além disso, os eventos marcarão o lançamento do livro "Oryai - O Brinquedos dos Curumins", de Paula Giannini e ilustrações de Surian Barone. O livro, com apresentação de Thiery Maciel, narra a história de uma menina que, por meio de um boneco indígena, descobre e aprende a brincar como os povos originários.

Serviço

Oryai – Brincadeiras dos Povos Originários

Locais das oficinas indígenas: 

 

02 e 03/09, às 9 e 14 horas no NRE Matriz - Praça Rui Barbosa, 101 - Centro - CURITIBA - (No dia 03 as oficinas contam com Libras);

 

04/09 às 9 e 14 horas no LAPI -  Avenida João Gualberto, n.º 623 – Edifício Delta, 3º andar, Torre B – Bairro Alto da Glória – CURITIBA.

 

Classificação indicativa Livre

Para educadores, estudantes e artistas

Entrada gratuita, mediante inscrição antecipada.

Coordenação geral – Paula Giannini e Amauri Ernani

Oficina de Thiery Maciel (artista indígena – cineasta, ator e pesquisador)

Realização – Palco Cia de Teatro e Ponto de Cultura ACTC

Onde se inscrever:  https://forms.gle/QUmRQRyz2rG1tHPx7

Conheça o Projeto: https://brincadeirastradicionaisbrasileiras.wordpress.com

 

"Projeto aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura - Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura - Governo Federal".

Foto: Amauri Ernani

quarta-feira, 10 de julho de 2024

Inscrições abertas para a oficina "O poder transformador do cinema afrofuturista"

 

A II Afrika XX chega a cidade de Curitiba em agosto com convidado camaronês

Jean-Pierre Bekolo

A mostra II Afrika XX chega ao Cine Passeio de 8 a 14 de agosto e está com inscrições abertas para a oficina "O poder transformador do cinema afrofuturista", ministrada pelo cineasta camaronês, Jean-Pierre Bekolo, conhecido por ser precursor, em África, ao produzir o afrofuturismo nos cinemas. 

A segunda edição da mostra Afrika XX reúne filmes pioneiros dos cinemas africanos realizados no século 20 reconhecidos em festivais por sua inovação e linguagem diaspórica, diminuindo a lacuna e a distância na distribuição de filmes do continente africano nas salas de cinema comerciais e dos festivais realizados no Brasil.

A proposta da Cartografia Filmes, realizadora da mostra, é oportunizar o acesso a novos olhares  que desafiam as normas de representação através de estereótipos perpetuados pelo olhar eurocêntrico, assim, a oficina explora como o cinema Afrofuturista ou Futurismo Africano apresenta futuros africanos alternativos, contribui para a evolução da arte cinematográfica e narrativas pós-coloniais. Aprofunda-se na prática e na teoria do cinema, enfatizando o cinema como uma ferramenta transformadora para exploração intelectual e de mudança social.

A inscrição estará aberta ao público até o dia 15 de julho e a previsão é de que o resultado da seleção seja divulgado no dia 25 de julho na rede do instagram da Cartografia Filmes. A oficina acontecerá entre os dias 9 e 11 de agosto.

Como ação afirmativa, a organização irá oferecer 30 bolsas de custeio, contemplando em 15 vagas direcionadas para os residentes do litoral e do interior paranaense com passagem de ida e volta de ônibus entre a cidade da(o) participante e Curitiba, mais o recurso de alimentação. As outras 15 vagas serão destinadas aos moradores de Curitiba e região metropolitana com o custeio do transporte coletivo e alimentação para a participação durante os três dias de oficina.

A inscrição pode ser feita neste link, no formulário tem mais informações sobre os critérios, detalhes da bolsa e datas a serem seguidas.

A II Afrika XX é uma realização da Cartografia Filmes com apoio de Candaces Produção Cultural e incentivo Ebanx. Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Inscrições abertas para a oficina "O poder transformador do cinema afrofuturista" até 15 de julho.
Link de inscrição: https://forms.gle/f1c4r1vi13bCik8j7

Instagram: https://www.instagram.com/cartografiafilmes/
Foto Jean-Pierre Bekolo:
https://drive.google.com/file/d/1evNfgeufyFzIEPFLoZvJW8KRJNiOlDAD/view?usp=sharing


Sobre Jean-Pierre Bekolo
Jean-Pierre Bekolo emergiu como um proeminente cineasta africano no início da década de 1990. Conhecido pelo seu cinema inovador, Bekolo estudou física e química na Universidade de Yaoundé, nos Camarões, antes de prosseguir os seus estudos no Institut National de l'Audiovisuel em Paris. Seus filmes, como "Aristotle’s Plot" (1996) e "Les Saignantes" (2005), consagraram-no como um visionário do cinema africano. Bekolo publicou ensaios e livros com destaque para “O Cinema como Ferramenta Transformadora do Intelectual Terapêutico” (2023). Seu trabalho, profundamente filosófico e socialmente engajado, continua a desafiar as normas e a amplificar as vozes africanas no cinema global. Jean-Pierre Bekolo é bolsista Harvard McMillan-Stewart de 2024.

Filmografia:

"Les Saignantes" (2005); "Naked Reality" (2016); "Le Président" (2013); "Miraculous Weapons" (2017); "Nous Les Noirs" (2021).

Documentários:
"Mudimbe’s Order of Things" (2015); "Africa, Thought in Motion" Parts 1 and 2.

Sobre a II Afrika XX
Mostra realizada pela Cartografia Filmes que reúne filmes pioneiros dos cinemas africanos realizados no século 20 reconhecidos em festivais por sua inovação e linguagem diaspórica.    

Promove o protagonismo e inventividade de incursões por gêneros narrativos, musicalidades, moda e outros aspectos cinematográficos para além dos estereótipos explorados eurocêntricos. Também diminui a lacuna e distância na distribuição de filmes do continente africano nas salas de cinema comerciais e dos festivais realizados no Brasil.

Sobre Cartografia Filmes

A Cartografia é uma produtora audiovisual que une trajetórias diversas. Desse território de encruzilhada, nossa atuação se movimenta pelo desejo de compartilhar novas formas de acesso e produção dos bens culturais, fortalecendo e criando espaços coletivos nos eixos de difusão, formação e produção do audiovisual realizado e protagonizado por pessoas negras, de maneira a abrir caminhos na reconstrução de imaginários onde múltiplas subjetividades sejam livres para exercer sua existência com plena autonomia e potência. A Cartografia Filmes também é idealizadora dos projetos Festival Griot, já em sua 4ª edição; e do Circuito Griot. São filmes de cineastas pioneiros realizados no século XX.

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Renomado diretor carioca Eduardo Wotzik promove oficina de teatro gratuita na Caixa Cultural Curitiba

 

Encontros acontecem entre 8 e 12 de novembro e trazem teoria e prática da relação entre ator, espectador e a palavra



O premiado ator, diretor e dramaturgo Eduardo Wotzik traz pela primeira vez a Curitiba a oficina de teatro “A Palavra”. A série de cinco encontros vai promover diálogo, teoria e exercícios práticos sobre a relação entre o ator, o espectador e o texto. A oficina é gratuita e acontece entre os dias 8 e 12 de novembro, na Caixa Cultural Curitiba.

Cada encontro terá duração de quatro horas e tem como objetivo o aprimoramento técnico e intelectual do artista, colocando-o em contato com os conceitos e a linguagem do diretor. Os participantes terão a oportunidade de conhecer seus pensamentos sobre o teatro e as suas técnicas para valorizar a palavra - e a importância que ela tem no processo de comunicação teatral. 

A oficina conta, ainda, com a participação da atriz, bailarina, e coreógrafa Dani Calichio, que vai auxiliar Wotzik nos encontros.

“A Palavra” tem patrocínio da Caixa Cultural e do Governo Federal.


SERVIÇO:

Oficina de teatro A PALAVRA

Data: de 8 a 12 de novembro

Horário: das 14h às 18h

Inscrições gratuitas

Público que se destina: atores, diretores, cenógrafos, figurinistas, iluminadores, estudantes e profissionais das artes cênicas, técnicos e professores de teatro, gestores e público em geral.

Classificação indicativa: maiores de 18 anos

Inscrições pelo link: https://forms.gle/fBuvoCrKHDTnU2GTA

Serão oferecidas 25 vagas, sendo 50% para pessoas negras, quilombolas, mulheres, povos indígenas e LGBTQIAP+


Sobre Eduardo Wotzik


Wotzik é sem dúvida um dos mais consistentes e investigativos homens do teatro brasileiro. Com mais de 40 anos dedicados à pesquisa da cena, psicólogo formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), nasceu no Rio de Janeiro em 1959, e foi um dos fundadores de um dos mais importantes grupos de teatro do Brasil, o Grupo Tapa. NO grupo, atuou como diretor, ator e produtor durante dez anos em espetáculos aclamados pelo público e crítica como “Viúva, porém Honesta”, de Nelson Rodrigues, “Pinóccio, de Collodi, “O Anel e a Rosa”, de Thackeray, “O Noviço”, de Martins Pena, “A Casa de Orates”, Artur e Aloisio Azevedo, “O Alienista”, de Machado de Assis, entre outros.


Já em carreira solo, se transformou em um dos mais representativos diretores cariocas de teatro, tendo dirigido entre outros, as extraordinárias tragédias gregas, “Tróia” de Eurípedes, e “Édipo Rei” de Sófocles, além dos espetáculos “Um Equilíbrio Delicado” de Edward Albee, “Escola de Mulheres” de Molière, “O Homem que Sabia Javanês” de Lima Barreto, “Bonitinha, mas Ordinária”, de Nelson Rodrigues, “Yerma” de Federico Garcia Lorca, “O Pássaro Azul” de Maeterlinck, “Sonata Kreutzer” de Tolstoi, “Missa Para Clarice” da obra de Clarice Lispector, “Emily” de Emily Dickinson, “Estilhaços, “Nos tempos de Araca”, e “Um Ensaio Aberto” de sua autoria, e os espetáculos de dança Missa Para Clarice e Éticas, esse último uma co-autoria com Marcos Caruso, no CCBB/RJ. Atualmente está em cartaz com o espetáculo “Hannah Arendt - Uma Aula Magna”, de sua autoria no CCBB - Belo Horizonte de 24 de novembro a 18 de dezembro.

Dirigiu e atuou em mais de 50 espetáculos. Suas montagens sempre muito diferentes umas das outras, tem proporcionado ao público que o acompanha, espetáculos absolutamente diferentes a cada obra realizada, conquistando Prêmios Mambembe, Molière, Shell, Ibeu, Mec, Minc, e milhares de espectadores Brasil adentro, e mundo afora. 

Em sua carreira internacional, dirigiu em Lisboa, junto com Domingos Oliveira, - a convite do também saudoso humorista português Raul Solnado - o espetáculo “Confissões das Mulheres de Trinta”. Wotzik voltou à Europa em 2012, agora para levar seu espetáculo “Bonitinha, mas Ordinária” ao Porto, no ano Brasil-Portugal, representar a arte brasileira, e celebrar o centenário de Nelson Rodrigues. 


Sobre Dani Calicchio - Assistente

Performer, Pesquisadora em Dança e Diretora Artística, Dani se formou em Dança pela UNICAMP, onde atuou como professora concursada de Técnica de Dança e professora na aplicação do Vestibular Nacional em Dança na UNICAMP durante vários anos. 

Trabalhou com importantes diretores como Eduardo Wotzik, Miguel Falabella, Marcos Caruso, José Possi Neto, Elias Andreatto, entre outros, em diversos projetos artísticos em São Paulo e no Rio de Janeiro. Coreografou shows de Caetano Veloso e Chico César. Atuou como assistente de direção de Miguel Falabella, diretora residente, em diversos musicais. 

Foto: Kassius Trindade.