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segunda-feira, 12 de agosto de 2024

O Samba Conjugado de João Cavalcanti em Curitiba

 

A CAIXA Cultural apresenta o músico e compositor João Cavalcanti como terceira atração do projeto Samba de Bamba.


Foto: Andre Rola.


A apresentação acontece na próxima terça-feira, dia 13, às 20 horas, no teatro da CAIXA Cultural Curitiba (R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). Na ocasião, o sambista, acompanhado por Alaan Monteiro (bandolim) e Gabriel de Aquino (violão), vai mostrar, pela primeira vez ao público curitibano, o show “Samba ConjugadoCom quase 25 anos de carreira e uma discografia de 12 álbuns em que participa como artista (que lhe valeram três Prêmios da Música Brasileira e uma indicação ao Grammy Latino), João Cavalcanti vai relembrar os sambas gravados pelo Casuarina, grupo que fez parte por 16 anos, temas de seus discos solo - "Placebo" (2012), "Garimpo" (2018) e "Samba Mobiliado" (2019) - e temas gravados em Desengaiola (2022), álbum audiovisual feito em parceria com Alfredo Del Penho, Moyseis Marques e Pedro Miranda, indicado ao Grammy Latino e que ganhou o Prêmio da Música Brasileira 2023. Os ingressos estão esgotados.


Oficina gratuita


Na quarta-feira (14), às 15 horas, o projeto Samba de Bamba oferece a Oficina Samba Reciclado na Sala de Oficinas da CAIXANa ocasião,o músico Marcel Cruz vai ensinar como confeccionar instrumentos de percussão a partir de material descartável. Durante a aula os alunos vão construir com garrafas pet, embalagens de iogurte, tampinhas metálicas e garrafinhas de long neck quatro instrumentos criativos e reciclados. São eles: ”Chocalhute”, “Recopet”, “Roncar de tampinhas” e “Longagogo”. A atividade é aberta ao público acima de 14 anos. As vagas são gratuitas e limitadas e podem ser feitas pelo link: Oficina Samba Reciclado.


Marcel Cruz é músico, ator e produtor cultural. Formado e licenciado em Música pela UFPR. Atua como músico profissional desde 1999. Participa e já participou de diversos projetos na área sendo, desde 2010, um dos responsáveis pelo bloco Sacis e Garibaldis. Durante quatro anos fez parte do grupo "Construindo a Música" voltado para a construção de instrumentos a partir de material reciclável e/ou sustentável.


Samba de Bamba

Após três apresentações com ingressos esgotados, o curador e coordenador geral do projeto, Rodrigo Browne, acredita que a nova edição do Samba de Bamba está alcançando seu objetivo com sucesso. Ele explica que a proposta do projeto é proporcionar ao público de Curitiba um encontro inédito do público da cidade com artistas que chegam pela primeira vez na CAIXA Cultural de Curitiba para apresentar seu trabalho. Browne conta que cada convidado do projeto tem o compromisso de apresentar no repertório, composições que respeitam o nosso passado cultural e que, ao mesmo tempo, renovam o samba com qualidade. “Até dezembro, além desse show, vão acontecer mais cinco apresentações e cada artista convidado virá acompanhado com seus músicos. É importante acompanhar as redes sociais da CAIXA para saber quando começa a venda na bilheteria e garantir seus ingressos”.

A próxima atração do projeto é o sambista Marcelo Menezes, no dia 03 de setembro.

 

Samba de Bamba – João Cavalcanti

Local: CAIXA Cultural Curitiba – R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro

Data: 13 de agosto, terça-feira, às 20h.

Ingressos: Esgotados.

Duração: 80 minutos

Classificação: livre para todos os públicos

Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).

Crédito foto: André Rola

 

Samba Reciclado - Oficina de construção de instrumentos de percussão.

Ministrante: Marcel Cruz.

Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurinho, 280).

Terça feira, dia 14, às 15 horas.

Número de vagas: 20

Aberta ao público em geral.

Inscrições gratuitas pelo link: Oficina Samba Reciclado

Objetivo: Reciclar garrafas pet, garrafas long neck, embalagens de iogurte e tampinhas metálicas de garrafa para transformar em instrumentos musicais de percussão. O material utilizado será fornecido pela Oficina.

 

Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba

segunda-feira, 10 de junho de 2024

Série de shows do Samba de Bamba está de volta


Serão oito apresentações até dezembro na CAIXA Cultural

 

Branka

Após um intervalo de quatro anos, o projeto Samba de Bamba está de volta à Curitiba. A estreia acontece na próxima terça-feira, dia 11, com o sambista carioca Agrião, em única apresentação, às 20 horas, no teatro da CAIXA Cultural (R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). Agrião, virá acompanhado por sua banda formada por Marcos Basílio (percussão), Marcelo Pizzot (percussão), Wellington Monteiro (violão) e Wanderson Martins (cavaquinho e direção musical), e, além de seus sambas autorais, promete um passeio musical pelas obras dos compositores que influenciaram sua carreira. Os ingressos estão esgotados.


Agrião promete fazer uma ode ao samba e relembrar sucessos que marcaram os seus 40 anos de carreira. "Será uma noite de muita alegria e paz. Vamos cantar o samba em todas as suas vertentes. Na estreia do projeto Samba de Bamba, eu quero cumprir a minha missão que é levar paz, alegria, música e muita emoção para o público de Curitiba. Prometo uma noite de magia junto com parceiros e amigos", comemora Agrião. No show ele preparou um pot-pourri com sambas inesquecíveis do parceiro e mestre Martinho da Vila e, também, uma homenagem à primeira-dama do Samba, Dona Ivone Lara.


Além dos clássicos do samba, o público terá a oportunidade de ouvir composições autorais de Agrião que destaca “Quintal da Ciata”, inspirado na casa da Tia Celina, onde tudo começou: “Foi essa mulher que me colocou no samba. Ela morava na subida da Pedra do Sal e foi ali, na casa dela, que eu bebi naquela fonte”, relembra ele. Segundo Agrião, essa música é uma homenagem para as duas tias: Celina e Ciata. 


“Se estou aqui até hoje, foi graças a essas pessoas”. Outro samba da nova safra, “Pra Mart´nalia”, é uma homenagem que ele fez para a amiga/cantora que dá nome à música, Martinho da Vila e Vila Isabel. “Esse é um samba que me toca muito, tem um arranjo emocionante do Wanderson (Martins). Além disso, quem deu o título para a música foi a Maria Bethânia. Não precisa dizer mais nada, né?”.


Samba de Bamba


O curador e coordenador geral do projeto, Rodrigo Browne, comemora a nova edição do evento e adianta que até dezembro, vai promover uma série de oito shows com artistas de várias cidades que chegam na CAIXA Cultural de Curitiba acompanhados por seus músicos, com a proposta de apresentar o que se convencionou chamar de "Samba de Raiz", mas que, na verdade, trata-se do samba tradicional sem imposições comerciais do mercado. Ele lembra que o projeto se chama Samba de Bamba por conta do programa que produz e apresenta há 28 anos na emissora Paraná Educativa FM - que foi eleito, em 2023, pelo Prêmio Profissionais da Música, o Melhor Programa de Rádio do Brasil.


No programa, durante a transmissão, o apresentador convida uma personalidade do samba que faz uma seleção de músicas de memória afetiva, explicando o porquê da sua escolha com os ouvintes. No Teatro da CAIXA a intenção é parecida. Isto é: cada atração do mês pode pontuar sua apresentação contando ao público o porquê escolheu alguns sambas para cantar. Revelando no palco, sua ligação afetiva com aquela composição.


Browne enfatiza que, mensalmente, os artistas têm o compromisso de apresentar no repertório, composições que respeitam o nosso passado cultural e que, ao mesmo tempo, renovam o samba com qualidade. “Com esse projeto a CAIXA Cultural possibilita, muitas vezes, um encontro inédito entre o artista e público, promovendo uma importante e fundamental democratização da nossa cultura”, finaliza.

A próxima atração do projeto é a sambista curitibana Branka, no dia 09 de julho.

 

Serviço:

Samba de Bamba – Agrião

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro

Data: 11 de junho

Horário: terça-feira, às 20h.

Ingressos: ESGOTADOS.

Bilheteria: De terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)

Duração: 80 minutos

Classificação: livre para todos os públicos

Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).

 

Samba de Bamba 2024 - Atrações:

 

11/06 - Agrião

Jorge Fernando Ribeiro Trindade, conhecido como Agrião, passou a maior parte de sua carreira dedicada ao samba. Na Vila Isabel, foi da bateria, do carro de som e, atualmente, é integrante da Ala dos Compositores. Foi percussionista da Banda do Martinho da Vila e bebia da fonte em Vila Isabel, no bar dos compositores no início dos anos 80, com grandes amigos Paulinho da Viola, Almir Guineto, Roberto Ribeiro, João Nogueira, Nelson Cavaquinho, Agepê, Mestre Marçal e muitos outros.

 

09/07 Branka (PR)

Branka começou na carreira como Karyme Hass, seu nome de batismo, mas, quando foi de Curitiba, sua cidade natal, para o Rio de Janeiro, caiu nas rodas de samba, onde era chamada de "branquinha" e acabou virando Branka. Seu álbum "Barra da saia", lançado em 2013, que estreou no samba, com participação especial de Zeca Pagodinho. Esse trabalho foi indicado ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Samba, e a faixa-título "Barra da saia" foi indicada ao Prêmio Multishow na categoria de Melhor Samba.

 

13/08 João Cavalcanti (RJ)

João Cavalcanti, cantor e compositor carioca. Ele integra a geração que revitalizou culturalmente o bairro-símbolo da boemia carioca, promovendo shows de samba "sem preconceito". João tinha 20 anos quando fundou o grupo Casuarina, com o qual se apresentou por muitos anos em rodas de samba. Desde que saiu do Casuarina, em 2017, João lançou 4 álbuns, teve uma indicação ao Grammy Latino, fez turnês pelo Brasil e pelo exterior.

 

03/09 Marcelo Menezes (SP)

O violonista, compositor, cantor e arranjador Marcelo Menezes reside atualmente em Guarulhos (SP), mas é carioca e frequentou os bares da zona boêmia do Rio de Janeiro.O músico celebra os 30 anos de atividade profissional como artista, em cena desde a década de 90, quando surgiu como integrante do grupo Dobrando a Esquina no circuito de samba e choro do bairro carioca da Lapa.

 

17/09 Pamela Amaro (RS)

Pâmela Amaro é atriz, cantora e compositora porto-alegrense. Nos últimos anos, tem se destacado como uma das vozes do samba no Rio Grande do Sul. Inspirada pela família de músicos, se tornou uma grande ativista cultural, toca cavaquinho, percussão e tem longo caminho na cena teatral. Em 2022, recebeu o Prêmio Açorianos de Música, como intérprete de MPB, entre outros, nas áreas de música, educação e cinema.

 

01/10 Didu Nogueira (RJ)

Didu Nogueira tem o gene do samba, ele, que é filho de Gisa Nogueira, sobrinho do saudoso bamba João Nogueira e, por consequência, primo de Diogo Nogueira, é um camarada respeitado no mundo do samba carioca. Com voz de sambista da velha guarda, dizendo os versos com entusiasmo e cantando a melodia numa levada que "seduz" os versos, resultando num suingue de responsa, eis Didu Nogueira. Produtor e organizador de eventos que dizem respeito ao samba - o que faz com esmero.

 

12/11 Alfredo Del Penho (RJ)

Com 18 anos de carreira, o cantor, violonista, compositor, ator e pesquisador Alfredo Del-Penho assinou seu primeiro trabalho solo há apenas dois anos, com o lançamento simultâneo dos CDs Samba Sujo – apenas com faixas cantadas – e o instrumental Pra essa gente boa. Os álbuns receberam elogios da crítica especializada e o primeiro rendeu a Alfredo o prêmio de melhor cantor de samba do 27º Prêmio da Música Brasileira de 2016, no qual concorreu com artistas do porte de Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz.

 

10/12 Janine Mathias (DF)

Nasceu em Brasília e mudou para Curitiba em 2008, onde começou a investir na carreira de cantora e iniciou sua trajetória profissional em 2009 com a sonoridade e as influências musicais aprendidas com o pai na infância. Em 2013, Janine abriu o show de uma de suas inspirações, a eterna Elza Soares. Janine já dividiu o palco com outros grandes nomes da efervescente cena da MPB contemporânea. A cantora é idealizadora do projeto itinerante Samba da Nega, onde celebra suas raízes e mantém a tradição do samba viva no sul do Brasil.


Foto: Marcio Freitas.


sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Rimon Guimarães apresenta Laguna Plena na Caixa Cultural

  

Exposição contempla diversas linguagens do artista curitibano


 

A Caixa Cultural Curitiba apresenta a exposição “Laguna Plena”, do artista plástico curitibano Rimon Guimarães. A abertura acontece na próxima terça-feira, dia 27 de fevereiro, às 19 horas, Galeria Mezanino da Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro) com a presença do artista. 


A mostra vai apresentar várias linguagens artísticas que foram criadas a partir da música “Laguna Plena”, finalizada em 2020 durante a pandemia. Música, artes plásticas, moda e vídeo se entrelaçam criando um universo onírico surreal e lúdico. A exposição tem visitação gratuita, de terça a domingo, das 10h às 20 horas, e nos domingos, das 10 às 19 horas, até 05/05/24. O projeto tem patrocínio da Caixa e Governo Federal, realização e produção da GP Produção Cultural.


Para Rimon Guimarães, Laguna Plena é uma compilação de obras que refletem a diversidade e velocidade da informação nos tempos atuais, o acesso a mídias distintas que se complementam sendo uma fonte infinita de criação. “Cada linguagem, cada trabalho que será apresentado, seja de uma tela ou de uma música, vem em processos diferentes. Não existe uma fórmula. O que acontece muito é a retroalimentação de uma mídia para outra. Como colocar um som para pintar ou fazer uma pausa na pintura para criar um som, isso dá um respiro da pintura e me traz mais inspirações para voltar nela. Uma linguagem ajuda a outra”, explica.


O ponto de partida da mostra, a música “Laguna Plena” é a primeira parte da trilogia “Melodias Neolatinas”, escrita por Rimon Guimarães em 2012 numa viagem a Kuala Lumpur, numa feira de arte na Malásia. Anos depois, em 2018, ele mostrou a canção para o Tiago Ramalho – um amigo/produtor que sugeriu gravá-la em 2018. O processo foi finalizado na pandemia em 2020. E, um ano depois, em 2021, foi lançada, com a adição épica de um quarteto de cordas composto por músicos russos (arranjo de Maycon Ananias) e as vozes livres e polifônicas de Tuyo.


Agora, na Caixa Cultural Curitiba será apresentado o resultado de todo esse processo que evidenciam as cores e formas deste mundo composto por ele. A música se desdobrou para desenhos, depois para uma animação e, a partir dos frames do vídeo, viraram pinturas - 7 obras na técnica acrílica sobre tela em tamanhos variados. E ainda vão ser expostos os figurinos criados para a gravação do vídeo da música, com roupas desenhadas, recicladas e customizadas por Rimon com a colaboração de costureiras e figurinistas locais, com impressão serigráfica manual.


A arte de Rimon, que também é conhecida por ocupar grandes espaços urbanos, mais uma vez chega a uma galeria fechada. O artista vê isso com naturalidade. “Desde 2004 a minha arte urbana e os trabalhos de galeria andam juntos. Por isso será muito natural levar essa mostra para a Caixa Cultural. O público vai poder conhecer ‘Laguna Plena’ em vídeo, música, pintura, moda... com todos os trabalhos que reverberaram através dela”, finaliza.

 

Serviço:

Exposição Laguna Plena

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro, Curitiba/PR

Informações: (41) 4501-8722

Período: Abertura dia 27 de fevereiro às 19h. Período da exposição de 28/02 a 05/05.

Horários de visitação: de terça-feira a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h.

Acesso para pessoas com deficiência

Classificação Indicativa: Livre

Entrada Franca

Realização GP Produção Cultural

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal


Clipe da música “Laguna Plena”

https://youtu.be/DjnLEPij3ys?si=1s5SpBo3zk3uxpaX

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Exposição gratuita “Sonho Sobre Sois” , de Fabiana Wolf, estreia na CAIXA Cultural Curitiba

  

Mostra, que fica em cartaz de 6 de fevereiro a 31 de março, traz obras desenvolvidas a partir de experiências humanas coletivas


 CAIXA Cultural Curitiba apresenta, a partir de 6 de fevereiro de 2024, às 19h30, a exposição Sonho Sobre Sois, de Fabiana Wolf. As telas de arte contemporânea são desenvolvidas a partir de experiências humanas coletivas e surgem das variadas referências estéticas de Fabiana. A mostra é gratuita e fica em cartaz até 31 de março. No dia da abertura, haverá uma visita guiada com a artista às 20h.

Em lonas de larga escala, Fabiana transita entre objetivo e subjetivo, figurativo e abstrato, literal e metafórico, pessoal e coletivo. A partir de linhas, retratos, manchas e imagens embaralhadas, ela constrói suas narrativas usando a tela como superfície e utilizando diferentes meios para a construção pictórica.

Sua técnica inclui tinta a óleo, acrílica, pastel oleoso e seco e carvão, e suas referências passam pelo neoexpressionismo, pelo cinema e pela música. Há influência visual de William Kentridge, Giacometti, Basquiat, passando pela sonoridade de Villa Lobos, Egberto Gismonti e pelo cinema de Chris Marker, Tarkovsky e Eisenstein.

A artista também trabalha com a análise crítica de cenários, abordando temas como a desigualdade social, a discriminação e a exploração das classes trabalhadoras no mundo. Mais recentemente, a pandemia da Covid 19 e as mazelas causadas por esta resultaram em uma tela de 5 metros de altura que representa o obituário de sua mãe e seu padrasto, ambas vítimas do coronavírus. É nesse contexto que são produzidas as obras de Sonho Sobre Sois, a partir de imagens que dizem respeito a todos os inconscientes.

Fabiana Wolf nasceu em Aracaju (SE) em 1996 e vive e trabalha em São Paulo (SP) desde os 18 anos. Começou a pintar de maneira autodidata na infância. Sua pesquisa passa pelo audiovisual, a partir das pinturas e a construção de narrativas dentro da imagem. Participou de festivais internacionais de cinema no Canadá, Estados Unidos, Grécia, Chile, Armênia e Itália e, em 2022, teve sua primeira exposição individual na Galeria São Paulo Flutuante, com curadoria de regina Boni e Manu Maltez.

A CAIXA Cultural Curitiba fica localizada na R. Conselheiro Laurinho, 280, Centro. A visitação da exposição Sonho Sobre Sois pode ser feita de 7 de fevereiro a 31 de março, de terça-feira a sábado, das 10h às 20h, e aos domingos e feriados, das 10h às 19h, na Galeria Térreo. A classificação é livre.

 

Serviço:

Exposição Sonho Sobre Sois

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro, Curitiba (PR)

Abertura: 6 de fevereiro, às 19h30, com visita guiada com a artista às 20h

Visitação: de 7 de fevereiro a 31 de março de 2024, Galeria Térreo

Horários: de terça a sábado, das 10h às 20h, e nos domingos de feriados das 10h às 19h

Classificação indicativa: livre para todos os públicos

Acesso para pessoas com necessidades especiais

Entrada Franca 

Informações: (41) 4501-8722 | www.caixacultural.gov.br

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

O universo da cartunista Laerte na Caixa Cultural

 


A Caixa Cultural Curitiba apresenta Trans Laerte, uma exposição interativa inédita de cartuns, tirinhas e charges dos mais de 50 anos de produção da cartunista Laerte Coutinho, uma das mais importantes artistas brasileiras. 



A abertura acontece na próxima terça-feira, dia 5, às 19 horas, Galeria Térreo da Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro), com a presença do curador Nobu Chinen, pesquisador na área de história em quadrinhos e membro do Observatório de Histórias em Quadrinhos. 


A exposição tem entrada gratuita e pode ser visitada até 28/01/24, de terça a domingo, das 10h às 20 horas, e nos domingos, das 10 às 19 horas. O projeto tem patrocínio da Caixa e Governo Federal, realização Somos Comunicação e produção Via Press Comunicação.


A exposição é uma viagem pela criatividade fascinante de Laerte: TRANSformadora, TRANSgressora e TRANSmidiática. O público terá oportunidade de se conhecer, rever e apreciar uma pequena amostra do imenso talento dessa artista absolutamente genial, se inquietar com sua aguçada inteligência e sensibilidade e se divertir com seu estilo de humor e ironia, aliás, nem sempre fina. 


Ninguém chegará à porta de saída da mesma maneira que entrou na exposição. Algo da desafiadora, ousada e corajosa Laerte irá junto.


A âncora no fio condutor, TRANS é fincada numa multiplicidade de sentidos, com o propósito de resgatar e valorizar uma brilhante carreira que já conta mais de 50 anos no humor gráfico e na qualidade narrativa. 


A mostra oferece passagens por diversas fases do trabalho de Laerte como chargista e cartunista, desde a revista amadora Balão até sua produção mais recente, passando por uma intensa produção que inclui charges, tiras diárias, histórias de página única e outras mais extensas. 


A arquiteta Ana Kalil, responsável pelo projeto expográfico, teve o desafio de condensar cerca de 400 trabalhos da cartunista. 


Segundo Ana, “Pensar em uma exposição sobre Laerte foi inquietante! Como trazer esse espírito revolucionário e livre para uma exposição? Como fazer com que os personagens "pulem" das tirinhas ou charges e nos apresente a essa artista? É um tira gosto feito com muito cuidado e alguma ousadia desse banquete que é sua vida e sua arte.”


Quem assina a curadoria é Nobu Chinen, pesquisador e escritor de vários artigos e livros sobre histórias em quadrinhos, que criteriosamente fez um recorte do que melhor se produziu no Brasil em termos de arte sequencial. 


Chinen usa como eixo curatorial a construção de um diálogo da obra de Laerte cartunista com questões política, econômica e social, do país e do mundo. "É uma oportunidade rara de se conhecer, de se rever e de se apreciar o talento dessa artista genial. De se inquietar com sua aguçada inteligência e sensibilidade e de se divertir com seu estilo de humor e ironia, aliás, nem sempre fina", destaca Nobu Chinen.

 

Serviço:

Exposição Trans Laerte

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro, Curitiba/PR

Informações: (41) 4501-8722

Período: Abertura dia 05/12 às 19h. Período da exposição de 05/12/23 a 28/01/24

Horários de visitação: de terça-feira a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h.

Acesso para pessoas com deficiência

Classificação Indicativa: Livre

Entrada Franca

Realização Via Press

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 


 

Curador fará oficina e visita gratuita no dia 6


Na quarta-feira, dia 06, às 14 horas, o curador da exposição TransLaerte, Nobu Chinen, ministrará uma oficina de curadoria seguida de uma visita guiada na Galeria Térreo da Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). 


Na ocasião ele vai apresentar o processo de curadoria de uma exposição de histórias em quadrinhos detalhando as etapas desde o estudo do tema até as questões técnicas como espaço da exposição e discussão do projeto cenográfico.

Pesquisador e escritor de vários artigos e livros sobre histórias em quadrinhos, Nobu fez criteriosamente um recorte do que melhor se produziu no Brasil em termos de arte sequencial e usa como eixo curatorial a construção de um diálogo da obra de Laerte cartunista com questões política, econômica e social, do país e do mundo.

 

Serviço: Oficina e Visita com Nobu Chinen

Quarta-feira, dia 6, às 14 horas, na Galeria Térreo da Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). Entrada franca.

Link para inscrições:

https://docs.google.com/forms/d/1QLj1kojxZPp30B8iwD0_CqpMcUHILcwQAhhbQVFsGCA/edit

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

Poesia Experimental Portuguesa na Caixa Cultural

 

Exposição celebra 60 anos da poesia pós-verso portuguesa em variados formatos e mídias



A Caixa Cultural Curitiba apresenta, de 21 de novembro de 2023 a 21 de janeiro de 2024, a exposição "Poesia Experimental Portuguesa", na Galeria Mezanino. 


O compilado de obras proporciona, pela primeira vez ao público brasileiro, um panorama da poesia experimental realizada em Portugal desde os anos 1960 até os dias atuais. São cerca de 80 trabalhos de 18 artistas portugueses, com curadoria de Bruna Callegari e Omar Khouri. 


A coletânea percorre uma trajetória de seis décadas de produção poética em diferentes formatos e suportes: impressões, pinturas, caligrafias, fotografias, objetos, áudios e vídeos. A abertura acontece na próxima terça-feira (21), às 19h. A exposição, com produção da Espaço Líquido, tem visitação gratuita, de terça a domingo, das 10h às 20 horas, e nos domingos, das 10 às 19 horas, na Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro).



Apelidada com as iniciais de Poesia Experimental, a PO-EX nunca se configurou como um movimento fechado e teve pouca visibilidade no Brasil, embora ambos os países compartilhem da mesma língua e os portugueses tenham sido influenciados pela Poesia Concreta brasileira. Na exposição, destacam-se obras de artistas como Ana Hatherly, António Aragão, Salette Tavares, Silvestre Pestana, António Barros, Fernando Aguiar, Abílio-José Santos, entre outros. Falecido no ano passado, o poeta E. M. de Melo e Castro, pai da cantora Eugénia Melo e Castro, recebe homenagem especial da curadoria.


O curador e poeta brasileiro, Omar Khouri, conta que a Poesia Experimental sempre foi considerada uma prática artística de resistência e transgressão. “Esta poesia nasce e se desenvolve no que se pode chamar Era Pós-Verso, instaurada pela Poesia Concreta, nos anos de 1950. Os experimentais são poetas que valorizam as visualidades todas, assim como as técnicas que as possibilitam. Fizeram uso de todos os media que se apresentaram acessíveis”, explica.


Em suas viagens a Portugal, Bruna Callegari, também curadora da coletânea, encontrou com artistas, colecionadores e instituições de arte e recolheu um variado material, que compreende desde revistas independentes, documentos, obras em papel, colagens, arte-postal, registros em vídeo e objetos. 


Ela esclarece que a PO-EX é uma poesia que, desde o início, teve como característica a desmaterialização. “Ela se fundou em um conceitualismo muito forte e utilizou meios e materiais frágeis e de pouca circulação. Nesta coletânea nós apresentamos um recorte significativo, que marca todas as décadas desde os anos 1960 até obras feitas em 2018. 


É um material rico e panorâmico dessa poesia, que atravessou os tempos, tendo preservado e expandido o seu projeto de resistência cultural e de radicalidade da linguagem”, declara a curadora.


A exposição visa resgatar e evidenciar o histórico dos artistas e de sua valiosa produção cultural. Ao longo do período expositivo, será lançado um livro-catálogo, com edição de textos dos autores portugueses E.M de Melo e Castro, Ana Hatherly e Fernando Aguiar, além de reprodução das obras em exposição, em sua maioria nunca publicadas no Brasil. Estão previstas ainda lives com os poetas Fernando Aguiar e Silvestre Pestana.


Sobre a Poesia Experimental Portuguesa

A Poesia Experimental Portuguesa surgiu na década de 1960, desafiando métodos e convenções pré-definidas na cena artística portuguesa. Reconhecida em outros países como concreta, visual, espacial ou intersemiótica, autodenominou-se, em Portugal, Poesia Experimental com o lançamento, em 1964, de revista de mesmo nome, a qual alcançou o seu segundo número em 1966.


Dois acontecimentos antecedem o aparecimento em Portugal de manifestações originais da Poesia Experimental: primeiro, a rápida visita a Lisboa do poeta concreto brasileiro Décio Pignatari em 1956 e, segundo a publicação em 1962, pela Embaixada do Brasil em Lisboa, de uma compilação da Poesia Concreta do grupo brasileiro Noigandres.


Em cerca de 60 anos de existência, a Poesia Experimental segue em atividade. Cada artista desenvolve uma maneira diferente de expressão da visualidade na poesia. Ao longo dos anos, as novas gerações de poetas deram continuidade às experimentações, mantendo sempre o princípio da invenção. Tudo pode virar poesia: poemas-objetos, poesia visual, poesia-performance, poesia-cinética e videopoesia.

 

Serviço:

Exposição: "Poesia Experimental Portuguesa"

Local: Caixa Cultural Curitiba - Galeria Mezanino (R. Conselheiro Laurindo, 280 - Centro)

Informações: (41) 4501-8722

Período: Abertura dia 21/11 às 19h. Período da exposição de 21/11/23 a 21/01/24

Horários de visitação: de terça-feira a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h.

Acesso para pessoas com deficiência

Classificação Indicativa: livre para todos os públicos

Entrada Franca

 


Artistas na exposição

Abílio-José Santos

Américo Rodrigues

Ana Hatherly

António Aragão

António Barros

António Dantas

António Nelos

César Figueiredo

E. M. de Melo e Castro

Emerenciano

Fernando Aguiar

Gabriel Rui Silva

Jorge dos Reis

José-Alberto Marques

Nuno M. Cardoso

Rui Torres

Salette Tavares

Silvestre Pestana