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segunda-feira, 11 de março de 2024

Casa organizada: confira atividades por faixa etária para ensinar crianças

 

Cultivar o hábito de manter o ambiente arrumado contribui para a autoconfiança, autonomia e senso de responsabilidade desde a infância

Quem tem crianças sabe que manter a casa organizada é um desafio para muitos pais. Por outro lado, os pequenos, por natureza, têm o dom de absorver tudo o que é ensinado com muita facilidade. O que talvez muitos responsáveis não saibam é que envolvê-las na organização do lar auxilia no desenvolvimento de habilidades importantes, como responsabilidade, autoconfiança e autonomia. 

De acordo com Vanessa Panisson, coordenadora da Educação Infantil e Anos Iniciais do Colégio Positivo - Joinville, a partir de dois a três anos, os pequenos começam a entender e aprender que os brinquedos que usaram para brincar precisam ser organizados e guardados, e isso pode ser feito por eles mesmos. “Pode-se começar criando rotinas em casa, estabelecendo horários e afazeres que estejam dentro das competências de cada faixa etária da criança, como arrumar a cama, organizar os próprios brinquedos, alimentar o animal de estimação e até lavar a louça do café, aumentando, de forma tranquila, as responsabilidades dela no lar, conforme vai crescendo”, sugere.

Segundo a especialista, para criar o hábito de a criança realizar tarefas em casa, o ideal é dar autonomia para executá-las. Por exemplo, deixar que ela escolha onde pode guardar os brinquedos, de forma organizada, para que se sinta parte integrante daquele ambiente. "Dessa forma, criará na criança a responsabilidade pela organização do próprio quarto, sem muito esforço. Afinal, foi ela mesma quem escolheu onde guardar os objetos naquele espaço”, afirma. “É muito importante também elogiar a criança a cada acerto e tarefa cumprida. Essa será uma recompensa gratificante, além de um grande incentivo para que realize cada dia mais atividades”, ressalta.

Dê liberdade para realizar as tarefas, mas sempre com supervisão 

Sabe-se que muitos pais se preocupam com a segurança dos filhos com relação aos afazeres domésticos. No entanto, a especialista assegura que, se realizados de maneira equilibrada e com tarefas adequadas para cada faixa etária, não há problema. “Escolha aquelas que não ofereçam riscos. Mas, acima de tudo, auxilie, acompanhe e faça junto; assim, os pequenos poderão aprender mais rápido”, explica.

“Se, por acaso, a criança não completar a tarefa 100%, mesmo assim, elogie: ‘Você consegue mais!’ ‘Você pode fazer melhor!’, e nunca a desencoraje-a”, aconselha. Caso ela sinta medo de cumprir uma determinada tarefa, Vanessa orienta a não pressionar, mas deixar progredir aos poucos, até sentir-se segura. “Assim, ela vai se desenvolvendo e aprendendo também a trabalhar de forma cooperativa”, afirma.

No caso dos pré-adolescentes e adolescentes, é comum que possam sentir preguiça ou rejeitar qualquer tipo de auxílio em casa. Porém, mesmo nessas situações, a especialista enfatiza a importância de destacar que um dia eles também serão adultos e precisarão manter a organização, seja em ambientes profissionais ou pessoais. “Sem contar que também poderão transmitir esses princípios para seus filhos no futuro, caso se tornem pais.”

Separe uma lista de tarefas diárias

As crianças, muitas vezes, esquecem o que devem fazer diariamente. Por isso, lembrá-las por meio de um quadro ou deixar anotado em um papel na porta da geladeira, onde possam ver a rotina, tende a facilitar a vida. Caso o pequeno ainda não saiba ler, é importante que os pais reforcem as tarefas diariamente, até que se tornem um hábito. 

Separe as tarefas por idade

Aumente as responsabilidades gradualmente à medida que se tornem rotina, passando para outras. Confira algumas dicas da especialista:

De 2 a 4 anos: podem guardar os brinquedos e aprender a colocar a roupa suja no local correto após o banho ou passeio. Também é importante que aprendam onde ficam seus brinquedos e pertences pessoais, como roupas, calçados e materiais escolares.

De 5 a 7 anos: devem saber organizar o material escolar e aprender onde guardá-lo ao chegar da escola. Também podem aprender a dobrar as próprias roupas. 

De 8 a 10 anos: podem arrumar a mesa, a cama, guardar suas roupas no guarda-roupa, ajudar nas compras de supermercados e tirar o pó dos móveis com um pano úmido.

A partir dos 10 anos: é recomendável que os pré-adolescentes realizem tarefas semelhantes às dos adultos em casa, com cuidado especial na manipulação de produtos de limpeza e objetos cortantes. Lavar a louça, colocar roupas na máquina de lavar, preparar lanches simples, fazer a lista de compras do supermercado e da feira, e organizar as compras são atividades que eles podem desempenhar com facilidade. 

Foto: Freepik.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Estudantes paranaenses vencem competição nacional do Sebrae

 

Seis estudantes do Colégio Positivo - Londrina conquistaram o primeiro lugar na etapa final do Desafio Level Up, uma competição nacional de empreendedorismo digital promovida pelo Sebrae e voltada a estudantes do Ensino Fundamental - Anos Finais e Ensino Médio. 

O desafio teve como objetivo estimular o desenvolvimento de habilidades e competências para além do ambiente escolar, incentivando a busca por soluções inovadoras para desafios relacionados ao tema proposto.

A equipe Black Phoenix, vencedora da competição, criou um aplicativo que oferece aulas personalizadas para enfrentar diversas dificuldades de aprendizagem causadas por problemas emocionais. A equipe foi premiada com R$ 3 mil. 

“A parte mais importante do projeto é oferecer esse recurso fundamental para adolescentes de todas as idades, visto que o app atenderá o público estudantil do Fundamental II até o Ensino Médio”, explica o gestor educacional do Colégio Positivo - Londrina, Marcelo Bolfe. A equipe premiada é composta pelas alunas Alice Wolff Casa Grande, Ana Araujo Loredo, Anna Beatriz Boiça e Silva, Isabella da Silva Munhoz Garcia, Valentina Carnauba Garcia e Yasmin da Silva Gonçalves Lima.

É o segundo ano consecutivo em que alunos do Colégio Positivo - Londrina conquistam a vitória no Desafio Level Up. Em 2022, uma equipe formada por oito estudantes venceu a competição ao desenvolver um aplicativo voltado a pessoas que sofrem bullying. O app faz simulações para que crianças e adolescentes compreendam seus sentimentos e possam lidar com a situação, contando também com acompanhamento de psicólogos integrados ao próprio aplicativo.

Para o futuro, a equipe vencedora pretende dar continuidade ao projeto para torná-lo um aplicativo real e efetivo, por isso, o valor do prêmio foi guardado para investir no projeto.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Curitiba adere à campanha nacional contra câncer de pele

 

Unidades do Colégio Positivo ganham iluminação especial em dezembro


“Não espere até sentir na pele.” Esse é o slogan central da campanha de 2022 do Dezembro Laranja, que tem como objetivo promover a conscientização sobre os fatores de risco para o câncer de pele, que é o tipo mais comum no Brasil e no mundo. Pensando nisso, todas as unidades de Curitiba do Colégio Positivo - Água Verde, Ângelo Sampaio, Boa Vista, Hauer, Jardim Ambiental, Júnior e Positivo International School - ganham iluminação laranja durante todas as noites do mês de dezembro.

A campanha, organizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), orienta a população a manter hábitos adequados de proteção solar e visitar regularmente o dermatologista para obter uma avaliação especializada. Além disso, após dois anos com atendimentos exclusivamente on-line, a SBD volta a realizar consultas presenciais e gratuitas para a prevenção do câncer da pele, em cerca de 100 postos de atendimento espalhados por todo o país. Em Curitiba, as consultas serão realizadas no Hospital de Clínicas da UFPR e no Hospital Universitário Evangélico Mackenzie - Unidade II.


Cuidados


Quem tem pele e olhos claros está mais vulnerável à ação dos raios solares, porém, todas as pessoas estão suscetíveis ao câncer de pele. Dentre as causas e os riscos para desenvolver a doença, destaca-se a exposição prolongada e repetida ao sol, principalmente na infância e adolescência. Para se proteger do câncer de pele, a SBD recomenda:

evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10h e 16h;

usar filtro solar diariamente, com fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo;

usar chapéu, camiseta, óculos escuros e protetor solar;

observar regularmente a própria pele, à procura de novas pintas ou manchas;

consultar um dermatologista uma vez ao ano, pelo menos, para um exame completo.

quarta-feira, 29 de junho de 2022

Alfabetização emocional é prioridade para pais e escolas no pós-pandemia

 

Foto: Diego Wladyka/Colégio Positivo

Jogos, desafios em equipe e plataforma interativa para programar sua própria história são ferramentas educacionais para trabalhar a alfabetização emocional


Nunca se falou tanto de autoconhecimento e saúde emocional como nos últimos anos. A pandemia trouxe mudanças de comportamento e acendeu alerta sobre os sentimentos das pessoas. O que sentiu uma criança privada da convivência com os amigos? Na volta à "vida normal”, empresas e, principalmente, escolas retomam esse assunto de forma enfática, buscando contribuir com questões emocionais e desenvolvimento do ser humano como um todo, e desde bem pequenos, por meio da alfabetização emocional.


Estudiosos afirmam que, assim como a aprendizagem em outras áreas, as emoções também precisam ser desenvolvidas. De acordo com a coordenadora da Educação Infantil do Centro de Inovação Pedagógica (CIPP) do Colégio Positivo, Hannyni Mesquita, sem o desenvolvimento da inteligência emocional, muitas vezes, outras habilidades são comprometidas. “As questões socioemocionais impactam diretamente na forma como interagimos uns com os outros e conosco mesmo. Na ordem cognitiva, quando bem desenvolvida, o indivíduo tem o perfil para perseverar, construir e reelaborar o conhecimento e gerenciar situações cotidianas. Quantos casos de pessoas que sabem o conteúdo, mas na hora da prova “dá um branco”, ou, durante uma discussão diz “desculpe, não acredito que falei isso”, ou, ainda, brigas no trânsito iniciadas por situações simples?”, destaca.


Segundo Hannyni, são exemplos de atitudes do cotidiano nas quais as pessoas não tiveram inteligência emocional suficiente para lidar com a situação. A importância de desenvolver a inteligência emocional desde cedo foi logo identificada pelo casal Harry e Meghan Markle. Ao escolher a primeira escola para o pequeno Archie, de 3 anos, os pais priorizaram uma que ensina alfabetização emocional e gentileza, no Canadá.


No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) já incluiu o ensino das competências socioemocionais nas escolas, trabalhando a Alfabetização Emocional, que permite à criança a identificação das emoções, o autoconhecimento e a autorregulação e, consequentemente, o entendimento e gerenciamento de comportamentos, sentimentos e emoções. Para a coordenadora Pedagógica do Colégio Positivo - Jardim Ambiental, Bárbara Gobbo, as práticas relacionadas à alfabetização emocional corroboram com a ruptura da crença de que as crianças mais inteligentes são aquelas que apresentam melhor desempenho acadêmico, mostrando que, muitas vezes, as que sabem trabalhar colaborativamente, gerindo bem seus pontos fortes e fracos e socializando saberes de maneira assertiva, podem ter aprendizagens muito mais duradouras e significativas. “Nosso grande objetivo ao educar emoções é que os estudantes cresçam sabendo gerenciar todo conhecimento construído, aplicando-o em sua vida em sociedade, de maneira assertiva, empática, ética e colaborativa”, ressalta. 


Para contribuir com esse desenvolvimento, os educadores criaram o projeto "Criativamente". “Além de jogos desplugados, atividades maker, propostas de trabalhos e criações em grupo que desenvolvem o pensamento criativo do aluno, o projeto conta com a utilização do recurso de um software. A plataforma é totalmente interativa e, por meio das propostas orientadas pelos professores, os alunos são convidados a programar suas próprias histórias, jogos e animações - e compartilhar criações com outros membros da comunidade on-line. Nesse projeto, jogos dramáticos oriundos do teatro também são fortes aliados para completar o desenvolvimento das habilidades”, afirma a coordenadora de Anos Iniciais do CIPP do Colégio Positivo, Domus Aurea.


Segundo ela, o papel da escola na alfabetização emocional das crianças não descarta a importância da atuação das famílias. "O envolvimento familiar é fundamental para ampliar as possibilidades de desenvolvimento emocional. É preciso ensinar e permitir que as crianças expressem emoções, iniciando com a identificação do que estão sentindo", destaca. 


Hannyni explica que, em um primeiro momento, é o adulto quem ajuda a identificar e nomear essas emoções, isto é, se está triste, com medo, com raiva. "Isso permite que a criança crie uma autoconsciência. Porém, não adianta apenas identificar, é preciso permitir que a criança expresse sua emoção, seja verbalizando, dramatizando ou desenhando. E, por fim, é necessário que ela aprenda a controlar tudo isso. Sem o controle das emoções, temos um mundo violento, egoísta e destrutivo. Saber controlar o que sentimos nos possibilita desfrutarmos de maneira racional das nossas tomadas de decisões, e, aliadas à empatia, teremos mais respeito nas relações”, finaliza.

quinta-feira, 14 de abril de 2022

NBA Basketball School treina estudantes em Curitiba

 


Por meio de parceria com o Colégio Positivo, o NBA Basketball School - iniciativa de apoio ao desenvolvimento esportivo vinculada à liga profissional dos Estados Unidos -  passa a treinar estudantes de Curitiba. 

Com esse trabalho em conjunto, os alunos que praticam o basquetebol no PEX - Positivo Extracurricular têm acesso a eventos exclusivos, como desafios, camps, aulas diferenciadas e atividades on-line. Para a prática da modalidade, os estudantes têm o uniforme oficial do NBA Basketball School.

De acordo com o coordenador de Esportes, Cultura e Eventos dos colégios do Grupo Positivo, Caio Capra, o basquetebol desenvolve a coordenação motora e a concentração. “Com a parceria, pretendemos contribuir para a formação de pessoas mais ativas, responsáveis e disciplinadas, além de todos os benefícios que o esporte é capaz de promover”, completa. 

Sobre o programa

Presente em nove países, o NBA Basketball School é um programa criado por treinadores e ex-jogadores da liga de basquete dos Estados Unidos, junto com especialistas e profissionais focados em desenvolvimento esportivo. Oferece uma metodologia única, constituída por seis níveis pedagógicos, que visa tanto o desenvolvimento físico quanto social do aluno. O NBA Basketball School usa uma lista de verificação de progressão de habilidades, que ajuda os atletas a avançarem pelos níveis de desenvolvimento. Por meio do reforço positivo, essa metodologia faz com que os alunos se desenvolvam continuamente no esporte. 

 

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende sete unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo - Júnior, o Colégio Positivo - Jardim Ambiental, o Colégio Positivo - Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo - Hauer, o Positivo International School, o Colégio Positivo - Água Verde e o Colégio Positivo - Boa Vista atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Em 2016, o grupo chegou em Santa Catarina - onde hoje fica o Colégio Positivo - Joinville e o Colégio Positivo - Joinville Jr. Em 2017, foi incorporado ao grupo o Colégio Positivo – Santa Maria, em Londrina (PR). Em 2018, o Positivo chegou a Ponta Grossa (PR), onde hoje está o Colégio Positivo - Master. Em 2019, somaram-se ao Grupo duas unidades da escola Passo Certo, em Cascavel (PR), e o Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR). Em 2020, o Colégio Vila Olímpia, em Florianópolis (SC), passou a fazer parte do Grupo. Em 2021, com a aquisição da St. James', em Londrina (PR), o Colégio Positivo passa a contar com 16 unidades de ensino, em sete cidades, no Sul do Brasil, que atendem, juntas, aproximadamente 16 mil alunos desde a Educação Infantil ao Ensino Médio.