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terça-feira, 24 de março de 2026

Alunos de escola pública de Curitiba aprendem a construir robôs em aulas do projeto Engenhoka

 


Um grupo de 60 alunos do 1º ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Integral Professor Homero Baptista de Barros, localizado no bairro Capão Raso, em Curitiba, terá uma missão nos próximos quatro meses: desenvolver quatro projetos que integram arte e robótica. Entre as atividades, estão o design de produtos para impressão em 3D, a criação de autômatos e a programação de robôs.
 
As ações fazem parte do Projeto Engenhoka, desenvolvido pelo Instituto Burburinho Cultural, do Rio de Janeiro, em escolas públicas brasileiras. Em Curitiba, as aulas começaram nesta segunda-feira (23) e passam a integrar a grade curricular dos estudantes.
 
“Estamos muito honrados por sermos a única escola do Paraná a receber o projeto e estamos bastante animados com essa turma. Com certeza, vão produzir engenhocas muito interessantes”, afirma o diretor da escola, Valdemar Busanello Junior, que recebe o Engenhoka pela segunda vez na unidade. Em 2023, também recebeu a equipe do Burburinho no Projeto Arco Iris, no qual os alunos participaram de aulas de grafite e os muros da escola foram transformados em obras de artistas paranaenses.
 
De acordo com Joelma Veiga, produtora executiva e responsável pelo projeto, as atividades serão realizadas em um estúdio maker completo montado no colégio. “Além de todo o material necessário para a construção dos robôs e autômatos, os alunos contarão com professores especializados e intérprete de Libras”, explica. O espaço foi inaugurado com equipamentos como impressoras 3D, tablets, kits de iluminação em LED, além de mobiliário e materiais pedagógicos.
 
A metodologia de robótica educacional foi desenvolvida pela Picode Edtech, empresa especializada em cultura maker aplicada à educação. A organização estruturou a base pedagógica das aulas, conectando conceitos de robótica a obras de artistas visuais que transformaram paradigmas entre os séculos XIX e XX.
 
“Durante as aulas, os alunos vão explorar artes visuais e robótica educacional, estimulando a criatividade, o raciocínio lógico e a experimentação tecnológica”, destaca Joelma. Ao final do projeto, será realizada uma exposição com os trabalhos desenvolvidos, incluindo premiação. A mostra está prevista para o fim do semestre.
 
480 estudantes beneficiados
Ao longo deste ano, 480 estudantes serão beneficiados pelo projeto. Além de Curitiba, o Engenhoka será realizado no Rio de Janeiro (RJ), em Macaé (RJ), São Bernardo do Campo (SP) e São Paulo (SP).
Ao final do projeto, além do mobiliário do estúdio, serão doadas aproximadamente 500 cartilhas para a escola e para a Secretaria de Educação, ampliando o alcance da iniciativa para que mais estudantes tenham acesso aos conteúdos desenvolvidos.
 
Incentivo à cultura
O Projeto Engenhoka é viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A iniciativa conta com patrocínio da ExxonMobil Brasil, ONS, Otis e  Trident Energy, e é realizada pelo Instituto Burburinho Cultural em parceria com o Ministério da Cultura, Governo Federal.

Foto: 
 Instituto Burburinho

sexta-feira, 13 de março de 2026

Projeto Engenhoka leva aulas gratuitas de arte e robótica para alunos de escola pública de Curitiba

 

O Instituto Burburinho Cultural, do Rio de Janeiro, lança nesta terça-feira (17), às 14h, a terceira edição do projeto Engenhoka em Curitiba.





A iniciativa oferecerá aulas gratuitas que integram artes visuais e robótica educacional, estimulando a criatividade, o raciocínio lógico e a experimentação tecnológica entre estudantes da rede pública.

 

A escola contemplada será o Colégio Estadual Integral Professor Homero Baptista de Barros, localizado no bairro Capão Raso.

 

Para receber as atividades, a escola receberá um estúdio maker completo, equipado com impressoras 3D, tablets e kit de iluminação em LED, além de mobiliário e materiais pedagógicos. O espaço será utilizado no desenvolvimento das oficinas, que passam a integrar a parte diversificada da grade do ensino integral, especialmente nas disciplinas de Robótica e Programação.

 

Durante as atividades, os alunos serão incentivados a explorar o caráter lúdico e criativo da tecnologia, combinando conceitos artísticos e científicos. O Engenhoka chegou a Curitiba em 2025, durante a segunda edição do projeto. Agora, o estúdio segue em atividade com uma nova turma, marcando a primeira ação de manutenção do espaço.

 

Este ano, 480 estudantes serão beneficiados pelo projeto. Além de Curitiba, o Engenhoka também será realizado em Rio de Janeiro (RJ), Macaé (RJ), São Bernardo do Campo (SP) e São Paulo (SP).

 

Integração entre arte e tecnologia

O Engenhoka é um projeto multidisciplinar no qual os estudantes aprendem por meio de oficinas regulares que exploram técnicas de artes visuais conectadas à robótica educacional.

 

As atividades acontecem em um estúdio maker equipado com impressoras 3D, tablets, mobiliário, boxes de livros e material pedagógico. Ao final do projeto, toda a estrutura será doada à instituição, ampliando as possibilidades de aprendizagem tecnológica no ambiente escolar.

Além de estimular criatividade, concentração e pensamento lógico, o projeto propõe romper as fronteiras entre arte e ciência, demonstrando que robôs também podem incorporar elementos artísticos.

 

“Estar no Engenhoka é reafirmar diariamente que a cultura é uma ponte de oportunidades. Meu papel é ajudar a construir caminhos para que esses alunos se reconheçam como potência. A cultura abre caminhos, desperta talentos e mostra para essas crianças e jovens que eles podem ocupar qualquer espaço que desejarem”, afirma Joelma Veiga, produtora executiva e responsável pelo projeto.

 

Metodologia

A metodologia do Engenhoka combina raciocínio lógico, prática tecnológica e referências da História da Arte dentro de um ambiente maker.

 

Em cada instituição, um professor e monitores conduzem o ciclo de atividades com os estudantes. O método é estruturado em cinco módulos, apresentados em um box maker individual entregue a cada aluno.

 

A pedagogia em robótica educacional foi desenvolvida pela Picodec Edtech, empresa especializada em cultura maker aplicada à educação. A organização elaborou a linha do tempo e a base pedagógica das aulas, conectando conceitos de robótica a obras de artistas visuais que transformaram paradigmas entre os séculos XIX e XX.

 

Incentivo à cultura

O Engenhoka é viabilizado por meio Lei de Incentivo à Cultura). A iniciativa conta com patrocínio da ExxonMobil Brasil, ONS, Otis, Trident e SLB e é realizado pela Burburinho Cultural e Ministério da Cultura, Governo Federal - Do lado do povo brasileiro

 

Escolas contempladas no primeiro semestre 2026

1.         Curitiba (PR) – Colégio Estadual Integral Prof. Homero Baptista de Barros

2.         Rio de Janeiro (RJ) – E.M. Orlando Villas Boas

 

Serviço

Data: 17/03 – às 14h

Local: Colégio Estadual Integral Professor Homero Baptista de Barros, Rua Fernandes Vieira, 17 - Capão Raso, Curitiba - PR.

 

Foto: Divulgação/ Projeto Engenhoka.