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segunda-feira, 16 de março de 2026

Networking e experiência marcam a chegada de Daniele Simião e Andrea Prey à Aster Imóveis

 

Da esquerda para a direita - Daniele Simião e Andrea Prey

Amigas de longa data e agora também parceiras de jornada profissional, Daniele Simião e Andrea Prey iniciam um novo e promissor capítulo em suas trajetórias ao ingressarem no mercado imobiliário.

Vindas de carreiras consolidadas em outras áreas, elas passam a integrar o time da Aster Imóveis, trazendo na bagagem não apenas experiência e visão estratégica, mas também um sólido networking construído ao longo dos anos.

A afinidade pessoal que sempre marcou a amizade entre Daniele e Andrea agora se transforma em sinergia profissional. Com perfis complementares, ambas chegam ao segmento imobiliário motivadas pelo desejo de conectar pessoas a oportunidades e realizar sonhos por meio de negócios assertivos e relações de confiança.

A decisão de migrar para o setor reflete um movimento cada vez mais comum entre profissionais que buscam novos desafios e maior protagonismo em suas carreiras.

No caso das duas, o histórico em áreas distintas contribui para uma abordagem diferenciada no atendimento, pautada pela escuta ativa, olhar estratégico e forte capacidade de relacionamento.

Ao fazerem parte da Aster Imóveis, Daniele Simião e Andrea Prey reforçam o time com energia renovada, visão contemporânea e a certeza de que o mercado imobiliário valoriza, cada vez mais, profissionais que unem competência técnica, sensibilidade humana e uma rede de conexões consistente.

A expectativa é de uma trajetória marcada por conquistas, crescimento e muitas histórias de sucesso compartilhadas. Serviço:

Instagram: @amigasimoveisaster https://www.instagram.com/amigasimoveisaster?igsh=NGJtNWpqbzR2am5u

Foto: Marla Neto.

segunda-feira, 22 de maio de 2023

É possível se recolocar no mercado de trabalho após os 40 anos?

 

Especialista explica que mercado está aquecido até mesmo para profissionais mais velhos


Historicamente, encontrar emprego depois de uma certa idade era difícil e, muitas vezes, as vagas que estavam disponíveis não faziam jus à experiência e ao currículo dos profissionais. No entanto, esse é um cenário que vem mudando ao longo dos últimos anos. O aumento da expectativa e qualidade de vida e a valorização de uma gestão de pessoas mais humanizada têm sido alguns dos pontos focais dessa transformação.

Para o especialista em carreira e professor do mestrado e doutorado em Administração da Universidade Positivo (UP), Fabio Vizeu, foi-se o tempo em que pessoas com mais de 40 anos eram consideradas velhas demais para o mercado. “A realidade de uma população madura em perfeitas condições de produzir já se estabeleceu há algum tempo no ambiente de trabalho. Até mesmo pessoas com mais de 50 e 60 anos têm espaço nesse novo contexto, devido às condições físicas, como saúde e vitalidade, mas também à necessidade, já que a aposentadoria é cada vez mais postergada no Brasil e no exterior”, analisa. 

Atualização e olho atento ao mercado de trabalho

Mas, embora as mudanças estejam acontecendo, Vizeu explica que ainda existe preconceito em relação a esse público, especialmente em contextos profissionais normalmente dominados por profissionais muito jovens. “É o caso do setor de startups, por exemplo. Entretanto, é importante considerar que esse preconceito com base na idade - que é chamado de ageismo - pode ser endereçado até a pessoas abaixo dos 40 anos”, destaca. E como se vence esse preconceito? Da parte dos profissionais, é preciso atualizar-se constantemente das novas tendências com as quais os mais jovens já estão acostumados. 

É comum que recursos e ferramentas consideradas "coisa de adolescente" pelos mais velhos, como a linguagem de streaming e redes sociais sejam, na verdade, uma tendência da sociedade. Por isso, todo profissional precisa se ajustar à forma como a sociedade se comunica, se diverte e produz valor. “Além disso, há as novas referências que fundamentam os valores sociais. Ambientalismo, respeito à diversidade e combate ao machismo são algumas delas e podem ser um desafio para os profissionais acima de 40, tendo em vista que eles foram criados em um contexto cultural no qual isso tudo não era considerado”, lembra.

Outra necessidade das pessoas acima dos 40 anos é entender que o modelo de trabalho baseado no emprego e nas garantias da CLT tende fortemente a diminuir ou mesmo acabar. “As relações de trabalho agora se baseiam em projetos de curto prazo, sem garantias de continuidade. O vínculo se dá por Pessoa Jurídica ou contratos temporários, e aí está o maior desafio para as pessoas na faixa dos 40, acostumadas a ter estabilidade, 13.º salário e férias remuneradas”, complementa o especialista.

Experiência e diversidade

Do ponto de vista empresarial, há um ganho significativo em manter equipes heterogêneas em termos de gerações. Profissionais de diferentes faixas etárias, quando trabalham juntos, costumam contribuir para o desenvolvimento de projetos e da própria marca, visto que a interação entre eles permite que visões distintas se completem para a solução de problemas. “Os profissionais com mais idade já têm uma certa bagagem no mercado de trabalho e estão calejados das dificuldades, das crises, dos desafios da vida adulta. Enquanto isso, os jovens trazem as possibilidades da experimentação. A troca entre eles é muito saudável para um ambiente corporativo mais produtivo”, afirma Vizeu. 

Cenário do mercado universitário

Com o mercado para pessoas mais velhas aquecido, o setor universitário para essa faixa etária também apresenta dados positivos. Essa participação dobrou nos últimos 20 anos: o Brasil tem, hoje, 1.2 milhão de universitários acima dos 40 anos, o que corresponde a 13,4% do total nas instituições brasileiras de ensino superior; em 2002, essa proporção era de 6,4%. Por outro lado, em 2000, apenas 27,1% da população tinha 40 anos ou mais. Atualmente, segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 41,5%. Acredita-se que em 2060, essa participação chegue a 57%.

 

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em Ensino Superior entre as IES do Estado do Paraná e é uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta e mais de 400 mil metros quadrados de área verde no campus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A Instituição conta com três unidades em Curitiba (PR) e uma em Londrina (PR), e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de graduação, centenas de programas de especialização e MBA, cinco programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam cerca de 3.500 metros quadrados. Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em up.edu.br/

segunda-feira, 18 de abril de 2022

Barista premiada promove experiência com café em Curitiba

 

Café uma das bebidas mais consumidas no mundo
Foto: Thayna Viero.

Uma das bebidas mais consumidas no mundo, depois da água, foi tema de um bate-papo em Curitiba, em alusão ao Dia Mundial do Café (14/4). Conduzida pela renomada barista Amanda Albuquerque, a iniciativa aconteceu na última quarta-feira (13/4) na Multiloja Avenida, em parceria com a Oster. Os convidados puderam conhecer diversas receitas com café, dicas de harmonização e muitas curiosidades sobre o grão que é paixão nacional.

De acordo com a Associação Brasileira de Indústria do Café (ABIC), o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de café do mundo e o segundo maior consumidor, ficando atrás dos Estados Unidos. Os números de consumo revelam que, apesar da atual crise econômica , a procura por café apresentou curva ascendente com alta de 1,71% em relação ao mesmo período do ano anterior. 


O encontro foi conduzida pela renomada barista Amanda Albuquerque
Foto: Thayna Viero

O café, segundo a barista, está relacionado à qualidade de vida e ao bem-estar, além de ser revitalizante. Existem diversas classificações para o café, que iniciam em tradicional, passam pelas categorias especial e premium e podem finalizar no mais alto grau de qualidade, conhecido como “café de especialidade”. 

“Os cafés de especialidade passam por um processo criterioso de preparo até chegar à mesa do consumidor final. O café de especialidade se refere  ao que é classificado com 80 pontos ou mais em uma escala de 100 da Metodologia SCA de Avaliação Sensorial. 

Ele apresenta uma qualidade superior, desde a origem do grão até a xícara”, explicou Amanda Albuquerque. 

Para o gerente regional da Multiloja Avenida, Cleverson Lima, o encontro teve como objetivo transmitir informação, entretenimento e mostrar os diferenciais da loja, que possui um conceito inovador. “A nossa proposta com essas oficinas, além de reunir clientes, arquitetos e outros profissionais da área de decoração, é aliar conhecimento aos produtos que são vendidos na Multiloja Avenida. E esse último encontro foi muito especial e rico em informação”, ressaltou Lima.

 

SERVIÇO:  

Multiloja Avenida 

Av. Comendador Franco, 5200 - Uberaba 

Horário de funcionamento: 

▪ seg. a sex. - 10h às 20h 

▪ sáb. - 9h às 19h 

▪ dom. - 13h às 18h