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sexta-feira, 9 de maio de 2025

Exposição 'EXISTÊNCIA', de Ana Lecticia Mansur, estreia com sucesso no Museu Guido Viaro

 


A abertura da exposição EXISTÊNCIA, da artista plástica Ana Lecticia Mansur, foi uma noite inesquecível, marcada pela emoção, pela beleza e pela presença expressiva de um públiconumeroso e caloroso.

As artistas Ana Lecticia Mansur e Katia Velo.

 Na noite de 6 de maio, o tradicional Museu Guido Viaro, em Curitiba, acolheu a mais recente mostra da artista: dezoito obras autorais que evidenciam sua maturidade técnica e sensível. Ana Lecticia transformou memórias e sentimentos em camadas visuais de lirismo e intensidade, oferecendo ao público uma experiência de profunda conexão.

O evento reuniu familiares, amigos, colecionadores, imprensa e admiradores da arte, compondo um cenário vibrante e afetuoso. Ana Lecticia, conhecida por sua doçura e reconhecida pela entrega à arte, emocionou-se ao receber o carinho de todos. Para ela, criar é existir, transformar e compartilhar seu mundo interior. Em clima acolhedor e embalados pelo piano de John Strapasson, os convidados desfrutaram de uma atmosfera mágica, onde música e arte entrelaçaram-se em perfeita harmonia. Para celebrar a noite, a artista ofereceu um elegante coquetel, com delicadas opções gastronômicas, acompanhado de espumante. Outro momento especial da noite foi a entrega do catálogo da exposição, elaborado com preciosismo e carinho, que encantou a todos. “Estou extremamente honrada pela oportunidade de estar no Museu Guido Viaro. A família Viaro é muito generosa ao acolher e incentivar a arte, fiz questão de produzir um catálogo para registrar o momento mais importante da minha carreira”.

Cada detalhe da noite foi cuidadosamente pensado e refletiu o mesmo requinte e sensibilidade que marcam a trajetória de Ana. Com curadoria de Carla Schwab, a exposição é enriquecida pelos textos críticos de Oscar D’Ambrosio, Carla Schwab e Katia Velo, três olhares que aprofundam e ampliam as possibilidades de leitura das obras. A presença afetuosa de Claudio Calluf, amigo da família e grande conhecedor do circuito artístico, conferiu ainda mais brilho e afeto à abertura.

Sobre o catálogo

O catálogo da exposição EXISTÊNCIA é, por si só, uma peça de

arte: sensível e coesa, em pleno diálogo com o universo visual e

poético da mostra.

Além de documentar as 18 obras apresentadas, o catálogo oferece

uma leitura aprofundada do processo criativo de Ana Lecticia

Mansur, uma artista em permanente estado de escuta interior.

Neste exemplar, a artista também registra sua exposição

internacional individual mais recente, que aconteceu em junho do

ano passado, nos Estados Unidos.

O catálogo é, portanto, mais que um registro: é um convite ao

encantamento, um prolongamento da experiência sensível

proposta pela exposição.

EXISTÊNCIA permanece em cartaz até 14 de junho de 2025,

oferecendo ao público uma jornada poética e instigante, onde

gesto, cor e silêncio se entrelaçam à essência humana. Uma

celebração da vida, da memória e da arte como forma de presença

no mundo. 

SERVIÇO

Exposição: Ana Lecticia Mansur – EXISTÊNCIA

Período: 06 de maio a 14 de junho de 2025

Horário de visitação: terça a sábado, das 14h às 18h

Local: Museu Guido Viaro – Rua XV de Novembro, 1348 –

Centro – Curitiba – PR

Entrada gratuita

Estacionamento anexo: Entrada pela Rua General Carneiro

Mais informações: www.museuguidoviaro.com.br

FICHA TÉCNICA

• Curadoria e texto crítico: Carla Schwab

• Textos críticos adicionais: Katia Velo e Oscar D’Ambrosio

• Apresentação: Claudio Calluf

• Piano (noite de abertura): John Strapasson – @john.strapasson

• Assessoria de comunicação: Katia Velo – Arte, Cultura e

Comunicação

• Fotografia: Gab Nassif – @gabsnassif

• Reels e vídeo da abertura: Gabriela Lima – @gabrielasdelima

• Vídeo da exposição: Tulio Viaro - @sotaofilmes

REDES SOCIAIS

@analecticiamansur

@museuguidoviaro

Foto: Gab Nassif 

quinta-feira, 11 de abril de 2024

Lançamento do livro Angelita de Ketty El Hajjar

 

Uma histórias envolvente que  deixa o leitor a cada página lida perplexo com o vida.



"Angelita" é o segundo romance da  escritora e multi-mídia Ketty El Hajjar, que mergulha nas complexidades da jornada de uma mulher em busca de autoconhecimento e redenção. A obra destaca uma personalidade extraordinária que, com um toque divino, reinterpreta os desafios e dramas cotidianos com uma força poderosa e transformadora. Angelita representa a vulnerabilidade feminina aliada à determinação, honestidade e uma força que vai além do comum, envolvendo os leitores em uma trama envolvente com um desfecho surpreendente, onde cada personagem contribui para o desenrolar da história.












quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Exposição traz um breve cenário da arte curitibana do ano 2000

Abertura ocorrerá, no Museu Guido Viaro, no dia 26, às 19h, com lançamento
de um livro-catálogo com obras de Masa e de artistas paranaenses que o influenciaram


Uma exposição e um livro-catálogo (Editora Insight) marcarão os 15 anos de falecimento de Masanori Fukushima (o Masa). O projeto, denominado “Retratos do cenário artístico de Curitiba dos anos 2000 - Convivência e influências: Amigos do Masa”, tem por objetivo apresentar os trabalhos do artista sob um novo olhar. O modo encontrado para isso foi reunir artistas com os quais ele conviveu e compartilhou influências no contexto artístico de Curitiba, abrangendo os trabalhos entre 1995-2005.

Durante a carreira artística de Masa, ele trocou experiências com muitos artistas em Curitiba, sendo influenciado pela cultura paranaense.  Sendo assim, além das obras de Masa, estarão em exposição obras desses artistas que fizeram parte de sua trajetória. São eles: Ana González, Everly Giller, Geraldo Leão, Dulce Osinski, Cristina Mendes, Mari Ines Piekas e Rosa Bruinjé (in memorian).

Para cada artista, um capítulo do livro com uma minibiografia e relatos de convivência com Masanori Fukushima. Os artistas são apresentados pela jornalista Márcia Luz, que também buscou quais eram as percepções deles com as obras de Masa. Os relatos são uma oportunidade única para os leitores de conhecerem um pouco mais sobre esses importantes artistas de Curitiba, naquela época. O livro também traz um panorama, de autoria do jornalista José Carlos Fernandes, do cenário artístico curitibano, naquela época.

A curadoria ficou a cargo do professor e crítico de arte Fernando Bini, que apresenta, no livro, um texto sobre as influências e relações entre os artistas. No capítulo “Texto e imagem, escritura e pintura: Masanori Fukushima”, escrito por Bini, ele conta que Masa acreditava na “universalidade da arte”: “Por ser um viajante constante entre dois mundos, o Oriente e o Ocidente, Masa sempre viu como necessário compreender os elementos particulares, e mesmo regionais, de cada situação artística”. Sendo assim, em Curitiba Masa se integrou às atividades artísticas da cidade frequentando e fazendo cursos nos mais diversos ambientes, entre eles as oficinas de Gravura do Solar do Barão e os cursos do Museu Alfredo Andersen, além de ser figura presente nas reuniões da Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná.

As aulas com Geraldo Leão, no Museu Alfredo Andersen, foram influências importantes na trajetória de Masa, em uma fase mais reconhecida da sua produção, na esfera da pintura ocidental. O intercâmbio cultural entre eles proporcionou uma troca de experiência entre a cultura oriental e a ocidental. “Masa era como um turbilhão, que absorvia e gerava novidades, que se comunicava incessantemente”, revela Leão, no livro, destacando o legado de Masa que soube mesclar em sua produção artística: “a caligrafia de suas origens orientais com a tradição abstracionista ocidental”.

Foi no atelier de desenho e pintura, também no Museu Alfredo Andersen, que Masa começou a transição entre a figuração e a abstração, durante as aulas com a professora e artista Dulce Osinski, no final da década de 1990 e início dos anos 2000. O livro revela que Dulce tinha como método o de preservar o caminho próprio de cada um. “Suas obras mesclavam figuração e abstração, influenciadas pela tradição e linguagem oriental”, relatou no livro.

Contrapartida Social - O projeto foi executado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, e realizado pela Nexo Cultural com a captação de recursos pela Sauí Responsabilidade Social, com incentivo da Universidade Positivo e Colégio Positivo. Como contrapartida social, serão realizadas diversas ações educacionais voltadas aos estudantes de escolas municipais e um hotsite que apresenta os artistas e suas obras.

Para ver e ler - A exposição com abertura nesta quinta-feira, 26, fica aberta até o dia 11 de março. O atendimento no Museu Guido Viaro é de terça a sábado, das 14h às 18h. A entrada é franca e para visitar o museu é necessário agendamento pelo telefone (41)3018-619498. O livro pode ser adquirido no local da exposição, com desconto no dia da abertura.

Serviço:
Abertura exposição e lançamento do livro-catálogo: “Retratos do cenário artístico de Curitiba dos anos 2000 - Convivência e influências: Amigos do Masa”,
Dia:
 26 de janeiro
Horário: 19 horas
Local: Museu Guido Viaro (Rua XV de Novembro, 1348 - Curitiba PR)