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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Guairão terá noite histórica com The Fevers e Renato & Seus Blue Caps

 

No dia 28 de junho, Curitiba vai receber dois grandes ícones da música brasileira, em uma noite de nostalgia, emoção e sucessos que marcaram gerações

 


Curitiba vai receber um encontro histórico para celebrar um dos maiores movimentos da música brasileira, a JOVEM GUARDA. No dia 28 de junho, às 19h, as lendárias bandas The Fevers e Renato & Seus Blue Caps sobem ao palco para celebrar a música que embalou os sonhos e corações de milhões de brasileiros durante a era de ouro.

 

Com mais de seis décadas de estrada, a banda The Fevers, que se tornou sinônimo de romantismo e baladas dançantes, promete fazer o público cantar junto clássicos como “Vem Me Ajudar”, “Mar de Rosas” e “Dá o Fora”. Já Renato & Seus Blue Caps, traz no repertório sucessos eternos como “Menina Linda” e “Não Te Esquecerei”, garantindo a atmosfera nostálgica e dançante que marcou o movimento da Jovem Guarda.

 

A apresentação única promete reunir gerações em uma noite emocionante, repleta de memórias afetivas, coreografias marcantes e muito rock romântico. O evento é uma oportunidade imperdível para os fãs reviverem os grandes sucessos que marcaram época e também para as novas gerações conhecerem de perto a energia contagiante dessas bandas fundamentais para a história da música popular brasileira.


Serviço: MELHOR DA JOVEM GUARDA COM THE FEVERS E RENATO & SEUS BLUE CAPS

Data: 28 de junho de 2026 (domingo)
Local: Teatro Guaíra – Curitiba/PR
Horário: Portas às 18h | Shows às 19h
Classificação etária: Livre
Ingressos: a partir de R$ 90 a meia-entrada + taxa adm

Link de compra - https://www.diskingressos.com.br/evento/2841/2026-06-28/pr/curitiba/melhor-da-jovem-guarda-the-fevers-e-renato-e-seus-blue-caps

Realização: Dumas Produções

Informações: https://www.instagram.com/dumasproducoes/ ou whats 413315-0808

 Foto:Divulgação. 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Maior do que seus próprios erros, musical de Tim Maia, no Festival de Curitiba, faz Guairão tremer, com ajuda de menino de 9 anos

 

Musical que retrata uma das lendas da música brasileira tem última sessão nesta quarta, às 20h30, dentro da programação da Mostra Lucia Camargo do Festival de Curitiba

Com ingressos esgotados, o musical sobre Tim Maia é super elogiado no Festival de Curitiba 

Quem passou na noite de ontem em frente ao Guairão jura que viu a estrutura de um dos maiores teatros do Brasil chacoalhar. Quem estava dentro, confirma a empolgação da plateia, com senhorinhas dançando e até um menino de 9 anos, João, cantando com entusiasmo todas as músicas da primeira sessão do musical “Tim Maia – Vale Tudo”, em cartaz na Mostra Lucia Camargo do Festival de Curitiba.

O rapazote, assentado no distante primeiro balcão, não passou despercebido nem mesmo por Thór Junior, que no palco incorpora a lenda da música suingada brasileira, responsável por fundir samba e soul como ninguém até então havia feito. A certa altura do espetáculo, o ator chegou a comentar ao microfone: “Ih, tem uma criança na plateia. Tomara que esteja acompanhada dos pais”, brincou, numa referência ao sentido um tanto libidinoso de algumas canções.

Tim Maia morreu há 28 anos, e o fato de uma criança hoje conhecer de cor seu repertório pega muita gente no contrapé. “É maravilhoso saber que depois de tanto tempo tem um menino que ama e canta Tim Maia”, reforçou Thór Junior, durante entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira, 01, na Sala Imprensa Teuda Bara e Maurício Vogue, no Hotel Mabu. “Ele sabia todas as músicas, e deve entender um pouco, acho.”

A emoção também era notória em Carmelo Maia, filho de Tim e responsável por administrar o espólio do cantor. “O Teatro Guaíra ontem retratou fidedignamente o que era um show do meu pai”, afirmou. “E se eu falar mais cinco minutos sobre ista aqui, eu vou chorar.”

Com texto de Nelson Motta, “Tim Maia – Vale Tudo” foi mesmo pensado para funcionar como uma celebração. A montagem destaca Tim Maia como artista, passa pelas histórias pessoais e familiares que formaram sua persona, mas se mantém longe de episódios que, para muitos, fizeram dele um personagem folclórico, espécie de maluco-mor do cancioneiro nacional.

“A música é mais importante do que as falhas. Ele pode ter cometido dez erros, mas acertou cem vezes. Foi o responsável por pavimentar o caminho para pessoas como eu, deixar tudo menos esburacado”, opina Thór Junior, escolhido para interpretar Tim depois de 1,5 mil outros terem passado pelas audições.

“Entrava todo mundo naquela sala, até o Harry Potter, mas entrava o Tim Maia”, lembra Carmelo. A dificuldade? “Eu queria falar do homem por trás do mito. É muito fácil rotular meu pai como um doidão. Ele não era um doidão, era um cara altamente inteligente”, comenta. “Não passo a mão na cabeça. Ele foi um gênio indomável, um homem sem filtro. Por isso, não dá pra fazer Tim Maia mais ou menos. Ou você faz, ou não faz.”

Uma das passagens familiares retratadas no musical foi quando Carmelo encontrou o pai pela última vez, no Centro de Tratamento Intensivo do Hospital Universitário Antônio Pedro, em Niterói (RJ), para onde o cantor fora encaminhado depois de passar mal durante um show. Era quarta-feira, por volta da meia-noite, e Tim Maia estava internado há dias. Tinha parado de ser sedado pelos médicos, tirado do respirador e desamarrado da cama para que pudesse tocar no filho.

“Fiquei lá por uns quarenta minutos, querendo sair, porque estava muito emocionado e sou hipertenso, mas os médicos me convenceram a ficar dizendo que aquele era o único momento bom da semana dele”, relembra. E, mesmo com seus muitos acertos – e à beira da morte –, Tim Maia ainda era Tim Maia: “Eu nunca falei isso antes numa coletiva, mas a única coisa que eu entendi de tudo o que ele falou foi quando me mandou tomar no cu.”

Faleceu três dias depois, vítima de uma infecção generalizada. Na Sala de Imprensa do Festival de Curitiba, teve quem chorou, ainda hoje.

Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, Renault e Geely, com patrocínio de EBANX, Itaipu Binacional, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba


Foto: Lina Sumizono

terça-feira, 17 de março de 2026

Herson Capri debuta no Festival de Curitiba depois de ter brincado nas obras do Guaíra e visto o teatro pegar fogo

 

Nascido em Ponta Grossa, mas criado em Curitiba, ator já interpretou mais de cem personagens em quase 60 anos atuando; na Mostra Lucia Camargo, está em cena em Sabedoria dos Pais

Hoje um dos maiores e mais conceituados centros culturais do Brasil, o Teatro Guaíra foi erguido lentamente e em etapas, ao longo de mais de duas décadas. As obras começaram em 1952 e atravessaram os anos 1960. A inauguração do grande auditório só aconteceu mesmo em 1974. Nesse meio-tempo, o ponta-grossense Herson Capri e os amigos da infância costumavam fazer do entulho acumulado pela obra parada um playground pra brincar de polícia e ladrão e esconde-esconde. Mais tarde, quando um incêndio de grandes proporções adiou ainda mais a entrega final do edifício, o ator assistiu ao vivo, da Praça Santos Andrades, às labaredas que consumiam a estrutura.

“Eu tinha uns 17 anos e estava indo levar minha namorada pra casa, como fazia sempre. A gente passou por ali e viu tudo. Eu já fazia teatro nessa época, então foi uma coisa que bateu forte”, relembra, em entrevista por telefone ao Fringe.

Agora Herson Capri faz o seu debute no Festival de Curitiba e apresenta no mesmo Teatro Guaíra da sua infância e adolescência a peça “A Sabedoria dos Pais”, escrita e dirigida por Miguel Falabella especialmente para ele e a amiga de longa data Natália do Valle. As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30.

No mesmo complexo, no auditório do Guairinha, o ator apresentou seu primeiro espetáculo, quase 60 anos atrás, ainda como estudante do Colégio Estadual do Paraná. A peça “O Julgamento de Joana”, escrita por Eddy Franciosi e dirigida por Telmo Faria, era baseada no veredito a que foi submetida a mártir francesa Joana D’Arc, e chegou a fazer turnê até pelo Rio de Janeiro, durante um mês.

O ator ainda lembra de quando tomou a decisão que definiria sua existência dali pra frente. “Eu estava me concentrando durante o ensaio geral, olhei os refletores apagados e pensei: tenho quinze anos e descobri o que quero fazer pelo resto da minha vida.”

Um pouco de pressão familiar, no entanto, o fez começar o curso de economia pela Universidade de São Paulo (USP) – isso e o fato de ele achar que essa era uma boa oportunidade para “ajudar o mundo a acabar com a fome”. “É claro que depois eu descobri que não era isso que faziam ali”, critica. Na nova cidade, encontrou um grupo de universitários da PUC e continuou fazendo teatro ali.

O ator foi politizado desde a infância pela convivência com o pai, Jair Capri, um tesoureiro do Partido Comunista Brasileiro que corria o Paraná organizando greves e sindicatos e chegou a ser preso pela ditadura militar. A casa da família, na Rua Doutor Faivre, centro de Curitiba, recebia reuniões do “partidão” periodicamente, num esquema de revezamento para driblar a vigilância dos milicos. Aos 12 anos, o garoto pegava a bicicleta para ir visitar o pai no Presídio do Ahu, levando a tiracolo comida, cigarros e jornais. O pai nunca sofreu tortura, mas passou 20 dias na solitária e dali pode ouvir os amigos sendo seviciados.

Capri largou a economia, mas nunca esqueceu o exemplo paterno, que pregava a igualdade entre os homens. “Ele também tinha uma conexão muito grande com a cultura. Lia pra mim as fábulas de Esopo e Saint-Exupéry, e sempre me levava às peças de teatro que iam pra Curitiba, que não eram muitas”, diz. “Ele não gostava de Stálin, que considerava um autoritário, mas lia Marx e Lênin. Eu sou totalmente a favor das políticas compensatórias, desse estado de bem-estar social que existiu na Europa e que agora estão tentando destruir também lár. O Brasil tem que ajudar quem mais precisa. O Fernando Haddad é um dos melhores ministros da Fazenda que já tivemos, se não for o melhor.”

O elogio, no entanto, não é irrestrito. “Desde que eu comecei, a arte de interpretar evoluiu muito, mas o Brasil sempre esteve um pouco aquém. O incentivo ao teatro é muito menor do que o dado à indústria e aos bancos, embora o teatro dê muito mais retorno, inclusive com geração de renda e empregos”, desabafa. “Hoje você tem a demonização da Lei Rouanet, mesmo com ela tendo uma auditoria muito forte e rigorosa. Se você disser que vai gastar com um lápis e gastar com uma borracha, tem que se explicar. Então, se o fazer artístico evoluiu no Brasil, foi às custas dos profissionais”, lamenta Capri, dono de um estilo cortês mas direto, sem disposição para dar muitas voltas antes de dizer o que quer.

Uma das mudanças mais radicais aconteceu por conta das mudanças de contrato promovidas pela Rede Globo e a ascensão do streaming, no qual recentemente Capri fez sucesso com o vilão Átila Argento, de “Beleza Fatal”, novela transmitida pela HBO Max. A principal novidade foi a duração: “Beleza Fatal” teve apenas 40 capítulos, contra os mais de duzentos do formato tradicional. “Não é uma série, é uma novela mesmo, com tom de cinema. E é muito melhor para o público, as coisas acontecem com mais rapidez, a trama tem consistência. No tamanho antigo, é todo mundo obrigado a encher muita linguiça.”

Em certo momento, o ator chegou a ficar conhecido pelo público dos folhetins pelos papeis maléficos, interpretando na tela sucessivos patifes e vigaristas, ao ponto de precisar pedir um tempo pra antiga emissora. “O vilão é o antagonista e dramaturgia é antagonismo, é conflito, é isso que faz a trama rodar. O problema é a repetição, você não evolui no ofício se faz sempre o mesmo personagem. Pedi pra me darem qualquer outra coisa, um mendigo que fosse”, ri.

Nos mais de cinquenta anos como intérprete – ele faz questão de destacar que tem 51 de profissão, mas quase 60 de teatro –, Herson Capri ultrapassou a marca dos cem personagens. Foram 38 peças, 37 novelas e 22 filmes, fora as séries.

No cinema, estrelou no papel de Barão do Serro Azul o longa “O Preço da Paz”, que venceu o Prêmio do Júri Popular do Festival de Gramado em 2003. O drama conta a história de uma tragédia curitibana pouco conhecida do público em geral, quando, em meio à Revolução Federalista, os maragatos chegaram às portas da capital, tendo deixado um rastro de destruição, morte e estupros por onde passavam.

A fuga do então governador Vicente Machado deixou a cidade completamente desprotegida, e o barão reuniu os mais proeminentes comerciantes da época para recolher dinheiro e subornar os rebeldes, a fim de garantir que os curitibanos não fossem as próximas vítimas da guerra civil. Quando os maragatos foram finalmente solapados, Vicente Machado voltou ao cargo, tratando o barão como traidor. Ele foi preso e fuzilado às margens da Estrada da Graciosa.

É no teatro, no entanto, que Herson Capri diz se realizar plenamente. “Eu prefiro sempre. Ali está a consistência, o estudo profundo do personagem, o posicionamento concreto, o contato com o público, coisa que nenhuma inteligência artificial nunca vai substituir. A tevê e as séries são entretenimento, a função delas é o lucro. E a gente fica sempre à mercê disso.”

É também nos palcos que ele mais exerce a função de diretor. Nessa seara, a mais recente investida foi o espetáculo “Eu Sou Minha Própria Mulher”, com o ator Edwin Luisi.  “O meu ponto forte é que eu estendo tapete vermelho pros atores. Ouço e acato a opinião deles. O diretor sabe do todo, mas quem sabe mais do personagem é o ator. Nem todo diretor percebe isso.” 

Aos 74 anos, Herson Capri é difícil de derrubar. Há poucas semanas, sofreu um infarto, mas isso adiou apenas por alguns dias as apresentações de “A Sabedoria dos Pais” em São Paulo. Na década de 90, perdeu metade do pulmão por conta de um câncer – mesmo já tendo deixado de fumar há seis anos –, que descobriu às vésperas de encenar “A Paixão de Cristo”, e fez a peça mesmo assim, exibindo a cicatriz da cirurgia. Em 2008, novo câncer o fez retirar vinte centímetros do intestino.

O empenho e a dedicação são, para ele, o segredo do ofício. “Eu falo até o ponto da obsessão mesmo. É como em qualquer profissão. Dá pra melhorar sempre, isso é infinito.”

“A Sabedoria dos Pais” conta com acessibilidade de intérprete de Libras. A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.



Ficha Técnica:

Texto e Direção: Miguel Falabella

Elenco: Natália do Vale e Herson Capri

Assistente de Direção: Edwin Luisi

Cenário: Turíbio e Zezinho Santos Arquitetura

Luz: Paulo César Medeiros

Trilha Sonora: Leandro Lapagesse

Vídeo: Richard Luiz

Figurino: Marco Pacheco e Jemima Tuany

Direção Técnica: Nailton Silva

Designer de Som e Operadora: Julia Mauro

Camareira: Valkiria Cabral

Assistente de Produção: Gabriel Vaccaro e Pillar Paiva

Assessoria de Comunicação: Adriana Balsanelli

Coordenação de Produção e Tour Mananger: Robert Litig

Direção de Produção: Theo Falabella.


Serviço:

A Sabedoria dos Pais – Mostra Lucia Camargo

34º Festival de Curitiba

Local: Guairão - Rua Conselheiro Laurindo, 175 - Centro

Data: 8 de 9 de abril

Horário: 20h30

Categoria: Comédia

Classificação: 14 anos

Duração: 90 min

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85  (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba  #teatroguaira #guairão #sabedoriadospais

Foto: Nana Moraes Por Sandoval Matheus

segunda-feira, 9 de março de 2026

Rodrigo Teaser em Curitiba: 27 de Junho Tributo ao Rei do Pop no Guairão

 

No dia 27 de junho, o palco do Guairão recebe o maior espetáculo da América Latina,´Tributo ao Rei do Pop´, em homenagem ao astro norte-americano Michael Jackson. Ingressos estão à venda”.  


O significado e o legado de Michael Jackson ainda permanecerão vivos por muitas gerações. Prova disso é o sucesso do show “Tributo ao Rei do Pop”, estrelado por Rodrigo Teaser e considerado o maior espetáculo da América Latina em homenagem ao astro norte-americano. Com 12 anos de sucesso de público e crítica, o show já passou por oito países, quatro continentes, mais de 300 cidades e já foi visto por mais de um milhão de pessoas. Devido ao grande sucesso, Rodrigo Teaser já tem data para retornar a Curitiba e com muitas surpresas.  Com realização da Prime, o artista desembarca na capital paranaense no dia 27 de junho com uma megaprodução, elevadores de palco, catapulta, banda ao vivo e bailarinos. A apresentação que recria toda a estrutura das principais performances do Rei do Pop, acontece no palco Teatro Guaíra (R: Conselheiro Laurindo, 175) às 21h15.  

  

Com cenários e figurinos idênticos àqueles utilizados pelo Rei do Pop, Teaser também é dono de um espetáculo adorado pelo público brasileiro desde a sua estreia, realizada em junho de 2013. O show, que reúne sucessos como "Beat It", "Smooth Criminal", "Thriller", "Wanna Be Startin' Somethin'" e "Billie Jean", já rodou todo o país e teve diversas datas no exterior.  

O show "Tributo ao Rei do Pop", com quase duas horas de duração, vai passar a limpo boa parte da carreira de Michael, em meio a diversas surpresas. A direção é assinada pelo norte-americano LaVelle Smith Jr., vencedor de um troféu Grammy e bailarino de Michael Jackson por 28 anos.  

Os ingressos estão à venda através do www.diskingressos.com.br e custam a partir de R$100,00 (meia-entrada) + taxa adm, o valor varia de acordo com o setor.  A meia-entrada é para estudantes, maiores de 60 anos, professores, mesários, profissionais da saúde, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. Clientes Clube Disk Ingressos possuem40% de desconto na compra de até dois ingressos por associado. INGRESSO SOCIAL - doadores de 1kg de alimento não-perecível possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei.  Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei.  Os ingressos podem ser adquiridos através do Disk Ingressos - Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 e online – www.diskingressos.com.br . É obrigatória a apresentação de documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário na compra do ingresso e na entrada do teatro.  

   

SERVIÇO:  

RODRIGO TEASER – “Tributo ao Rei do Pop”  
Quando: 27 de junho de 2026 (Sábado)  

Local: Teatro Guaíra (R: Conselheiro Laurindo, 175)  

Horários: Abertura do teatro: 20h/ Início do espetáculo: 21h15  

Duração do show: cerca de 120min  

Ingressos: a partir de R$100,00 (meia-entrada) + taxa adm, o valor varia de acordo com o setor.  A meia-entrada é para estudantes, maiores de 60 anos, professores, doadores de sangue, mesários, profissionais da saúde, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. Clientes Clube Disk Ingressos possuem40% de desconto na compra de até dois ingressos por associado. INGRESSO SOCIAL - doadores de 1kg de alimento não-perecível possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei.  Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei.   É obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário, na compra do ingresso e na entrada do teatro.   

Forma de Pagamento: Dinheiro, pix e cartões de crédito/débito Visa e Mastercard.  
Pontos de Venda: Disk Ingressos - Call-center Disk Ingressos (41) 33150808, online – www.diskingressos.com.br e na bilheteria do teatro Guaira (de terça a sábado, das 12 às 18 horas).   
**Entrega em domicílio com taxa de entrega.  
Classificação etária: livre  
Informações p/ o público: (41) 33150808 / @maisumadaprime   
Realização:  Prime  

Foto: Divulgação/ Denis Ono.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Premiado drama “Dois Papas” ganha montagem brasileira no Festival de Curitiba

 

No palco do Guairão, dentro da programação da Mostra Lucia Camargo, espetáculo transforma imaginado encontro entre Bento XVI e Jorge Bergoglio em um diálogo sobre polarização, tradição e mudança 


Em tempos de polarização, o palco reafirma sua posição de campo de confronto. É nesse contexto que a Mostra Lucia Camargo, do Festival de Curitiba, recebe “Dois Papas”, nos dias 6 e 7 de abril, no Guairão. A encenação brasileira do texto de Anthony McCarten reúne Celso Frateschi e Zécarlos Machado em um duelo cênico de ideias, fé e poder. 

Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Com direção de Munir Kanaan, a peça leva aos palcos o encontro imaginado entre dois líderes da Igreja Católica com visões de mundo opostas: o conservador Papa Bento XVI, interpretado por Zécarlos Machado, e o progressista cardeal argentino Jorge Bergoglio, então futuro Papa Francisco, vivido por Celso Frateschi.

Primeira montagem internacional do texto teatral de Anthony McCarten, autor também do livro homônimo e do roteiro do filme da Netflix dirigido por Fernando Meirelles, a dramaturgia ganhou projeção mundial ao ser indicada a três Oscars, quatro Globos de Ouro e cinco BAFTAs. No palco, a encenação brasileira propõe uma imersão na intimidade e nos dilemas desses dois homens públicos, revelando a humanidade por trás das vestes papais.

A trama parte do momento em que Bergoglio viaja a Roma decidido a pedir aposentadoria. Para sua surpresa, é convocado para uma conversa pessoal com Bento XVI, que considera renunciar ao cargo diante das pressões enfrentadas pela Igreja. O que se desenha é um diálogo carregado de tensão, respeito e humor, no qual visões antagônicas encontram espaço para escuta, conflito e transformação.

Apesar de ser um homem mais aberto, é Bergoglio quem chega hesitante ao encontro. Já Bento XVI, mais conservador, é quem propõe o diálogo. É nesse jogo de complexidades que a trama se desenrola. O que move essa história é justamente a possibilidade de escuta mútua diante das diferenças”, observa o diretor Munir Kanaan.

Além de Frateschi e Machado — que voltam a dividir o palco após “Santa Joana”, de Bernard Shaw, nos anos 1980 — o elenco conta com Carol Godoy e Eliana Guttman, intérpretes de personagens femininas próximas aos protagonistas: Irmã Sofia, jovem freira argentina transformada pelos ensinamentos de Bergoglio, e Irmã Brigitta, editora de livros religiosos e confidente de Bento XVI.

A encenação aposta em forte aparato visual. O cenário branco, concebido como instalação cênica, se transforma a partir de figurinos, objetos e projeções, construindo desde ambientes sacros até momentos de intimidade. O videomapping insere conteúdos documentais e amplia o impacto estético do espetáculo, enquanto a trilha sonora conduz as transições com sutileza.

O ator Zécarlos Machado destaca a atualidade da obra: “Vivemos um tempo em que cada um tem sua própria verdade, muitas vezes de forma agressiva. A peça propõe um caminho de reconciliação pela escuta, pelo reconhecimento do humano no outro — mesmo que ele pense diferente.

Celso Frateschi, que traz no repertório montagens como “O Grande Inquisidor” e “Processo de Giordano Bruno”, ressalta que a discussão extrapola o universo religioso: “São duas visões de mundo antagônicas que nos fazem refletir sobre a polarização e os impasses do nosso tempo. A dramaturgia é potente, filosófica, mas profundamente acessível.

Trajetória e reconhecimento

Estreada mundialmente em junho de 2019, no Royal & Derngate Theatre, na Inglaterra, a peça chega ao Brasil com produção da Gengibre Multimídia e da Zug Produções. Após temporada de estreia no Sesc-SP, com sessões esgotadas e ampla repercussão crítica, o espetáculo foi convidado para inaugurar a Sala Nobre do Teatro Cultura Artística, em São Paulo, marcando a retomada das apresentações teatrais no espaço histórico.

“Dois Papas” foi vencedor do Prêmio Arcanjo de Cultura como Melhor Drama do Ano 2025 e teve seus protagonistas indicados ao Prêmio APCA 2025 na categoria Melhor Ator, consolidando-se como uma das montagens mais relevantes da temporada.

Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. O espetáculo conta com acessibilidade de intérprete de Libras. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba



FICHA TÉCNICA:
Direção: Munir Kanaan Dramaturgia: Anthony McCarten Elenco: Celso Frateschi, Zécarlos Machado, Carol Godoy e Eliana Guttman Equipe Criativa: Dramaturgia: Anthony McCarten Tradução: Rui Xavier Diretor Assistente: Gustavo Trestini Trilha Sonora: Dan Maia Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud Cenário: Eric Lenate Figurino: Carol Roz Iluminação: Beto Bruel Produção: Gengibre Multimídia e Zug Produções Instagram: @doispapasteatro @munir_kanaan @carolgodoyatriz @celsofrateschi @zecarlosmachadooficial @eguttman


Serviço:
Dois Papas – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Teatro Guaira (Guairão)
Rua Conselheiro Laurindo, 175 - Centro
Data: 6 de 7 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Drama
Classificação: Livre
Duração: 135 min (+15 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85  (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #doispapas #teatroguaira

Foto: Zug Produções.