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sexta-feira, 14 de junho de 2024

Autobiografia Autorizada, de Paulo Betti, chega à Caixa Cultural Curitiba

 

Completando 49 anos de carreira, o ator apresenta seu monólogo nas 7 unidades da CAIXA Cultural espalhadas pelo Brasil


A CAIXA Cultural Curitiba recebe o aclamado monólogo Autobiografia Autorizada,
com texto e atuação de Paulo Betti e direção de Juliana Betti e Rafael Ponzi. 

Com início das vendas em 15 de junho, o espetáculo terá ingressos a preços populares e
será apresentado na CAIXA Cultural Curitiba nos dias 21, 22 e 23 de junho,
seguindo para as unidades do Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Fortaleza em julho,
São Paulo em agosto e encerrando a turnê em Brasília no mês de dezembro.

Autobiografia Autorizada é uma obra autobiográfica criada por Paulo Betti,
baseada em textos escritos durante sua adolescência e artigos semanais que ele
escreveu por quase trinta anos para o jornal de sua cidade natal. Na peça, Betti
representa vários personagens de sua vida, incluindo seu pai, mãe e avó,
proporcionando ao público uma experiência divertida e emocionante.


Estreado em 2015, o espetáculo já percorreu diversas cidades brasileiras e
internacionais, incluindo Sorocaba, São Carlos, Jundiaí, Araraquara, Piracicaba,
Paulínia, Fortaleza, Uberlândia, Brasília, além de Luanda, na Angola, e em Portugal.

Paulo Betti, aos 71 anos, traz à tona sua trajetória de superação: saído de um
contexto rural, onde seu avô, um imigrante italiano, trabalhava como meeiro para um
fazendeiro negro. 
Filho de uma camponesa analfabeta que se tornou empregada na
cidade, Betti foi o décimo quinto filho, e, apesar das dificuldades, estudou em boas
escolas, cursou um Ginásio Industrial em tempo integral, formou-se pela Escola de
Arte Dramática da USP e lecionou na Unicamp. Segundo o ator, a fixação pela
memória da infância e adolescência, passada num ambiente inóspito e poético,
merece ser compartilhada para provocar emoção, riso, entretenimento e
entendimento.
Juliana Betti, filha de Paulo e codiretora do espetáculo, destaca a importância
emocional e reveladora do projeto.
Ela compartilha que, ao ser convidada para dirigir
a peça, ficou impressionada ao descobrir muitas histórias desconhecidas sobre a
vida de seu pai, o que aprofundou sua admiração por ele.

A turnê nas unidades da CAIXA Cultural, em todas as cidades, terá ingressos
populares e uma apresentação acessível com intérprete em libras e audiodescrição,
proporcionando a todos a oportunidade de assistir ao espetáculo.
Sessão Acessível

O espetáculo que se apresenta na CAIXA Cultural em únicas apresentações, realiza
no dia 23 de junho de 2024 sessão acessível com Intérprete em Libras e
Audiodescrição. É uma oportunidade para o público portador de deficiência auditiva
e visual, terem amplo acesso ao conteúdo do espetáculo favorecendo assim
inclusão as atividades culturais.

WORKSHOP
Para artistas e aspirantes das artes cênicas, o projeto oferecerá também um
workshop de interpretação para Teatro e TV no dia 22 de junho. O objetivo é
proporcionar contato com a interpretação para TV e teatro, oferecendo noções de
interpretação, técnicas, ritmo e os tipos de dramaturgia característicos dessas
modalidades.
Os encontros serão direcionados para a relação entre o ator e a câmera/palco: suas
implicações na interpretação, na relação com o espaço, com seu corpo, sua voz, sua
imagem e com a verdade cênica. No workshop, Paulo conta bastidores de estúdios
de TV, e coxias de teatro, que servem como campo de preparo e aprimoramento
sobre interpretação. Paulo foi professor do Instituto de Artes da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp) entre 1977 e 1984.

FICHA TÉCNICA  
Texto e Interpretação: Paulo Betti 
Direção: Juliana Betti e Rafael Ponzi 
Elenco: Paulo Betti 
Cenário: Mana Bernardes 
Figurino: Leticia Ponzi 
Iluminação: Dani Sanchez e Luiz Paulo Neném 
Direção de Movimento: Miriam Weitzman 
Programação Visual: Mana Bernardes 
Trilha Sonora: Pedro Bernardes 
Fotografia: Mauro Khouri 
Assistente de Direção: Juliana Betti 
Coordenador de Produção: Fabrício Chianello
Realização: Ymbu Entretenimento

SERVIÇO: 
[Teatro] Autobiografia Autorizada
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro, Curitiba
(PR)
Data: 21, 22 e 23 de junho
Horário: sexta-feira e sábado às 20h, domingo às 19h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos
previstos em lei)
Início das vendas: 15 de junho às 10h na Bilheteria do Teatro
Classificação indicativa: 12 anos
Capacidade: 125 lugares (sendo 2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 4501-8722 | www.caixacultural.gov.br
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Workshop de interpretação para Teatro e TV
Ministrante: Paulo Betti
Local: Teatro da CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro.
Curitiba (PR)
Duração: 120 minutos 
Lotação: 30 inscritos
Público-alvo: Aspirantes a carreira de ator/atriz; atores e atrizes em geral
Data: 22 de junho
Horário: das 14h30 às 16h30
Inscrições: a partir de 13 de junho em link que será disponibilizado no site
www.caixacultural.gov.br

Entrada Gratuita.

Foto: Mauro Khouri.

sábado, 15 de julho de 2023

“A casa que nunca habitei” reestreia no Teatro Novelas Curitibanas

 

O espetáculo garantiu ao ator Victor Carlim o prêmio de melhor intérprete no 15º Festival de Teatro de Pinhais.





Sobre o espetáculo

Caminhos para casa...

A casa que nunca habitei é o primeiro trabalho de repertório do Coletivo Micropolíticas, texto inédito do dramaturgo Thiago Dominoni, escrito ao longo do processo criativo, com direção de Robson Rosseto e atuação do ator Victor Carlim. A duração da produção tem 60 minutos, com classificação indicativa de 14 anos.

A dramaturgia explora as angústias de um homem em conflito. O público é convidado a embarcar numa jornada de memórias, autoconhecimento e descobertas: como é sair de casa? Você foge da casa ou escolhe partir? 

O texto explicita a relação conflituosa do personagem com a mãe, a espiritualidade e as memórias de infância. O discurso levado para a cena foi emanado pela criação do ator, o qual recorreu às suas próprias memórias com vistas à construção da dramaturgia.

No decorrer do processo criativo, essas memórias foram ativadas, por meio de imagens, músicas, fragmentos de texto, sensações, cheiros, sons, texturas e depoimentos colhidos pelo dramaturgo e encenador. Os sentidos aguçados em função dos recursos utilizados pelos mesmos funcionaram como alavancas destinadas a evocar antigas lembranças, convite para visitar e revisitar o passado.

A memória do ator foi reinventada, tramando uma dramaturgia em que os fragmentos trazidos dialogam com o imaginário do escritor e do diretor do espetáculo. A concepção estética teatral sublinhou uma especificidade da presença do corpo na cena, em que o modo de construção e a estrutura são pensados de forma dissociada da ideia de uma linha narrativa, apresentando formas articuladas e não articuladas. Desta forma, a expressão do ator e o cenário se completam e nenhuma subordinação é determinante entre o corporal, o visual e o pronunciado.

 

Sobre o coletivo

Encontro e convívio...

O coletivo surgiu em 2020, a partir dos desejos de Robson Rosseto e Victor Carlim em minimizar as distâncias entre o fazer teatral e a mediação artística. Desta forma, o grupo tem como foco o desenvolvimento de projetos que contribuam com a criação, difusão e fomento artístico-cultural, com vistas a promover espaços de experiência entre artistas, arte educadores e espectadores.

A casa que nunca habitei é o primeiro espetáculo do coletivo, que estreou em maio de 2022 no Teatro Barracão EnCena, na cidade de Curitiba. Esta encenação é fruto do projeto de pesquisa intitulado "Criação, recepção e mediação teatral: desdobramentos poéticos", coordenado pelo pesquisador Robson Rosseto, vinculado a Universidade Estadual do Paraná – Unespar, campus de Curitiba II – Faculdade de Artes do Paraná, financiado pela Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná (FA).

Além da difusão do referido espetáculo, este projeto propõe a mediação teatral como cerne da produção cênica, assim sendo, o processo criativo foi desenvolvido pelo coletivo associado com a formação do espectador, com o objetivo de desenvolver procedimentos artísticos metodológicos de mediação teatral. Nesta perspectiva, a intenção é promover interações das espectadoras e dos espectadores a partir de procedimentos artísticos metodológicos propostos em eventos coletivos, proporcionando a efetivação de um espaço de acolhimento, promovendo reflexões, partilhas, provocações e afetos. Portanto, a proposta compreende a ação educativa associada à experiência cênica como provocação dialógica, espaço no qual o caráter estético e o caráter formativo são indissociáveis.

 

Ficha técnica

Dramaturgia: @thidominoni
Direção: @rosseto.robson
Intérprete: @victor_carlim
Preparação corporal: @filimbetter .
Preparação vocal: Ana Paula Dassie Leite.
Mediadoras: @mariamariaelis@ju.melni e @luz.juliana.art
Iluminação: @cleverdfreitas . Operação de luz: @jessyca.arbaiter
Figurino: Paulo Vinícius.
Cenografia: Robson Rosseto.
Produção: @ranamoscheta .
Fotografia: Juliana Luz/Chico Nogueira.
Arte gráfica: karla_vizone
Filmagem: @gsrega





Serviço: 

“A  Casa que Nunca Habitei”.– Coletivo Micropolíticas

Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge 

Rua: Presidente Carlos Cavalcanti, 1222 – São Francisco

De 20 a 29 de julho de 2023
20 a 23 - Quinta a domingo, 20h
27 e  29 - Quinta a sábado, 20h com sessão extra no dia 29 às 18h00.

Entrada franca. 

Ingressos distribuídos uma hora antes das apresentações. 

Sujeito à lotação.

Gênero: Drama contemporâneo/Monólogo.
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 60 minutos.

Mais informações: Instagram: @coletivomicropolíticas e @tomateproducoes

Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura Fundação Cultural de Curitiba e da prefeitura Municipal de Curitiba.

Foto: Chico Nogueira e Juliana Luz.

quinta-feira, 13 de abril de 2023

Monólogo Sentido Literal estreia no Espaço Marianes

 


Escrita, dirigida e estrelada por Débora Karan, “SENTIDO LITERAL ou Confissões Intrusivas” é uma peça teatral no melhor estilo “a one woman show”: uma jovem atriz sobe ao palco para fazer confissões intrusivas para desconhecidos num espetáculo que mistura teatro, música, comédia e pitadas de improviso.

Temáticas como a passagem do tempo, traumas sexuais, inseguranças e críticas à própria profissão são abordadas de forma breve, porém intensa. Fragmentos de realidade e ficção costuram uma história na qual o único fio condutor necessário é a pessoa que as vive, mas ela ainda não descobriu isso.

COMPRE SEU INGRESSO POR R$20 VIA CHAVE PIX EMAIL: deborakaran@outlook.com

E ENVIE O COMPROVANTE ATRAVÉS DO LINK:

https://contate.me/comprovantesentidoliteral

Serviço:

Quando?

12 e 13 de Maio de 2023 

Que horas?

20h

Onde?

Espaço Marianes (Rua Mariano Torres, 526, apartamento 11)

Ficha técnica:

Dramaturgia: Débora Karan

Direção: Débora Karan

Elenco: Débora Karan

Operação de sonoplastia: Came Machado

Apoio: Espaço Cultural Marianes

Realização: Débora Karan Produções

Classificação indicativa: 14 anos.

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Dig Dutra volta a Curitiba com o espetáculo “Inesgotável”

 

A atriz Dig Dutra volta a Curitiba para mais duas apresentações do monólogo “Inesgotável”, que esteve em temporada no Teatro Cena Hum em setembro do ano passado, durante as comemorações dos trinta anos de carreira da artista. As sessões, que integram a mostra Fringe, do Festival de Curitiba, irão acontecer nos dias 05 e 06 de abril (quinta e sexta-feira), às 20 horas, novamente no palco do Cena. 



A direção é de George Sada.


Com texto assinado por Alice Bacelar, o espetáculo retrata uma mulher ressentida, que faz da obsessão a razão da sua existência. Dig dá vida a uma (per)seguidora voraz, uma stalker, uma vilã contemporânea que pode estar ao seu lado ou dentro de você. Uma mulher com uma personalidade doentia tão forte que, para compô-la, além de desenvolver um trabalho preciso e detalhista de corpo e voz, a atriz passou a receber assessoria psicológica.

“Busquei a psicologia para um maior entendimento sobre os gatilhos e motivações que impulsionam a personagem. Hoje em dia, com tamanha exposição nas redes sociais, é cada vez mais comum desenvolver uma obsessão ou ser vítima dela”, afirma. “Inesgotável é um grito de socorro, mas também, e acima de tudo, é um grito de alerta. Traz à tona um tema atual e polêmico que nos faz refletir sobre quais pensamentos mórbidos podem estar escondidos por trás de um sorriso simpático”.

Serviço:

Inesgotável

Quando:  05 e 06 de abril de 2023.

Horário: 20 horas

Onde: Teatro Cena Hum (Rua Sen. Xavier da Silva, 166, São Francisco, Curitiba-PR)

Ingressos: R$ 25,00 (meia) e R$ 50,00 (inteira). Na bilheteria oficial do Festival de Curitiba.

Mais informações: (41)99943-9396

 

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Dig Dutra estreia espetáculo “Inesgotável” e comemora 30 anos de carreira no Teatro Cena Hum

 


A atriz Dig Dutra está completando 30 anos de carreira artística. A comemoração vai ser onde ela mais gosta de estar: no palco e em sua cidade natal, Curitiba. 


O monólogo “Inesgotável” inicia turnê na capital paranaense, com apresentações nos dias 17, 18, 23, 24 e 25 de setembro, no Teatro Cena Hum, sob direção do parceiro profissional e amigo de longa data George Sada, diretor e fundador da Cena Hum Academia Multiartes, da qual Dig foi professora.


Todas as sessões ocorrem às 20 horas e os ingressos podem ser adquiridos pelo Sympla, a partir de R$25,00 (meia entrada). Acesse https://www.sympla.com.br/inesgotavel__1702738 .


Com texto assinado por Alice Bacelar e supervisão dramatúrgica de Ivanise Garcia, o espetáculo retrata uma mulher ressentida, que faz da obsessão a razão da sua existência. Dig dá vida a uma (per)seguidora voraz, uma stalker, uma vilã contemporânea que pode estar ao seu lado ou dentro de você. Uma mulher com uma personalidade doentia tão forte que, para compô-la, além de desenvolver um trabalho preciso e detalhista de corpo e voz, a atriz passou a receber assessoria psicológica.


“Busquei a psicologia para um maior entendimento sobre os gatilhos e motivações que impulsionam a personagem. Hoje em dia, com tamanha exposição nas redes sociais, é cada vez mais comum desenvolver uma obsessão ou ser vítima dela”, afirma. “Inesgotável é um grito de socorro, mas também, e acima de tudo, é um grito de alerta. Traz à tona um tema atual e polêmico que nos faz refletir sobre quais pensamentos mórbidos podem estar escondidos por trás de um sorriso simpático”.


Georde Sada e Dig Dutra.


Sobre a parceria com Georde Sada, Dig conta que o diretor é fonte constante de inspiração. “Trabalhar com ele é muito enriquecedor. O George é extremamente talentoso, por isso nutro uma profunda admiração por ele. A cada ensaio aprendo mais. Ele me inspira, me motiva e ao mesmo tempo me desafia. O George foi meu professor de teatro há exatos 30 anos e eu não tenho dúvida que foi com ele que aprendi a amar a interpretação cênica. Por isso é tão significativo que esta peça seja dirigida por ele”.

Já George, cuja admiração e carinho por Dig são recíprocos, conta como o espetáculo “Inesgotável” foi criado. Segundo ele, tudo começou a partir de uma conversa sobre o tema stalkeamento entre atriz e diretor durante o período de pandemia. “Não tínhamos absolutamente nada (do espetáculo) no começo. Tudo foi sendo construído e cuidadosamente montado ao longo do tempo. O foco central da peça é o comportamento humano. Através dela, consigo unir minhas duas paixões: teatro e psicologia”, diz o diretor, que também é formado em Psicologia.


“Inesgotável” tem sonoplastia assinada por Chico Nogueira, iluminação de Nádia Luciane, figurinos de Cristine Conde, preparação corporal de André Morais e maquiagem de Marcelino de Miranda.


Dig Dutra


Dig Dutra já atuou em 27 peças, 15 filmes e fez mais de 90 comerciais de televisão. Participou das novelas Sete Pecados, Senhora do Destino, Alma Gêmea, Da Cor do Pecado, Belíssima, Paraíso Tropical, Duas Caras, Amor e Intrigas, Começar de Novo, Beleza Pura, Pé na Jaca, entre outras. Também marcou presença em A Diarista, Sob Nova Direção, A Grande Família, Faça Sua História, Carga Pesada, Linha Direta Justiça, A Turma do Didi, Xuxa no Mundo da Imaginação e Conto ou Não Conto. No teatro, dividiu o palco com grandes nomes como Chico Anysio, Dercy Gonçalves e Francisco Cuoco. 


Outra atuação marcante foi na encenação da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, em Pernambuco, como Maria Madalena. 


George Sada

Fundador e diretor da Cena Hum Academia Multiartes, complexo do qual faz parte o Teatro Cena Hum, George Sada é graduado em Artes Cênicas pela PUC-PR (1989) e em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná (1985), com pós graduação em Arte Educação pela Faculdade de Artes do Paraná (1993). Professor de interpretação na Escola de Dança do Teatro Guaíra e da École Rudra Bjàst, na Suíça. É autor, ator, diretor, sonoplasta, maquiador de espetáculo, figurinista, cenógrafo e professor de teatro. Tem no currículo diversos trabalhos na área das artes cênicas, como por exemplo a direção da Opereta “Sapateira Prodigiosa”, do musical “Vinilidades” e do espetáculo on-line “Farol”.

 

Ficha Técnica

 

Direção: George Sada

Elenco: Dig Dutra

Texto: Alice Bacelar

Supervisão dramatúrgica: Ivanise Garcia

Preparador Corporal: André Morais

Cenografia: George Sada e Dig Dutra

Figurino: Cristine Conde

Maquiador: Marcelino de Miranda

Sonoplastia: Chico Nogueira

Iluminação: Nádia Luciani

Designer Gráfico: André Morais

Audiovisual : Ricardo Janotto

Visagismo/Videos: Neusa Almeida

Fotografia: Silvia e Cesar Roman

Diretor Executivo: Cicero Lira (CL Produções)

Realização: Produtora Cena Hum e Digníssima Arte

 

Serviço:

Inesgotável

Quando:  17, 18, 23, 24 e 25 de setembro de 2022

Horário: 20 horas

Onde: Teatro Cena Hum (Rua Sen. Xavier da Silva, 166, São Francisco, Curitiba-PR)

Ingressos: R$ 25,00 (meia) e R$ 50,00 (inteira)

Classificação etária: 12 anos

Mais informações: (41)99943-9396


Foto: Silvia e Cesar Roman.


sexta-feira, 18 de março de 2022

Mona Lisa, Noel Rosa, Hitler e Angeli: peças baseadas em histórias reais que não dá pra perder no 30º Festival de Curitiba

 

30º Festival de Curitiba traz uma seleção de espetáculos sobre a vida real para todos os gostos

Você é do tipo que adora uma biografia? Então é aqui o seu lugar. O 30º Festival de Curitiba traz entre os dias 29 de março e 10 de abril uma seleção imperdível de espetáculos baseados em histórias reais. Tem de tudo, musical, comédia, drama, é só escolher e correr para adquirir os ingressos. Celular ou papel e caneta na mão, anote a programação:


Eu de você



 

Eu de Você no Festival de Curitiba com Denise Fraga. 
Foto: Cacá Bernardes.



Este é o primeiro espetáculo solo da atriz Denise Fraga e é baseado em histórias reais. A peça traz reflexões sobre o que nos mantém humanos num mundo em que as relações e os afetos ganham cada vez mais complexidade. No espetáculo, Denise Fraga é acompanhada ao vivo pelas musicistas Ana Rodrigues, Clara Bastos e Priscila Brigante. Dias 5 e 6 de abril, às 21h, no Teatro Guaíra, Guairão (Rua Amintas de Barros, S/N – Centro). Valores: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) + taxa administrativa. Classificação: 12. Duração: 90’.


Parlapatões revistam Angeli






                                                  Parlapatões revistam Angeli no Festival de Curitiba.


Um dos cartunistas mais emblemáticos do país é a inspiração para o espetáculo que vai trazer boas lembranças para os fãs de Angeli. No palco, atores recriam situações das famosas tiras de Angeli - como Rebordosa, Meia Oito, entre outros icônicos - em quadros curtos, cômicos, além de um personagem permanente em cena, o Angeli em Crise. Apresentações no dia 2 de abril, às 21h, e 3 de abril, às 19h, no Sesc da Esquina (Rua Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).  Valores: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) + taxa administrativa. Classificação: 14. Duração: 80’. O espetáculo tem audiodescrição. 


Mona Lisa vs Adolph Hitler


Mona Lisa vs Adolph Hitler. 
Foto: Maringas Maciel


A peça é baseada em fatos reais e se passa no fim da Segunda Guerra Mundial, em 1944, em uma Paris dominada pelas tropas alemãs e prestes a ser libertada pelos aliados. Ao saber de sua possível derrota, Adolph Hitler ordena a destruição da cidade e de seus monumentos, obras de arte e a dizimação da população. Na noite anterior à execução da ordem, o general recebe a visita do cônsul sueco, que tenta convencê-lo a não cometer tamanho ato de insanidade. A montagem é do Grupo Delírio Cia de Teatro e as apresentações acontecem no dia 31 de março e 1º de abril, às 21h, no Teatro Zé Maria (. Rua Treze de Maio, 655). Valores: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) + taxa administrativa. Classificação: 12. Duração: 60’


O Náufrago



                                                                              O Náufrago. 

                                                           Foto: LNW Produções Artísticas.


A peça transpõe para o palco da obra homônima de Thomas Bernhard em uma prosa convulsiva e exasperada. Conta a história de três exímios estudantes de piano, um dos quais teve sua vida aniquilada a partir do momento em que ouviu Glenn Gould, um dos outros três, tocar as Variações Goldberg, de Bach.Dias 6 e 7 de abril, às 21h, no Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1299).  Valores: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) + taxa administrativa. Classificação: 14. Duração: 80’


Aracy - A voz de Noel

Um show musical com Rosana Stavis celebrando Aracy de Almeida, primeira grande cantora de samba e grande intérprete das canções de Noel Rosa. A direção artística é de Marcos Damaceno e direção musical de Sérgio Justen e Gilson Fukushima. Dia 3 de abril, às 16h, na Casa do Damaceno (Rua Treze de Maio, 991). Valores: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) + taxa administrativa. Classificação: 16. Duração: 60’.




Onde adquirir os ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival