Completando 49 anos de carreira, o ator apresenta seu monólogo nas 7 unidades da CAIXA Cultural espalhadas pelo Brasil
Ela compartilha que, ao ser convidada para dirigir
Foto: Mauro Khouri.
Completando 49 anos de carreira, o ator apresenta seu monólogo nas 7 unidades da CAIXA Cultural espalhadas pelo Brasil
Foto: Mauro Khouri.
Caminhos para casa...
A casa que nunca habitei é o primeiro trabalho de repertório do Coletivo Micropolíticas, texto inédito do dramaturgo Thiago Dominoni, escrito ao longo do processo criativo, com direção de Robson Rosseto e atuação do ator Victor Carlim. A duração da produção tem 60 minutos, com classificação indicativa de 14 anos.
A dramaturgia explora as angústias de um homem em conflito. O público é convidado a embarcar numa jornada de memórias, autoconhecimento e descobertas: como é sair de casa? Você foge da casa ou escolhe partir?
O texto explicita a relação conflituosa do personagem com a mãe, a espiritualidade e as memórias de infância. O discurso levado para a cena foi emanado pela criação do ator, o qual recorreu às suas próprias memórias com vistas à construção da dramaturgia.
No decorrer do processo criativo, essas memórias foram ativadas, por meio de imagens, músicas, fragmentos de texto, sensações, cheiros, sons, texturas e depoimentos colhidos pelo dramaturgo e encenador. Os sentidos aguçados em função dos recursos utilizados pelos mesmos funcionaram como alavancas destinadas a evocar antigas lembranças, convite para visitar e revisitar o passado.
A memória do ator foi reinventada, tramando uma dramaturgia em que os fragmentos trazidos dialogam com o imaginário do escritor e do diretor do espetáculo. A concepção estética teatral sublinhou uma especificidade da presença do corpo na cena, em que o modo de construção e a estrutura são pensados de forma dissociada da ideia de uma linha narrativa, apresentando formas articuladas e não articuladas. Desta forma, a expressão do ator e o cenário se completam e nenhuma subordinação é determinante entre o corporal, o visual e o pronunciado.
Sobre o coletivo
Encontro e convívio...
O coletivo surgiu em 2020, a partir dos desejos de Robson Rosseto e Victor Carlim em minimizar as distâncias entre o fazer teatral e a mediação artística. Desta forma, o grupo tem como foco o desenvolvimento de projetos que contribuam com a criação, difusão e fomento artístico-cultural, com vistas a promover espaços de experiência entre artistas, arte educadores e espectadores.
A casa que nunca habitei é o primeiro espetáculo do coletivo, que estreou em maio de 2022 no Teatro Barracão EnCena, na cidade de Curitiba. Esta encenação é fruto do projeto de pesquisa intitulado "Criação, recepção e mediação teatral: desdobramentos poéticos", coordenado pelo pesquisador Robson Rosseto, vinculado a Universidade Estadual do Paraná – Unespar, campus de Curitiba II – Faculdade de Artes do Paraná, financiado pela Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná (FA).
Além da difusão do referido espetáculo, este projeto propõe a mediação teatral como cerne da produção cênica, assim sendo, o processo criativo foi desenvolvido pelo coletivo associado com a formação do espectador, com o objetivo de desenvolver procedimentos artísticos metodológicos de mediação teatral. Nesta perspectiva, a intenção é promover interações das espectadoras e dos espectadores a partir de procedimentos artísticos metodológicos propostos em eventos coletivos, proporcionando a efetivação de um espaço de acolhimento, promovendo reflexões, partilhas, provocações e afetos. Portanto, a proposta compreende a ação educativa associada à experiência cênica como provocação dialógica, espaço no qual o caráter estético e o caráter formativo são indissociáveis.
Ficha técnica
Dramaturgia: @thidominoni
Direção: @rosseto.robson
Intérprete: @victor_carlim
Preparação corporal: @filimbetter .
Preparação vocal: Ana Paula Dassie Leite.
Mediadoras: @mariamariaelis, @
Iluminação: @cleverdfreitas . Operação de luz: @jessyca.arbaiter
Figurino: Paulo Vinícius.
Cenografia: Robson Rosseto.
Produção: @ranamoscheta .
Fotografia: Juliana Luz/Chico Nogueira.
Arte gráfica: karla_vizone
Filmagem: @gsrega
“A Casa que Nunca Habitei”.– Coletivo Micropolíticas
Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge
Rua: Presidente Carlos Cavalcanti, 1222 – São Francisco
De 20 a 29 de julho de 2023
20 a 23 - Quinta a domingo, 20h
27 e 29 - Quinta a sábado, 20h com sessão extra no dia 29 às 18h00.
Entrada franca.
Ingressos distribuídos uma hora antes das apresentações.
Sujeito à lotação.
Gênero: Drama contemporâneo/Monólogo.
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 60 minutos.
Mais informações: Instagram: @coletivomicropolít
Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura Fundação Cultural de Curitiba e da prefeitura Municipal de Curitiba.
Foto: Chico Nogueira e Juliana Luz.
Escrita, dirigida e estrelada por Débora Karan, “SENTIDO LITERAL ou Confissões Intrusivas” é uma peça teatral no melhor estilo “a one woman show”: uma jovem atriz sobe ao palco para fazer confissões intrusivas para desconhecidos num espetáculo que mistura teatro, música, comédia e pitadas de improviso.
Temáticas como a passagem do tempo, traumas sexuais, inseguranças e críticas à própria profissão são abordadas de forma breve, porém intensa. Fragmentos de realidade e ficção costuram uma história na qual o único fio condutor necessário é a pessoa que as vive, mas ela ainda não descobriu isso.
COMPRE SEU INGRESSO POR R$20 VIA CHAVE PIX EMAIL: deborakaran@outlook.com
E ENVIE O COMPROVANTE ATRAVÉS DO LINK:
https://contate.me/comprovantesentidoliteral
Serviço:
Quando?
12 e 13 de Maio de 2023
Que horas?
20h
Onde?
Espaço Marianes (Rua Mariano Torres, 526, apartamento 11)
Ficha técnica:
Dramaturgia: Débora Karan
Direção: Débora Karan
Elenco: Débora Karan
Operação de sonoplastia: Came Machado
Apoio: Espaço Cultural Marianes
Realização: Débora Karan Produções
Classificação indicativa: 14 anos.
A atriz Dig Dutra volta a Curitiba para mais duas apresentações do monólogo “Inesgotável”, que esteve em temporada no Teatro Cena Hum em setembro do ano passado, durante as comemorações dos trinta anos de carreira da artista. As sessões, que integram a mostra Fringe, do Festival de Curitiba, irão acontecer nos dias 05 e 06 de abril (quinta e sexta-feira), às 20 horas, novamente no palco do Cena.
A direção é de George Sada.
Com texto assinado por Alice Bacelar, o espetáculo retrata uma mulher ressentida, que faz da obsessão a razão da sua existência. Dig dá vida a uma (per)seguidora voraz, uma stalker, uma vilã contemporânea que pode estar ao seu lado ou dentro de você. Uma mulher com uma personalidade doentia tão forte que, para compô-la, além de desenvolver um trabalho preciso e detalhista de corpo e voz, a atriz passou a receber assessoria psicológica.
“Busquei a psicologia para um maior entendimento sobre os gatilhos e motivações que impulsionam a personagem. Hoje em dia, com tamanha exposição nas redes sociais, é cada vez mais comum desenvolver uma obsessão ou ser vítima dela”, afirma. “Inesgotável é um grito de socorro, mas também, e acima de tudo, é um grito de alerta. Traz à tona um tema atual e polêmico que nos faz refletir sobre quais pensamentos mórbidos podem estar escondidos por trás de um sorriso simpático”.
Serviço:
Inesgotável
Quando: 05 e 06 de abril de 2023.
Horário: 20 horas
Onde: Teatro Cena Hum (Rua Sen. Xavier da Silva, 166, São Francisco, Curitiba-PR)
Ingressos: R$ 25,00 (meia) e R$ 50,00 (inteira). Na bilheteria oficial do Festival de Curitiba.
Mais informações: (41)99943-9396
A atriz Dig Dutra está completando 30 anos de carreira artística. A comemoração vai ser onde ela mais gosta de estar: no palco e em sua cidade natal, Curitiba.
O monólogo “Inesgotável” inicia turnê na capital paranaense, com apresentações nos dias 17, 18, 23, 24 e 25 de setembro, no Teatro Cena Hum, sob direção do parceiro profissional e amigo de longa data George Sada, diretor e fundador da Cena Hum Academia Multiartes, da qual Dig foi professora.
Todas as sessões ocorrem às 20 horas e os ingressos podem ser adquiridos pelo Sympla, a partir de R$25,00 (meia entrada). Acesse https://www.sympla.com.br/
Com texto assinado por Alice Bacelar e supervisão dramatúrgica de Ivanise Garcia, o espetáculo retrata uma mulher ressentida, que faz da obsessão a razão da sua existência. Dig dá vida a uma (per)seguidora voraz, uma stalker, uma vilã contemporânea que pode estar ao seu lado ou dentro de você. Uma mulher com uma personalidade doentia tão forte que, para compô-la, além de desenvolver um trabalho preciso e detalhista de corpo e voz, a atriz passou a receber assessoria psicológica.
“Busquei a psicologia para um maior entendimento sobre os gatilhos e motivações que impulsionam a personagem. Hoje em dia, com tamanha exposição nas redes sociais, é cada vez mais comum desenvolver uma obsessão ou ser vítima dela”, afirma. “Inesgotável é um grito de socorro, mas também, e acima de tudo, é um grito de alerta. Traz à tona um tema atual e polêmico que nos faz refletir sobre quais pensamentos mórbidos podem estar escondidos por trás de um sorriso simpático”.
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| Georde Sada e Dig Dutra. |
Sobre a parceria com Georde Sada, Dig conta que o diretor é fonte constante de inspiração. “Trabalhar com ele é muito enriquecedor. O George é extremamente talentoso, por isso nutro uma profunda admiração por ele. A cada ensaio aprendo mais. Ele me inspira, me motiva e ao mesmo tempo me desafia. O George foi meu professor de teatro há exatos 30 anos e eu não tenho dúvida que foi com ele que aprendi a amar a interpretação cênica. Por isso é tão significativo que esta peça seja dirigida por ele”.
Já George, cuja admiração e carinho por Dig são recíprocos, conta como o espetáculo “Inesgotável” foi criado. Segundo ele, tudo começou a partir de uma conversa sobre o tema stalkeamento entre atriz e diretor durante o período de pandemia. “Não tínhamos absolutamente nada (do espetáculo) no começo. Tudo foi sendo construído e cuidadosamente montado ao longo do tempo. O foco central da peça é o comportamento humano. Através dela, consigo unir minhas duas paixões: teatro e psicologia”, diz o diretor, que também é formado em Psicologia.
“Inesgotável” tem sonoplastia assinada por Chico Nogueira, iluminação de Nádia Luciane, figurinos de Cristine Conde, preparação corporal de André Morais e maquiagem de Marcelino de Miranda.
Dig Dutra
Dig Dutra já atuou em 27 peças, 15 filmes e fez mais de 90 comerciais de televisão. Participou das novelas Sete Pecados, Senhora do Destino, Alma Gêmea, Da Cor do Pecado, Belíssima, Paraíso Tropical, Duas Caras, Amor e Intrigas, Começar de Novo, Beleza Pura, Pé na Jaca, entre outras. Também marcou presença em A Diarista, Sob Nova Direção, A Grande Família, Faça Sua História, Carga Pesada, Linha Direta Justiça, A Turma do Didi, Xuxa no Mundo da Imaginação e Conto ou Não Conto. No teatro, dividiu o palco com grandes nomes como Chico Anysio, Dercy Gonçalves e Francisco Cuoco.
Outra atuação marcante foi na encenação da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, em Pernambuco, como Maria Madalena.
George Sada
Fundador e diretor da Cena Hum Academia Multiartes, complexo do qual faz parte o Teatro Cena Hum, George Sada é graduado em Artes Cênicas pela PUC-PR (1989) e em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná (1985), com pós graduação em Arte Educação pela Faculdade de Artes do Paraná (1993). Professor de interpretação na Escola de Dança do Teatro Guaíra e da École Rudra Bjàst, na Suíça. É autor, ator, diretor, sonoplasta, maquiador de espetáculo, figurinista, cenógrafo e professor de teatro. Tem no currículo diversos trabalhos na área das artes cênicas, como por exemplo a direção da Opereta “Sapateira Prodigiosa”, do musical “Vinilidades” e do espetáculo on-line “Farol”.
Ficha Técnica
Direção: George Sada
Elenco: Dig Dutra
Texto: Alice Bacelar
Supervisão dramatúrgica: Ivanise Garcia
Preparador Corporal: André Morais
Cenografia: George Sada e Dig Dutra
Figurino: Cristine Conde
Maquiador: Marcelino de Miranda
Sonoplastia: Chico Nogueira
Iluminação: Nádia Luciani
Designer Gráfico: André Morais
Audiovisual : Ricardo Janotto
Visagismo/Videos: Neusa Almeida
Fotografia: Silvia e Cesar Roman
Diretor Executivo: Cicero Lira (CL Produções)
Realização: Produtora Cena Hum e Digníssima Arte
Serviço:
Inesgotável
Quando: 17, 18, 23, 24 e 25 de setembro de 2022
Horário: 20 horas
Onde: Teatro Cena Hum (Rua Sen. Xavier da Silva, 166, São Francisco, Curitiba-PR)
Ingressos: R$ 25,00 (meia) e R$ 50,00 (inteira)
Classificação etária: 12 anos
Mais informações: (41)99943-9396
Foto: Silvia e Cesar Roman.
30º Festival de Curitiba traz uma seleção de espetáculos sobre a vida real para todos os gostos
Você é do tipo que adora uma biografia? Então é aqui o seu lugar. O 30º Festival de Curitiba traz entre os dias 29 de março e 10 de abril uma seleção imperdível de espetáculos baseados em histórias reais. Tem de tudo, musical, comédia, drama, é só escolher e correr para adquirir os ingressos. Celular ou papel e caneta na mão, anote a programação:
Eu de você
A peça é baseada em fatos reais e se passa no fim da Segunda Guerra Mundial, em 1944, em uma Paris dominada pelas tropas alemãs e prestes a ser libertada pelos aliados. Ao saber de sua possível derrota, Adolph Hitler ordena a destruição da cidade e de seus monumentos, obras de arte e a dizimação da população. Na noite anterior à execução da ordem, o general recebe a visita do cônsul sueco, que tenta convencê-lo a não cometer tamanho ato de insanidade. A montagem é do Grupo Delírio Cia de Teatro e as apresentações acontecem no dia 31 de março e 1º de abril, às 21h, no Teatro Zé Maria (. Rua Treze de Maio, 655). Valores: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) + taxa administrativa. Classificação: 12. Duração: 60’
O Náufrago
Foto: LNW Produções Artísticas.
A peça transpõe para o palco da obra homônima de Thomas Bernhard em uma prosa convulsiva e exasperada. Conta a história de três exímios estudantes de piano, um dos quais teve sua vida aniquilada a partir do momento em que ouviu Glenn Gould, um dos outros três, tocar as Variações Goldberg, de Bach.Dias 6 e 7 de abril, às 21h, no Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1299). Valores: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) + taxa administrativa. Classificação: 14. Duração: 80’
Aracy - A voz de Noel
Um show musical com Rosana Stavis celebrando Aracy de Almeida, primeira grande cantora de samba e grande intérprete das canções de Noel Rosa. A direção artística é de Marcos Damaceno e direção musical de Sérgio Justen e Gilson Fukushima. Dia 3 de abril, às 16h, na Casa do Damaceno (Rua Treze de Maio, 991). Valores: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) + taxa administrativa. Classificação: 16. Duração: 60’.
Onde adquirir os ingressos: www.
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