quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Dirigido por Miguel Falabella, "Marrom, o Musical", espetáculo inédito que celebra a carreira de Alcione

             Apresentações acontecem em outubro e novembro; ingressos à venda em Disk Ingressos

Foto: Caio Galucci

Com patrocínio da BB Seguros e apresentação do Ministério da Cultura e depois de emocionar mais de 80 mil pessoas em sua primeira montagem, “Marrom, o Musical”, espetáculo que celebra a carreira de Alcione retorna aos palcos e chega pela primeira vez em Curitiba, nos dias 31 de outubro e 01 de novembro, com apresentações na Ópera de Arame. Os ingressos estão à venda, a partir de R$ 25, pelo Disk Ingressos

Idealizado por Santana, com texto e direção de Miguel Falabella, “Marrom, o Musical” celebra os 50 anos de carreira de Alcione em uma narrativa que mistura memória, cultura popular, emoção e música. Mais do que revisitar a trajetória da artista, o espetáculo mergulha nas raízes do Maranhão e na força simbólica do Bumba Meu Boi, expressão cultural profundamente ligada à identidade da cantora.

No palco, a montagem reúne 24 atores e atrizes, mais de 300 figurinos e uma grande estrutura de produção, movimentando também a cadeia criativa e econômica das cidades por onde passa. Ao todo, são mais de 250 empregos diretos e indiretos gerados desde a concepção até o fim da turnê.

Parte importante da estética do espetáculo também nasce no Maranhão: quatro artistas maranhenses integram o elenco e boa parte dos figurinos foi bordada em São Luís, pela Cooperativa Cuxá, em parceria sociocultural promovida pelo Instituto Humanitas360.

Para Luciana Garrone, Gerente de Marketing Institucional e Mercadológico da Brasilseg, uma empresa BB Seguros, apoiar produções culturais que celebram grandes nomes da arte brasileira é uma forma de contribuir para a preservação da memória e da identidade nacional.

Segundo Miguel Falabella, o espetáculo nasceu da vontade de traduzir para os palcos não apenas a trajetória artística de Alcione, mas também a potência cultural que ela representa para o país.

Contar a vida de Alcione é mergulhar nas raízes de uma das mais ricas culturas populares do Brasil, a maranhense”, destaca o diretor.

Encerrando a “Trilogia do Samba”, iniciada por Jô Santana com “Cartola – O Mundo é um Moinho” e seguida por “Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro”, o musical reafirma o teatro como espaço de celebração coletiva, emoção e pertencimento. Em quase duas horas de espetáculo, o público é conduzido por uma experiência que atravessa música, memória afetiva e brasilidade.

SERVIÇO “Marrom, o Musical” Um espetáculo de Miguel Falabella
 
Quando: 31 de outubro (sábado) e 01 de novembro (domingo) de 2026
 
Onde: Ópera de Arame (R. João Gava, 920)
 
Sessões: sábado às 20h e domingo às 19h (duração: 2h, com intervalo de 15 minutos)
 
Ingressos: variam de R$ 25,00 a R$ 282,50
 
Vendas: Disk Ingressos
 
Classificação: Livre

 

Ficha Técnica: 

Um espetáculo de Miguel Falabella

Idealização: Jô Santana

Texto: Miguel Falabella

Direção Conjunta: Miguel Falabella e Ilea Ferraz

 

Elenco:

Lilian Valeska
Letícia Soares
Anastácia Lia
Beatriz Martins
Mariana Gomes
Fernando Leite
Caio Giovani
Eduardo Guimarães
Theo
Luciana Lira
Nicole Sacramento
Cesar Viggiani
Becky Reis
Dino Fernandes
João Cortins
Esther Queiroz
Ester Freitas
Tainá Baldez
Heide Cabral
Nata da Sociedade
Charles Damásio
Carla Leilane
Maurício Xavier

Músicos

Piano: Gui Terra e André Kusmitsch

Cavaquinho, guitarra e percussão: Lucas Trindade

Baixo: Felipe Mota

Bateria: Diego Pereira

Sopro: Guilherme Montanha

Violão 7 cordas: Bruno Vieira

Trompete e flugel horn: Palloma Lima

 

Diretora Assistente: Bia Lucci

Direção Musical, Arranjos, Regência e Piano: Guilherme Terra

Coreografia Original: Barbara Guerra e Rafael Machado

Coreógrafa Convidada: Rafa L

Assistente de coreografia: Vida Maria Sena Santos

Cenografia original: Zezinho Santos e Turibio Santos

Figurinos Originais: Ligia Rocha, Jemima Tuany e Marco Pacheco

Visagismo Original: Dicko Lorenzo

Assistente de visagismo e chefe de perucaria: Valeria Velloso

Direção Técnica: Ricardo Santana

Stage Manager: Samuel Gonçalves

Desenho de Luz: Paulinho Medeiros

Designer de Som: Bruno Pinho

Cenotecnia: Marquinhos

Assessoria de Imprensa: Amigos Assessoria / Maurício Aires e Rogério Alves

Direção de Comunicação: Renato Araújo

 

Social Media: Letícia Ribeiro

 Marketing: Iara Moraes

Designer Gráfico: Doroteia Design / Adriana Campos, Clara, Pedro Cancelliero e Vitória

Editor de conteúdo: Bruno Teodoro

Captador de conteúdo: Leo Nogueira

Performance: V2P

Assessoria Jurídica: Francez Advogados / Andrea Francez, Myrna Malanconi e João Pedro Batista

Assessoria Contábil: Yara Paraná do Brasil

Direção de Produção: Renato Araújo e Carmem Oliveira

Produtor: Alvaro Sabra

Produtor de A&B: Osmar Ribeiro

Assistência de Produção: Elio Costa e Paloma Engler

Estagiário de Produção: Isabel Hani

Marketing Cultural: Gheu Tibério, Paula Rego e Pedro Ribeiro

Direção Financeira e Leis de Incentivo: Janaina Reais

Assistente Administrativo: Marcela Lima

Chef: Osmar Ribeiro

Realização: Fato Produções

Fisioterapeuta: Deise Quele

Copeira: Débora Santos

Camareira chefe: Anna Américo

Orquestra Novva em concerto no Guairão

 A Orquestra Novva, sob direção artística do Maestro Gabriel Hermes, inicia sua Temporada 2026/2027 com um concerto no dia 23 de setembro, quarta-feira, às 20 horas, no Grande Auditório do Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade, s/nº).


O programa da noite reúne obras que transitam entre o contemporâneo e o contemplativo, incluindo Fratres, de Arvo Pärt, e a Terceira Sinfonia, do Maestro Gabriel Hermes, apresentando ao público curitibano um repertório diverso que reflete a identidade artística da Orquestra Novva. Os ingressos com preços populares de R$15 (meia) e R$30, para todos os setores do teatro, já estão à venda no site do
DiskIngressos.

A Temporada 2026/2027 representa um novo capítulo na trajetória da Orquestra Novva, consolidando seu papel como uma das formações emergentes mais ativas do cenário musical paranaense. Com um repertório que dialoga entre tradição e contemporaneidade, a orquestra reforça seu compromisso com a formação de público, a valorização de talentos locais e a produção musical de excelência.

Orquestra Novva

Fundada e dirigida pelo Maestro Gabriel Hermes, a Orquestra Novva tem como missão promover a música orquestral, apoiar novos talentos e ampliar o acesso à cultura musical em Curitiba e no Paraná, através de uma programação que une qualidade artística e relevância social.

O projeto é realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, contando com o apoio institucional do Ministério da Cultura, e tem como principal patrocinador a Alpha Química, parceira estratégica que reafirma seu compromisso com a cultura e as artes no Paraná.

 

Serviço: Orquestra Novva de Curitiba – Concerto Temporada 2026/2027. No programa Fratres, de Arvo Pärt, e a Terceira Sinfonia, do Maestro Gabriel Hermes.

Quarta-feira, dia 23, às 20 horas no Grande Auditório do Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade. s/nº).

Valores dos ingressos: R$30 e R$15 (meia-entrada) em todos os setores do teatro.

Duração: 1h30.

Classificação indicativa: Livre.

Vendas: Site do DiskIngressos

Loja do Disk Ingressos no Shopping Mueller - de segunda a sábado das 10 às 22h e domingos das 14 às 20h

Bilheteria do Guairão (Praça Santos Andrade s/nº) de segunda a sexta das 10h às 14h e das 15:10 às 19h.

Bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro (Shopping Novo Batel) - de segunda a sábado das 12 às 17h;

Bilheteria do Teatro Positivo de segunda a sexta das 11 às 15h e 16h10 às 20h. Sábados das 17h às 21h; Domingo somente em dias de espetáculo com 2h de antecedência ao início do evento.

Família Pavê (Av. Pres. Arthur da Silva Bernardes, 938 - de Terça, das 9h40 às 18h15, e de quarta à sábado das 09h às 18h.

Não serão aceitos cheques.

Meia-entrada para todas as categorias beneficiadas por Lei: Idosos, Doador de Sangue, professores, estudantes, pessoas com deficiências, portadores de câncer, e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes.

 

Realização: Orquestra Novva/ Novva Produções Ltda.

Patrocínio: Alpha Química

Incentivo: Lei Federal de Incentivo à Cultura


Foto: Luciana Monteiro/divulgação


quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Com turismo em alta, segurança vira desafio estratégico para parques aquáticos

Com turismo em alta e 143 milhões de visitas aos parques e atrações brasileiras em 2025, treinamento, manutenção, atendimento médico, tecnologia e gestão de riscos passam a ser cada vez mais relevantes na operação do setor

Praia de Ondas Artificiais - Blue Park

Toboáguas, piscinas de ondas e novas atrações costumam concentrar as atenções quando um parque aquático anuncia investimentos. Há, porém, uma parcela menos visível dessa conta: quanto custa manter toda essa estrutura funcionando com segurança enquanto o número de visitantes cresce?

O desafio pode ser observado em Foz do Iguaçu, um dos principais destinos turísticos brasileiros. Em 2025, os principais atrativos da cidade registraram 5,85 milhões de visitas, crescimento de 48% em relação ao ano anterior. No segmento de parques aquáticos, o Blue Park superou 118 mil visitantes, alta de 44% na comparação com 2024.

O movimento acompanha uma expansão nacional. Os parques e atrações brasileiras receberam 143 milhões de visitantes em 2025, 4,8% acima do ano anterior, e faturaram R$ 9,5 bilhões, crescimento de 12,8%, segundo a quarta edição do Panorama Setorial de Parques, Atrações Turísticas e Entretenimento no Brasil, elaborado pela Noctua Advisory para o SINDEPAT e a ADIBRA.

O levantamento identificou ainda R$ 11,5 bilhões em investimentos programados no país. São R$ 7,1 bilhões em novos projetos e R$ 4,4 bilhões em reinvestimentos de empreendimentos já existentes. Entre os novos projetos mapeados, 28,6% são parques aquáticos.

O crescimento traz uma equação que vai além de colocar novas atrações em funcionamento. Mais visitantes significam maior complexidade operacional e necessidade de ampliar ou aperfeiçoar estruturas que nem sempre são percebidas pelo público.

Em um parque aquático, a segurança envolve contratação e capacitação de guarda-vidas, manutenção preventiva de equipamentos e atrações, monitoramento e tratamento da água, atendimento médico, sistemas de comunicação, controle de capacidade, sinalização, equipamentos de emergência, tecnologia e protocolos para diferentes tipos de ocorrência.

Blue Park

É uma estrutura que precisa estar pronta todos os dias, inclusive quando nada acontece.


Segurança entra na conta

No Blue Park, a operação envolve 220 colaboradores efetivos e aproximadamente 120 profissionais indiretos durante os períodos de maior movimento. Entre as equipes responsáveis diretamente pela segurança aquática estão os guarda-vidas, que possuem certificação internacional da Jeff Ellis & Associates, vinculada ao Programa Integral de Gestão de Risco Aquático (PIGRA). Desde 2018, o parque mantém essa certificação, cuja manutenção envolve três auditorias anuais, além de treinamentos especializados com os Bombeiros Militares.

A lógica é transformar a prevenção em uma atividade permanente, e não apenas reagir quando ocorre um acidente. “Segurança não é um trabalho que acontece apenas quando o parque abre. Existe uma preparação anterior, treinamento das equipes, acompanhamento dos procedimentos e auditorias ao longo do ano. É um processo contínuo”, afirma Elvio Andrade, diretor-geral do Blue Park.

Da manutenção ao atendimento médico

Os guarda-vidas são a face mais visível dessa estrutura, mas representam apenas uma parte de um sistema de segurança que começa antes da abertura do parque e envolve diferentes áreas da operação. 

Antes de uma atração receber o primeiro visitante do dia, entram em cena inspeções e rotinas de manutenção. Equipamentos, bombas, sistemas hidráulicos e demais componentes precisam operar dentro dos parâmetros estabelecidos. Em piscinas e atrações aquáticas, soma-se ainda o controle da qualidade da água.

A estrutura de pronto atendimento é outra frente essencial. Com ambulatório e equipe de enfermagem no local, o espaço cuida do bem-estar diário dos visitantes como pequenas indisposições e primeiros socorros, mantendo a prontidão para prestar o suporte inicial e direcionar casos mais complexos à rede hospitalar." 

Há ainda investimentos menos aparentes, como equipamentos de primeiros socorros, sistemas de comunicação entre funcionários, sinalização, controle de acesso e treinamento para que diferentes áreas saibam como agir diante de uma ocorrência.

A tecnologia também ganhou espaço. Câmeras e sistemas de monitoramento, ferramentas de comunicação e mecanismos de controle de acesso e capacidade ajudam os operadores a acompanhar o funcionamento das áreas e identificar situações que demandem intervenção.

No Blue Park, o próprio regulamento prevê limite de capacidade e possibilidade de bloqueio de novos acessos quando a lotação máxima é atingida. As regras também determinam a supervisão de crianças por adultos, evidenciando outro componente da equação: em ambientes aquáticos, a segurança depende tanto da estrutura oferecida pelo empreendimento quanto do comportamento dos visitantes.

Mais visitantes, mais complexidade

A escala do mercado ajuda a dimensionar o desafio. Em dois anos, o setor passou de 127 milhões para 143 milhões de visitas anuais, um acréscimo de cerca de 16 milhões. 

O mercado também responde por aproximadamente 202 mil empregos diretos, indiretos e terceirizados, segundo o Panorama Setorial.

Esse crescimento aumenta a necessidade de profissionalização da operação. Uma atração parada para manutenção reduz a capacidade do parque; equipes insuficientes podem restringir o funcionamento de determinadas áreas; falhas de treinamento ampliam riscos; e um acidente grave pode gerar consequências humanas, jurídicas, financeiras e reputacionais.

É por isso que a segurança passa a ser também uma decisão de negócio. No caso de Foz do Iguaçu, a questão ganha uma dimensão adicional. Com a expansão do fluxo turístico e a multiplicação de experiências oferecidas aos visitantes, a qualidade da operação passa a integrar a própria competitividade do destino.

O custo que ninguém vê

É justamente essa estrutura que raramente aparece nas campanhas de divulgação dos parques. O visitante percebe uma nova atração, um toboágua ou uma piscina. Dificilmente percebe o investimento feito para manter tudo funcionando.

As auditorias externas entram nessa lógica. No caso do Blue Park, a certificação internacional mantida desde 2018 faz com que a segurança seja submetida periodicamente à avaliação de uma organização externa, adicionando uma camada de controle aos procedimentos internos.

“Existe uma estrutura que o visitante não vê. Quando ele entra no parque, tudo precisa estar funcionando: equipamentos, equipes, protocolos, atendimento e comunicação. Segurança exige investimento permanente, porque não é possível pensar nela apenas depois que alguma coisa acontece”, diz Andrade.

A discussão sobre quanto custa manter um parque seguro, portanto, não se resume a chegar a um único valor. A conta está espalhada por diferentes áreas da operação e continua existindo independentemente de o parque receber mil ou milhares de pessoas naquele dia.

Em um setor que movimentou R$ 9,5 bilhões em 2025 e tem R$ 11,5 bilhões em investimentos programados, o desafio é fazer com que o investimento na infraestrutura de segurança acompanhe o ritmo da expansão.

Para o visitante, o resultado ideal é quase invisível: entrar, aproveitar as atrações e ir embora sem precisar pensar nos protocolos que existem ao seu redor. Para quem administra um parque, é justamente o contrário. A segurança começa muito antes de o primeiro visitante entrar na água

Foto: Divulgação / Grupo Mabu

Marcelo Falcão em Curitiba: Show Celebra 3 Décadas de sucesso no Igloo Super Hall

 “A parada na capital paranaense acontece no próximo dia 19 de setembro em única apresentação no Igloo Super Hall e promete reunir sucessos que marcaram diferentes fases da carreira do artista”. 


 “Do jeito que a vida se escreve, é do jeito que a vida se faz". Estes são versos que traduzem bem a faixa “Legado”, que dá nome ao disco mais recente de Marcelo Falcão, lançado em 2025, e também definem o caminho – pessoal e profissional – percorrido pelo artista até aqui. Leve, louco e sempre solto, ele nunca buscou a perfeição no outro nem em si, o que lhe garantiu a construção de uma carreira que já contabiliza mais de trinta anos, sempre dentro de uma coerência e relevância incontestáveis. Agora, Falcão cai na estrada para divulgar seu novo trabalho. A série de shows está percorrendo o país e é apresentada pelo Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco. Com realização da Prime e 30e, a parada em Curitiba acontece no dia 19 de setembro em única apresentação no Igloo Super Hall (R: Dino Bertoldi,740) às 21horas e promete reunir sucessos que marcaram diferentes fases da carreira do artista. A casa abrirá às 18h30. A estreia foi no Rio de Janeiro e já passou por Porto Alegre e  São Paulo.

A nova turnê nasce a partir do álbum lançado em 2025 e apresenta faixas como “Refletir (Resista)”, “Vitória” e “Legado”, esta última com participação de Chorão. No repertório, o público também pode esperar clássicos que atravessaram gerações e consolidaram o estilo marcante de Falcão, como “Anjos”, “Minha Alma”, entre outros. 

“Quando revisito minha história e, ao mesmo tempo, gravo com a nova geração, vejo que essa troca é verdadeira. Existem respeito e admiração, e isso é emocionante. Minha continuidade está em seguir acreditando que a música muda a vida das pessoas, em ser original e em fazer música de forma orgânica e verdadeira. Eu sou fiel ao que acredito. Esse é o segredo: valorizar as coisas simples e transformá-las em algo que toque as pessoas de verdade", afirma Marcelo Falcão. 

Basta dar o play no disco O Legado para compreender o que o artista acredita sobre reverenciar quem veio antes, dialogar com contemporâneos e com a nova geração. Na ficha técnica do álbum, aparecem nomes como Toni Garrido, Orochi, Dallas e Major RD, além de Chorão, em uma construção que conecta diferentes momentos da música brasileira. 

Nas apresentações da turnê “O Legado”, Falcão subirá ao palco pronto para comungar com o público. “O público pode esperar por um show potente, com músicas que vêm do coração e ganham força ao vivo. É um momento especial. Quem está ali merece o melhor, e é isso que eu busco entregar", complementa o artista. 

Ao longo da turnê, o artista será acompanhado por sua banda formada por Cleber (bateria), Davi (sax), Ferinha (teclado), Arimatéa (trompete), Valladão (baixo), Mari (guitarra), Negralha (DJ) e Vine Bone (sax). 

O projeto é desenvolvido a partir da estruturação estratégica e dos ativos do artista, conduzida pela ÉNOIX Collab, dentro de uma visão de longo prazo para a expansão de sua plataforma artística e cultural. O primeiro projeto desta nova fase é a turnê “O Legado”. 

Os ingressos estão à venda a partir de R$62,50 (meia-entrada) + taxa adm., de acordo com o setor, pela plataforma online www.eventim.com.br  e na bilheteria oficial - Hard Rock Café Curitiba ( (R: Buenos Aires,50). Horário de funcionamento: seg a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados não abre).***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. PISTA – R$125,00 (inteira)/ R$62,50 (meia-entrada)/ ÁREA VIP ITAÚ PERSONNALITÉ (área localizada em frente ao palco com acesso diferenciado, banheiros e bares exclusivos para o público do setor) – R$215,00 (inteira)/R$107,50 (meia-entrada). **Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. INGRESSO SOLIDÁRIO – doares de 1kg de alimento não-perecível, possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento e as doações serão recebidas por entidades específicas a serem cadastradas e definidas. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. 

SERVIÇO:   
MARCELO FALCÃO - Turnê “O Legado” 
Realização tour: 30e  
Relização local: Prime  
QUANDO: 19 de setembro de 2026 (sábado)   
LOCAL: Igloo Super Hall (R: Dino Bertoldi,740, Tarumã)  
HORÁRIO: Abertura: 18h30 | Início do show:21horas 
VALORES: a partir de R$62,50 (meia-entrada) + taxa adm., de acordo com o setor. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.    
PISTA – R$125,00 (inteira)/ R$62,50 (meia-entrada);  
ÁREA VIP ITAÚ PERSONNALITÉ (área localizada em frente ao palco com acesso diferenciado, banheiros e bares exclusivos para o público do setor) – R$215,00 (inteira)/R$107,50 (meia-entrada).   
A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer.    
INGRESSO SOLIDÁRIO – doares de 1kg de alimento não-perecível, possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento e as doações serão recebidas por entidades específicas a serem cadastradas e definidas. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.   
VENDAS ONLINE: www.eventim.com.br . Para compras pela Internet é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no acesso ao evento.   
BILHETERIA OFICIAL: Hard Rock Café Curitiba (R: Buenos Aires,50). Horário de funcionamento: seg a sext, das 10h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados não abre. Para compras presenciais é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada na hora da compra.  
FORMA DE PAGAMENTO: Dinheiro, Pix e cartões de crédito/débito  
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 16 anos. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais (sujeito a alteração por decisão judicial)  

Foto:  Divulgação / Marcelo Falcão 

Drolmas estreia em Curitiba revisitando o mito de Medusa

 Espetáculo cruza mitologia grega, budismo tibetano e cultura popular brasileira em temporada gratuita de 17 de setembro a 4 de outubro, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta

Katia Horn, Samara Rocha e Ana Decker dão corpo às três górgonas em Drolmas, espetáculo que revisita o mito de Medusa entre memória, violência, resistência e transformação.

Medusa não nasceu monstro. Foi transformada em um. É a partir dessa história que Drolmas revisita o mito das três górgonas e leva à cena Ana Decker, Katia Horn e Samara Rocha, em uma montagem que cruza mitologia grega, budismo tibetano e referências da cultura popular brasileira. A temporada começa em 17 de setembro, com entrada gratuita, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta.

Com dramaturgia de Samara Rocha, que também idealiza e atua no espetáculo, e direção de Giorgia Conceição, a peça fala de violência, silenciamento, desejo, envelhecimento e transformação a partir de uma narrativa que também se constrói pelo corpo. As atrizes cantam, dançam e permanecem em movimento, atravessando diferentes linguagens teatrais.

“Drolmas foi sendo construído por muitas mulheres, em diferentes momentos do processo. Cada encontro foi deixando uma marca na obra”, conta Samara. A pesquisa começou em 2022, em encontros entre mulheres artistas, e a dramaturgia foi sendo escrita, reescrita e transformada ao longo de leituras, conversas e ensaios.

Da lama ao lótus

Na dramaturgia, a trajetória das três irmãs se organiza em três imagens: lodo, caule e lótus. Medusa, Euríale e Esteno atravessam diferentes tempos, corpos e existências até chegar à flor, associada à transformação e à iluminação.

O próprio nome do espetáculo vem de Drolma, referência tibetana ligada ao aspecto feminino do Buda. A ideia de uma mulher que escolhe buscar a iluminação justamente em um corpo feminino encontra, na peça, o mito de Medusa e histórias de mulheres que foram culpabilizadas, silenciadas ou transformadas em monstros. “Medusa, Euríale e Esteno são também etapas de uma travessia pelas violências, adaptações, resistências e possibilidades de libertação vividas pelas mulheres”, explica Samara.

Um palco em movimento

Giorgia Conceição leva para a montagem sua pesquisa no burlesco, no vaudeville e no teatro de variedades. A música e a dança surgiram e cresceram durante o processo de criação, fazendo com que o espetáculo se aproximasse de uma opereta vaudevillesca. “Eu queria que, apesar de o tema ser denso, a peça fosse muito sedutora e envolvente para o público. Cada cena tem um apelo visual, estético e uma referência teatral diferente”, afirma Giorgia.

A trilha reúne composições e versões sob direção musical de Edith de Camargo, além de marchinhas de carnaval e da gravação de Cantoras do Rádio, com Carmen e Aurora Miranda. Um álbum dos anos 1970 do artista Pedro Sorongo inspira o ato final, Lótus.

As três intérpretes são mulheres maduras, com 60, 51 e 45 anos. Seus corpos, memórias e experiências atravessam questões como beleza, desejo, envelhecimento, julgamento, autonomia e violência.

Ao longo do processo de criação, Drolmas também foi compartilhado com diferentes públicos, em escolas públicas, casa de passagem e outros espaços, aproximando o trabalho de adolescentes, mulheres trans e travestis, pessoas em situação de rua e outros públicos.

A programação inclui ainda duas ações formativas: Oficina de Libras, com Nathan Sales, e Oficina de Contação de Histórias, com Samara Rocha. As inscrições podem ser feitas pelos formulários disponíveis no link da bio, em @coletivodrolmas. A temporada conta também com sessões com Libras na estreia e em todos os sábados.

A realização é do Coletivo Drolmas e Les Paranauês Cia Criativa, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.


ARTE


SERVIÇO: Drolmas

Temporada: 17 de setembro a 4 de outubro de 2026
Local: Espaço Excêntrico Mauro Zanatta (Rua Lamenha Lins, 1429 - Rebouças)

Datas e horários: 17, 18 e 19 de setembro, às 20h | 20 de setembro, às 19h | 24, 25 e 26 de setembro, às 20h | 27 de setembro, às 19h | 1º, 2 e 3 de outubro, às 20h | 4 de outubro, às 19h

Sessões com Libras: Sessões com Libras: 17 de setembro, às 20h | 19 de setembro, às 20h | 26 de setembro, às 20h | 3 de outubro, às 20h

Duração: 1h10 | Classificação: 14 anos
Entrada: gratuita | Ingressos: distribuídos uma hora antes de cada apresentação
Capacidade: 50 lugares

Sinopse: Entrelaçando mitologia grega, budismo tibetano e cultura popularbrasileira, Drolmas ressignifica o mito de Medusa para revelar a força de mulheres que rompem o silêncio e reivindicam o direito decontar a própria história. Amaldiçoada pela deusa Atena, a sacerdotisa Medusa é transformada em monstro ao lado de suas irmãs, Esteno e Euríale. Banidas, culpabilizadas e condenadas ao silêncio, as górgonas atravessam os séculos testemunhando as violências impostas aos corpos femininos - da Grécia Antiga ao Brasil colonial e contemporâneo. Ao retomarem a própria voz, as três irmãs confrontam as narrativas que as transformaram em monstros e iniciam uma jornada de cura, resistência e libertação.


Ficha Técnica

Concepção e Dramaturgia: Samara Rocha | Direção: Giorgia Conceição | Elenco: Ana Decker, Katia Horn e Samara Rocha | Figurinos e Adereços: Katia Horn | Assistência de | Figurino: Flor Horn | Assistente de figurino: Flor Horn Brasil e Barbara Horn | Cenografia: Giorgia Conceição | Assistência de Cenografia: Michelle Bonatto e Angela Suriani | Iluminação: Raul Freitas | Direção Musical: Edith de Camargo | Assessoria de Dramaturgia e Formas Animadas: Laércio Amaral | Operação de Som: Edith de Camargo | Operação de Luz: Raul Freitas | Contrarregragem: Moizés Benvi | Direção de Produção: Samara Rocha | Produção Executiva: Moira Albuquerque | Design Gráfico: Katia Horn e Ale Horn | Mídias Sociais: Thayna Bressan | Fotografia: Polly Devides | Oficineiros: Nathan Sales e Samara Rocha | Realização: Coletivo Drolmas e Les Paranauês Cia Criativa

Foto: Polly Devides.

Phil Young's English School e Colégio Sion firmam parceria e fortalecem ensino bilíngue em Curitiba

Duas instituições de ensino reconhecidas pela excelência em educação acabam de firmar uma parceria que promete ampliar ainda mais a formação dos estudantes curitibanos.

Marcella Rasera e Magda Bacellar


A Phil Young's English School, referência no ensino da língua inglesa há mais de quatro décadas, e o Colégio Sion Batel, uma das mais tradicionais escolas de Curitiba, formalizaram a parceria que consiste na aplicação da metodologia exclusiva da escola de idiomas dentro da grade curricular do colégio.

A iniciativa - batizada de Phil na Escola - atende alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, matriculados no Período Integral e integra o aprendizado do inglês à rotina escolar, oferecendo uma formação mais completa, dinâmica e alinhada às demandas de um mundo cada vez mais globalizado. Na foto de Priscilla Fiedler, a Diretora do Colégio Sion Batel, Magda Lopes Bacellar, e a CEO da Phil Young’s Englih School, Marcella Rasera. 

MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO:

Com a parceria, toda a expertise acadêmica da Phil Young's passa a fazer parte do dia a dia do Sion, por meio de um método de ensino baseado na comunicação, no aprendizado natural e em atividades que estimulam o uso do idioma em situações reais. “O objetivo é proporcionar aos alunos uma experiência de aprendizagem que desenvolva a fluência de forma natural e desperte o interesse pela língua inglesa desde cedo”, destaca Marcella Rasera, CEO da Phil Young's, marca idealizadora do conceito exclusivo de Natural Speech, desenvolvido pelo fundador da escola, que privilegia a aprendizagem por meio da prática, da interação e do uso contextualizado da língua inglesa.

O programa Phil na Escola leva a proposta exclusiva para colégios parceiros, integrando o ensino do inglês à estratégia pedagógica das instituições de ensino. “A parceria atende às expectativas das famílias que buscam uma formação completa, com ensino bilíngue integrado à grade escolar. Essa iniciativa une duas trajetórias de referência: a tradição do Colégio Sion no ensino em tempo integral, e a excelência da Phil Young's no ensino da língua inglesa. O resultado é uma proposta inovadora que integra qualidade acadêmica, fluência no idioma e desenvolvimento integral dos estudantes em sua rotina escolar”, diz a diretora do Colégio Sion Batel, Magda Lopes Bacellar. “As aulas são dinâmicas, criativas e conduzidas por professores altamente preparados, que trabalham em sintonia com nossa equipe pedagógica. Temos acompanhado, com grande satisfação, a evolução consistente de nossos alunos no aprendizado da língua inglesa”, completa.

Sobre a Phil Young's English School: Fundada em 1982, em Curitiba, a Phil Young's English School é referência no ensino da língua inglesa e atua com uma metodologia baseada na abordagem comunicativa e no conceito exclusivo de Natural Speech, que promove a fluência por meio da prática constante e da interação em sala de aula. Com o lema “More than English”, a escola busca oferecer uma formação que ultrapassa o domínio do idioma, preparando seus alunos para os desafios acadêmicos, profissionais e culturais de um mundo globalizado.

Serviço: Phil Young’s English School

Unidades:

Champagnat - Al. Julia da Costa, 1468

Cabral - Rua Recife, 66

Batel - Rua Rodrigues Alves, 100

Ecoville - Rua José Izidoro Biazetto, 1070

 

Site: www.philyoung.com

 

Redes sociais: @philyoungsoficial - @phil.usa.oficial

Foto: PriscillaFiedler